Simone Weil e a filosofia
Autor(es): BINGEMER, Maria Clara Lucchetti,
PUENTE, Fernando Rey
Código: LIV.13378
Páginas: 168
ISBN: 9788515038268

 

 

Ensaios sobre o tempo na Filosofia Antiga Ensaios sobre o tempo na Filosofia Antiga
Fernando Rey Puente
Formato 14x21 cm, 168 páginas

ISBN 978-85-391-0154-2                                           

As formas básicas de conceber metaforicamente o tempo - como
circunferência e como linha reta - estão intimamente relacionadas
com dois modos elementares, porém evidentemente não os únicos,
de se experienciar o tempo. Os gregos vivenciaram-no tanto como
um processo repetitivo, quanto como um escoar irreversível.

O livro é uma coletânea de artigos escritos pelo autor em diversas ocasiões ao longo dos anos e dedicados ao problema do tempo na Filosofia Antiga. O objetivo é o de apresentar algumas reflexões sobre o modo como o tempo foi analisado em diversos autores, tais como Platão, Aristóteles, Marco Aurélio e Plotino.

Fernando Rey Puente é Professor Associado do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais. Publicou livros sobre Schelling, Aristóteles e Simone Weil, bem como diversos artigos em coletâneas e revistas especializadas. Organizou também alguns livros em Filosofia.

Tempo, O - Vol. 4
Livro da coleção Filosofias: o Prazer do Pensar Filosofia
Puente, Fernando Rey

Coleção organizada por: Marilena Chaui e Juvenal Savian Filho
Neste volume, o quarto da coleção "Filosofias: o Prazer do Pensar", Fernando Rey Puente enfrenta um dos enigmas mais instigantes da história da Filosofia: o tempo. Será ele apenas a cronometragem convencional de acontecimentos ou será uma experiência interna dos indivíduos?
O exercício do pensamento é algo muito prazeroso, e é com essa convicção que convidamos você a viajar conosco pelas reflexões de cada um dos volumes da coleção Filosofias: o prazer do pensar. Ela se destina tanto àqueles que desejam iniciar-se nos caminhos das diferentes filosofias, como àqueles que já estão habituados a eles e querem continuar o exercício da reflexão. Também se destina a professores e estudantes, pois está inteiramente de acordo com as orientações curriculares do Ministério da Educação para o Ensino Médio e com as expectativas dos


SIMONE WEIL ET LA GRÈCE simone weil2.jpg
Editions L'Harmattan, Serie Ouverture philosophique, septembre 2007, 248 pages.
ISBN : 978-2-296-04007-6 
Fernando Rey Puente


Le but de ce livre est de montrer l'influence décisive de la pensée grecque sur l'oeuvre de Simone Weil. A partir de la notion weilienne de "lecture", l'auteur essaie d'exposer en détail la façon dont Simone Weil s'approprie la tradition grecque. En fait, c'est toute cette tradition qui dans sa grande diversité créatrice - l'histoire, l'art, la littérature, la science et la philosophie - lui fournit les éléments qui illustreront les différents niveaux de lecture par elle conçus: la nécessité, l'ordre et Dieu. Ainsi, connaître la Grèce de Simone Weil devient pour le lecteur une condition presque indispensable pour mieux connaître la philosophie weilienne elle-même. Ce que Simone Weil nous propose au long de ses réflexions très originales et profondes n'est pas, pourtant, un simple retour romantique à la Grèce, mais surtout un aller vers la Grèce, c'est-à-dire, un aller vers sa Grèce. La Grèce de la force, de la nécessité et du malheur, bien sûr, mais aussi la Grèce de la beauté, de la grâce et de la recherche de Dieu par l'homme.

 

Indústria Cultural: uma introdução
Autor Rodrigo Duarte

A busca por diversão é uma característica dos nossos tempos? Por meio de uma revisão histórica, este livro mostra que a demanda por entretenimento sempre existiu mesmo antes de surgirem os meios típicos da primeira fase da indústria cultural, como o cinema, o rádio e o gramofone. Este livro, de modo simples e direto, discute as práticas e os produtos da indústria cultural. Reflete também sobre a atualidade e a possível pertinência das críticas feitas àindústria cultural, tendo em vista as transformações provocadas pela globalização.

 

 

livro_sonia_viegas3Escritos - 3 vols.
Sônia Viegas
Organização: MARQUES, Marcelo P.
Editora Tessitura
Código: 978-85-99745-24-3

Os três volumes dos Escritos de Sônia Viegas reúnem textos que a própria autora decidiu publicar em livros, revistas acadêmicas e jornais, mas também algumas transcrições de conferências, debates e anotações, e, por fim, cartas, depoimentos e imagens. Filosofia viva inclui temas da história da filosofia, assim como sua dissertação de mestrado sobre Guimarães Rosa; Filosofia e arte reúne artigos de filosofia da cultura: comentários de literatura, artes plásticas, teatro e cinema; Vida filosófica mostra, através de cartas e depoimentos, o vigor filosófico da vida da autora. Sônia Viegas atuou intensamente na vida cultural de Belo Horizonte: suas aulas e conferências ficaram conhecidas como verdadeiras obras de arte, pelo vigor de sua entrega e também pela vibração que provocava em seus ouvintes. Como professora de filosofia, pesquisadora e educadora, pensa de modo perspicaz e original as questões que lhe são propostas, seja no âmbito específico da filosofia, seja no das artes ou da educação. O que marca sua reflexão é a capacidade de relacionar as questões clássicas com os problemas do presente, revitalizando as primeiras e conferindo novas significações aos últimos.

 

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Escritos. Sônia Viegas. Filosofia Viva
Organização: MARQUES, Marcelo P.
Editora Tessitura
Código: 978-85-99754-21-2

Este volume – Filosofia viva – inclui quatro seções. Nos textos da seção Filosofar, Sônia Viegas propõe uma antropologia filosófica original, segundo a qual o pensar, enquanto modo de ser e de agir, emerge a partir de afetos fundamentais que estruturam todo ser humano. A seção Os antigos reúne textos que tratam de mitologia e filosofia gregas. Na seção Os modernos os textos tratam das relações entre ética e política, mostrando a emergência da subjetividade moderna a partir do conflito entre liberdade e necessidade. As Questões contemporâneas cobrem temas que vão de Hegel a Kierkegaard e Nietzsche, passando por história, política e educação. Em sua dissertação de mestrado A vereda trágica do Grande Sertão: Veredas, Sônia Viegas elabora uma dialética reflexiva da palavra poética, que extrai das vivências do jagunço uma polifonia de sentidos, mostrando como as questões fundamentais estão vivas no sertão, universo cultural onde a alma perfaz sua travessia.

 

Continente e a ilha - Duas vias da filosofia contemporânea (O)Autor(es): DOMINGUES, Ivan

Código: LIV.12879
Páginas: 104

ISBN: 9788515036899

Série: 12879

Lançamento: 26/10/2009


Preço: R$ 15,00

 

 

 

 

Maquiavel - política e retórica

Helton Adverse
Área: Ciência Política | Filosofia Coleção: Humanitas
2009. 375p. ISBN: 978-85-7041-750-3

Esse livro parte da seguinte pergunta:
na perspectiva de Maquiavel, qual a
condição para o exercício e manutenção
do poder político? Se a instituição de um
Estado não costuma dispensar o uso da
força, a conservação do poder abre uma
dimensão diferente no domínio da ação: para manter-se no poder, o homem
político deve ser capaz de entrar no jogo da aparência. Mas esse jogo não pode ser reduzido à manipulação da imagem ou à aplicação de uma técnica da ilusão. O que está em questão é a
constituição de um lugar para a ação política: o lugar do príncipe.

 

Saúde dos antigos - Reflexões Gregas e Romanas
Miriam Campolina Diniz Peixoto (org.)

Código: LIV.12103
Páginas: 232
ISBN: 9788515036479
Coleção: Questões Filosóficas
Série: 12103
Edições Loyola: www.loyola.com.br
Lançamento: 17/09/2009           

Preço: R$ 36,00

Apresentação
Os conceitos de saúde mental na medicina e na filosofia gregas dos séculos V e IV a.C. (com um breve panorama da Antiguidade tardia) - Philip van der Eijk

Calcular a saúde: a saúde como equilíbrio de forças na tradição pitagórica - Gabriele Cornelli
Ordem do corpo, ordem do mundo: aitia, tekmêrion, sêmeion, historion nos tratados hipocráticos do fim do século V antes de nossa era - Catherine Darbo-Peschanski
Kairos e metron: a saúde da alma na therapeia do corpo - Miriam Campolina Diniz Peixoto
As afecções do corpo e da alma: a analogia gorgiana entre pharmakon e logos - Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelho
A linguagem como pharmakon no Fedro de Platão - Maria Aparecida Montenegro
Sócrates, o corpo, a morte e a tarefa do pensamento: um estudo do Fédon de Platão - Anastácio B.de Araújo Jr.
A relação entre a teoria da tripartição da alma e a teoria ético-política platônica - Maria Dulce Reis
A relação corpo–alma no Timeu de Platão - Karina Lucia Fabrini de Morais
A medicina e a filosofia prática em Aristóteles - Fernando Rey Puente
Sabedoria e saúde do corpo em Epicuro - Markus Figueira da Silva
Tradição e atualidade da parrêsia (“fala franca”) como terapia - Edrisi Fernandes
O riso como sintoma: pontos de vista antigos (medicina, fisiognomonia, filosofia) - Marie Humeau
Mistura das qualidades e determinação da saúde em Galeno: aspectos químicos e cósmicos - Anne-France Morand
Cidade e saúde: Vitrúvio e a medicina filosófica - Júlio César Vitorino

Os filósofos e o suicídioOs filósofos e o suicídio
Fernando Rey Puente, organizador
Área: Filosofia
Coleção: Travessias
Texto traduzido de vários idiomas.
2008. 193 p. ISBN: 978-85-7041-664-3

Procura dar ao leitor uma idéia aproximada da discussão que, ao longo da história da filosofia, foi realizada em torno deste tema tão polêmico. Ressalta-se que o objetivo desta antologia foi o de abordar apenas e tão somente o problema filosófico do suicídio e não seu desdobramento em outros planos, tais como o sociológico, o médico, o jurídico, o psicanalítico, o antropológico, o histórico ou o religioso. Com introdução de Fernando Rey Puente, reúne textos de Platão, Plotino, Lúcio Aneu Sêneca, Tomás de Aquino, Michel de Montaigne, David Hume, Jean-Jacques Rousseau, Arthur Schopenhauer, Phillip Mainländer e Raimundo de Farias Brito.


Apresentação Christoph Türcke
É tempo de apresentar ao público alemão o filósofo brasileiro Rodrigo Duarte. Por sua parte, ele é otimamente familiarizado com a língua e a cultura alemãs, doutorou-se em Kassel com seu trabalho sobre o conceito de Natureza em Adorno, logo após tornou-se professor em Belo Horizonte e, desde então, contribuiu decisivamente para que no Brasil não apenas haja uma recepção atenta de Adorno, mas também um discurso vivo sobre a Teoria Crítica e as perspectivas de seu desenvolvimento ulterior. Sobre isso, os congressos que Rodrigo Duarte promove a cada dois anos já encontraram há muito reconhecimento internacional e usufruem em todo Brasil de grande prestígio.
De interesse peculiar para o leitor alemão é o fato de que os trabalhos de Duarte marcam uma diferença cultural na Teoria Crítica. A economia global e a indústria cultural se apresentam do ângulo de visão brasileiro de modo diferente do europeu e do norte-americano. Quando Duarte emprega sempre enquanto óbvios conceitos marxistas centrais como “capitalismo monopolista” e “queda tendencial da taxa de lucro”, ele o faz sob a impressão de que o chamado “terceiro mundo” experimenta o ímpeto do capitalismo global de modo desigualmente violento quando comparado com o “primeiro”. Por outro lado, ele pode atribuir com grande liberdade significado positivo a um conceito como Volkskultur, que na Alemanha desde o Nazismo está desacreditado, por que a cultura popular brasileira, de fato, principalmente no tempo da ditadura militar no Brasil nos anos sessenta e setenta do século XX, foi depositária de forças de expressão e de resistência. Por meio disso, o conceito de indústria cultural, que Duarte considera como uma chave para a compreensão do presente, adquire algumas modificações não desprezíveis. A partir do conceito de cultura popular também o raio de significação de conceitos como “arte autêntica” e “arte leve” deve ser reavaliado.
Por um lado, Duarte não é conciliatório. O ponto referencial do seu pensamento é sempre Adorno. Ao esmorecimento da teoria comunicativa, que desde Habermas vaga pela Teoria Crítica, ele não adere. Por outro lado, Duarte é tudo menos fechado. São exatamente as peculiaridades de seu país que ele introduz no discurso da Teoria Crítica. Elas ecoam nos seus textos também lá onde ele não as menciona propriamente. Desse modo, Duarte apresenta uma contribuição própria para a polifonia cultural – freqüentemente contrapontística – da Teoria Crítica, a qual, para muitos leitores, é desejável.

Causalidade e direção do tempo - Hume e o debate contemporâneo
Túlio Aguiar
Área: Teoria do Conhecimento | Crítica e interpretaçãoCausalidade e direção do tempo - Hume e o debate contemporâneo
Coleção: Humanitas
2008. 177p. ISBN: 978-85-7041-703-9

O tema deste livro é a investigação filosófica dos processos causais e sua repercussão na ciência e na vida cotidiana. Quando atiramos uma pedra em um lago de águas calmas, vemos a formação das características ondas concêntricas em expansão. Nós nunca observamos o processo inverso, em que as ondas se contraem e a pedra é expelida do lago. Este exemplo sugere que os processos causais têm uma direção e que ela tem a mesma direção do tempo – do passado para o futuro. Será isso uma mera coincidência? A direção do tempo explica a direção dos processos causais, ou seria o contrário? Na tentativa de responder a este tipo de questão, investigamos as noções de explicação causal, leis da natureza, rede causal, dependência probabilística e direção do tempo.

Corrupção - ensaios e críticasCorrupção - ensaios e críticas
Leonardo Avritzer, Newton Bignotto, Juarez Guimarães e Heloisa Maria Murgel Starling (org.)
Área: Ciência política – Filosofia.
Obra avulsa
2008. 598 p. ISBN: 978-85-7041-700-8

O objetivo deste livro é oferecer ao leitor um instrumental capaz de situá-lo no longo percurso de combate à corrupção nas democracias ocidentais e no Brasil. Espera-se que cada leitor se aproprie dele a partir da pluralidade de perspectivas inerente a um fenômeno que desperta mais paixões que qualquer outro na política brasileira contemporânea. Traz textos dos seguintes autores (em ordem alfabética): Aaron Schneider, Alberto Olvera, Alcides Freire Ramos, Aline Soares, Álvaro de Vita, André Macedo Duarte, André Marenco, Antônio César Bocheneck, Bruno Speck, Carlos Antônio Leite Brandão, Carlos Ranulfo Melo, Celi Regina Jardim Pinto, Cícero Araújo, Cláudio Beato, Cristina Zurbriggen, Enrique Peruzzotti, Evaldo Cabral de Mello, Fábio Wanderley Reis, Fátima Anastasia, Fernando Filgueiras, Francisco Gaetani, Heloisa Maria Murgel Starling, Helton Adverse, Isabel Lustosa, Jean Hébette |Jessé Souza, Joana Fontoura, João Feres Júnior, José Maurício Domingues, José Murilo de Carvalho, Juarez Guimarães, Leonardo Avritzer, Lilia Moritz Schwarcz, Luciana Santana, Luciano Raposo Figueiredo, Ludovico Feoli, Luiz Eduar-
do Soares, Marcela Telles Elian Lima, Marcelo Barros Gomes, Marcelo Santus Jasmin, Maria Rita Kehl, Maria Tereza Sadek, Marilena Chaui, Mário Spinelli, Marlise Matos, Myrian Sepúlveda dos Santos, Newton Bignotto, Olgária Chain Féres Matos, Ram Mandil, Raul da Silva Navegantes, Regis Moraes, Renato Janine Ribeiro, Ricardo de Melo Araújo, Rodrigo Patto Sá Motta, Rosangela Patriota, Rubem Barboza Filho, Rubens Goyatá, Sérgio Cardoso, Vânia Vieira, Venício A. de Lima e Wanderley Guilherme dos Santos.

 

Fonte: http://www.editoraufmg.com.br/