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História

Fundada em 21 de abril de 1939, a Faculdade era a concretização do sonho de um grupo heterogêneo de intelectuais mineiros que militavam na vida cultural e política da Capital mineira e dividiam seu tempo entre as redações dos jornais e as salas de aula nos principais colégios da cidade. O sonho era criar uma Faculdade voltada para aquilo que eles chamavam então de ”saber desinteressado”, ou seja, o desenvolvimento de um conhecimento científico básico que não estivesse estritamente ligado à formação profissional. Nos primeiros anos, abrigou os Cursos de Filosofia, Pedagogia, Letras, História Natural, Geografia, Matemática, Física, Química, Ciências Sociais e História. Duas décadas mais tarde seriam implantados os cursos de Jornalismo (atualmente Comunicação Social) e Psicologia.

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A nova Faculdade surgia no cenário de ensino superior de Belo Horizonte ao lado das escolas tradicionais que compunham a então Universidade de Minas Gerais: Medicina, Direito, Engenharia, Odontologia e Farmácia. No cenário nacional, a iniciativa somava-se ao projeto do então ministro da Educação, Gustavo Capanema, de criação no país das faculdades de filosofia e ciências voltadas para a formação de docentes para o ensino superior e de pesquisadores.

A Faculdade teve uma presença marcante na vida intelectual, cultural e política de Belo Horizonte. Também percorreu a cidade fisicamente: nasceu em 1939 na antiga Casa de Itália, situada à rua dos Tamoios e já encontrou abrigo nas instalações do Instituto de Educação, quando o governo brasileiro rompeu relações com a Itália, durante a 2ª. Grande Guerra. A primeira sede própria foi no edifício Acaiaca, onde ocupou, por mais de uma década, quatro andares. No início da década de 1960, a Faculdade de Filosofia transferiu-se para o prédio da Rua Carangola, 288, no bairro Santo Antônio, cuja fachada foi tombada em 2014 como símbolo da resistência ao regime militar que se instalou no país em 1964.

Com a reforma Universitária de 1968, que criou os institutos e as novas faculdades, passou a se chamar Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, abrigando os cursos de Ciências Sociais, Comunicação Social, Filosofia, História e Psicologia. É com esta configuração que a Fafich tornou-se um dos marcos da resistência ao regime militar em Belo Horizonte. O seu prédio foi cercado em 1968 e a recusa do diretor , o professor Pedro Parafita de Bessa, em deixar que a polícia invadisse o prédio, foi um dos episódios marcantes da história política do período na cidade. Em 1969, o professor Bessa foi destituído da direção da Instituição e aposentado compulsoriamente pelo governo militar, através do Ato institucional no. 5.

A Fafich atravessou os anos da ditadura como espaço de resistência e de produção de conhecimento crítico e em 1990 transferiu-se para o campus da UFMG, na Pampulha. O antigo prédio da rua Carangola, 288, é ocupado hoje pela Secretaria Municipal da Educação e abriga a Escola Municipal Arthur Versianni Velloso em homenagem ao ex-Diretor e um dos fundadores da Faculdade de Filosofia. O conjunto sediará também o Memorial da Anistia.

A Fafich de hoje é uma instituição consolidada de ensino. pesquisa e extensão, localizada no campus da UFMG, na região da Pampulha. Ao conjunto de cursos na área de Ciências Humanas que ela abrigou a partir de 1968 vieram se somar as graduações em Ciências Socioambientais, Gestão Pública e Antropologia que vieram com o Programa Reuni do governo federal. A Pós-graduação veio se consolidando ao longo dos anos. A partir da experiência pioneira dos cursos Mestrado nas áreas Ciência Política, Sociologia e Filosofia, se constituíram os 6 programas de Pós-graduação em Ciência Política, Comunicação Social, Filosofia, História, Psicologia e Sociologia e o Mestrado em Antropologia.