Pesquisadoras do GRIS apresentam trabalho no I Colóquio GIRO (UFOP)

 

No dia 29  de outubro, a coordenadora do GRIS, Profª Vera França, juntamente com a mestranda Maria Lúcia Afonso, participou do I Colóquio GIRO, organizado pelo Grupo de Pesquisa em Mídia e Interações Sociais (GIRO), da UFOP.

Na apresentação “Celebridades em terreno de disputa”, as pesquisadoras apresentaram uma análise das declarações de voto durante as eleições, buscando entender como as celebridades, enquanto figuras públicas que exercem influência no âmbito do espaço público, atuaram durante o processo eleitoral de 2018.

 

Orientação Afirmativa comemora aprovação de estudantes

Ontem (19), o PPGCOM-UFMG divulgou a lista de aprovados no processo seletivo 2019 de Mestrado e Doutorado, e o grupo Orientação Afirmativa, parceiro do GRIS, comemora os bons resultados obtidos pelos candidatos aprovados.

Ao todo, 8 estudantes vinculados ao grupo foram aprovados, entre futuras mestrandas e doutorandas que entrarão para as três linhas de pesquisa do Programa.

O GRIS parabeniza a todos os aprovados e reitera seu compromisso com o acolhimento de iniciativas de estudantes e professores que visem o bem comum, o interesse coletivo, o respeito à diversidade e aos direitos humanos.

Pesquisadores do GRIS participam do IV SICO

Entre os dias 07 e 09 de novembro aconteceu, no Campus Pampulha da UFMG, o IV SICO – Seminário Internacional de Comunicação Organizacional, realizado pela PUC Minas e UFMG, e que teve como tema deste ano os Direitos Humanos.

Letícia Lins, doutoranda do PPGCOM e membro do GRIS participou do GT 5 – Comunicação Organizacional e Controvérsias Digitais, apresentando o trabalho “O Reposicionamento de Marca das Cervejarias a partir dos Diálogos Digitais nas Redes. “Esquecemos o Não em Casa mas Saímos com o Nunca” e “O Verão é Nosso mas o Horário é da Verão””. No artigo, Letícia discute o reposicionamento das cervejarias como resultado de embates discursivos nas redes sociais digitais. Os casos analisados são: “Esqueci o não em casa” e “Reposter”, da Skol. E “Verão” da Itaipava, sendo os três representativos da mudança de posicionamento das empresas no que tange à questão de gênero.

Paulo Basílio, mestrando da PUC Minas e membro do Gris participou do GT 7 – Comunicação Organizacional Integrada, apresentando o trabalho  “A força do terceiro simbolizante: Um estudo de caso sobre a Rock Content”, elaborado conjuntamente com a Profa. Waldineia Costa (PUC Minas). No artigo, Paulo e Waldineia analisam como a cultura de uma organização representa uma importante força simbólica entre a empresa e seus funcionários e como ela se mostra viva, é reverberada, ressignificada e reapropriada por meio dos sujeitos através de novos discursos

Membros do Gris participam do VII Seminário Mídia e Narrativa

Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2018, aconteceu o VII Seminário Mídia e Narrativa, organizado pelos membros do grupo Mídia e Narrativa, da PUC Minas. Neste ano o evento teve como temática central os gestos políticos encontrados nas narrativas midiáticas, e os membros do GRIS participaram do evento apresentando três trabalhos.

Na Mesa 2 – Valores e Identidades na Narrativa Midiática, a Profa. Paula Simões apresentou o trabalho “POLÍTICAS DE CELEBRIDADES: valores e posicionamentos no movimento #EleNão”, em que lança um olhar para os valores e modos de atuação das celebridades no movimento #EleNão buscando compreender uma das faces da política de celebridades que integra a cultura da fama em nossa sociedade. Na mesma mesa, o mestrando Paulo Basílio apresentou o trabalho “VERACIDADE E NARRATIVA: os critérios de verdade na entrevista de Bolsonaro ao Jornal Nacional”, um estudo de caso da entrevista de Jair Bolsonaro ao Jornal Nacional no dia 28 de agosto. 

Na Mesa 4 – Convocações Midiáticas, a Profa. Vera França e a doutoranda Fernanda Medeiros apresentaram o trabalho “JÁ QUE EU SOU LEGAL PRA VOCÊ, OLHA O QUE EU TENHO A DIZER!: formação de público, convocação e padrões interativos no mundo das celebridades”, em que apresentavam uma tipologia das celebridades que manifestaram posicionamentos políticos durante as eleições de 2018.

Alunos do GRIS participam da 27ª Semana do Conhecimento da UFMG

Entre 15 e 19 de outubro de 2018, a UFMG expôs ao público cerca de três mil trabalhos vinculados ao ensino, pesquisa e extensão feitos dentro da universidade. Na primeira fase, realizada entre os dias 8 e 9 de outubro, os alunos de Iniciação Científica do GRIS participaram da XXVII Semana de Iniciação Científica, apresentando pôsteres com resultados de suas pesquisas desenvolvidas no âmbito do grupo de pesquisa.

Camila Meira, estudante de Jornalismo e bolsista do GrisLab, apresentou o pôster “Karol Conká: a experiência como mulher negra na construção de sua imagem pública”, sua proposta de pesquisa que tem como objetivo compreender de que maneira a experiência de Karol Conká como mulher negra atravessa a construção de sua imagem pública pelo viés do empoderamento.

Samuel Silveira, estudante de Jornalismo e membro do Projeto Teorias, apresentou o pôster “Perspectivas teóricas da pesquisa comunicacional em Novas Mídias no Brasil”, um mapeamento das teorias, conceitos, autoras e autores que sustentam os estudos de cibercultura e novas mídias no Brasil. Como resultado, Samuel apresentou os dez autores mais referenciados no GT da Compós correspondente à área de Novas Mídias, bem como as bases teóricas que eles evocam e que alicerçam a produção de pesquisadores brasileiros da área.

Pesquisadores do GRIS participam do II Colóquio Discente do PPGCOM-UFMG

No mês de setembro, três pesquisadores do Gris apresentaram seus trabalhos na segunda edição do Colóquio Discente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG, ocorrido entre os dias 17 e 21 de setembro de 2018, na FAFICH.

Maria Lúcia de Almeida Afonso, mestranda do PPGCOM e pesquisadora do GRIS, participou da mesa  Relações de alta tensão: masculinidades, feminilidades e violências de gênero, apresentando o trabalho “As mulheres que Andressa Urach pode ser: celebridade, valores e gênero no Brasil contemporâneo”. Nele, Maria Lúcia descreveu os desafios de seu percurso de pesquisa da dissertação, em que aponta, a partir do entrecruzamento dos conceitos de feminino (gênero) e de celebridade, como analisar uma figura pública como Andressa Urach no contexto brasileiro atual

Afonso Sepulveda, doutorando do PPGCOM e pesquisador do GRIS, participou da mesa Relações de poder e intolerância: entre o ódio, a violência e a morte, apresentando o trabalho “O que a morte nos revela?, uma análise das reverberações da morte de Tatuagem, morador do edifício que desabou num incêndio no Largo do Paissandu em São Paulo.

Mayra Bernardes, mestranda do PPGCOM e pesquisadora do GRIS, participou da mesa Sob uma ótica feminista: narrativas, saberes e representações, apresentando o trabalho “O que temos na cabeça: mapeamento dos estudos sobre cabelos e comunicação no Brasil”, uma análise quantitativa e qualitativa  dados quantitativos e qualitativos sobre  autores, metodologias, objetos empíricos e principais referências bibliográficas de trabalhos publicados sobre mulheres negras, publicidade de cosméticos e transição capilar.

Pesquisadora do Gris abre evento científico em Cuiabá

A fundadora e coodenadora do Gris (Grupo de Pesquisa em Imagem e Sociabilidade), profa. Vera França abriu o  1º Encontro Multimundos Brasil ontem, 23 de agosto de 2018 na Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá. O evento marca o lançamento do grupo de pesquisa “Multimundos – Conhecimento, Saberes e modos de comunicação: tensões e transformações na contemporaneidade”. Dedicado a investigar como são construídos os novos modos de conhecimento e as formas contemporâneas de comunicação e cultura, o grupo  Multimundos reúne pesquisadores de 5 países:  Brasil, Portugal, Moçambique, Barbados e Canadá.

Na palestra intitulada “Celebridades como radiografia e farol de valores do mundo contemporâneo”, Vera França abordou a complexidade das figuras públicas, articulando os valores representados por elas, o contexto cultura em que se inserem, as formas de visibilidade, bem como os atributos pessoais que ostentam. A pesquisadora do  Gris também falou de projetos como o Laboratório de Análise de Acontecimentos (GrisLab) e o Radar de Celebridades, que monitoram e analisam acontecimentos de repercussão social e figuras de referência na sociedade brasileira respectivamente.

Novas doutoras ligadas ao Gris

No mês de junho, três pesquisadoras ligadas ao Gris defenderam suas teses: Tamires Coêlho (ao centro da última foto), Suzana Lopes e Fabíola Souza (segunda da esquerda para a direita na primeira foto).

Tamires Ferreira Coêlho, professora da UFMT e membra do GrisLab,  defendeu a tese Sertanejas Coectadas: autonomia e escrita de si de mulheres do Sertão do Piauí no Facebook. Orientada pela professora Angela Marques, Tamires coletou e analisou dados e entrevistas sobre o uso do facebook por mulheres sertanejas do sudoeste do Piauí. A pesquisa buscou entender a chegada de diversos meios de comunicação nesse cenário nordestino e seus impactos na vida dessas mulheres.  A banca, composta inteiramente por mulheres, teve a participação da professora da UFV, Rayza Sarmento, as professoras da UFMG, Laura Guimarães Corrêa e Maria Aparecida Moura, junto com Nicole D’Almeida, de Paris-Sobourne,

No dia 8 de junho, Suzana Cunha Lopes defendeu a tese intitulada Vem ver Belém a festejar: análise de cenas comunicativas do Círio de Nazaré. Na tese, a pesquisadora conta como,

“a partir da orientação pragmatista, no processo de articulação empiria e teoria, construímos o conceito de cenas comunicativas para atuar como operador metodológico da análise de interações comunicativas no contexto micro social de duas famílias, identificadas como os Filhos da Esperança e a Família de Catarina.”

A pesquisa foi orientada pela professora Vera França e a banca contou também com o professor Roberto Vecchi, da Universidade de Bolonha – que participou por videoconferência – e com as presenças da professora Maria Ataide Malcher, da Universidade Federal do Pará, o professor José Luiz Braga, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, e a professora Luciana de Oliveira, da UFMG.

Por fim, em 19 de junho, Fabíola Carolina de Souza defendeu a tese Marcelo Rezende, um apresentador performático: do telejornalismo policial à celebrização. Também orientada pela professora Vera França, a defesa teve participação do professor João Batista de Macedo Freire Filho (UFRJ), a professora Lígia Campos de Cerqueira Lana (PUC-RJ), a professora Simone Maria Rocha (UFMG) e a professora e coordenadora do Gris, Paula Guimarães Simões (UFMG). Em anos anteriores, Fabíola desenvolveu seu TCC e sua dissertação no âmbito do Gris.

Em julho, Lívia Barroso defende sua tese Vivendo em Pau d’Arco-PI: Interações e transformações midiáticas. A defesa acontece às 9:30hs, na sala 3100 da Fafich, sexta-feira, dia 20.

Projeto do Gris seleciona bolsista de Iniciação Científica

Está aberto o processo seletivo para bolsista de Iniciação Científica (IC) do Gris, pelo projeto “Observatório de celebridades: emergência, ação e permanência dos/as famosos/as no contexto brasileiro“. São elegíveis alunos e alunas de graduação em Comunicação Social, que estejam, pelo menos, no terceiro período do curso (a partir de agosto de 2018).

O projeto

O objetivo desta pesquisa é construir um panorama de celebridades que povoam a cena pública brasileira, bem como compreender a inserção social e histórica de tais figuras nesse contexto. A pesquisa busca, assim, constituir um observatório de celebridades, identificando seus modos de emergência (por sua inserção em um acontecimento ou por um desempenho louvável em determinada atividade, por exemplo) e evidenciando a diversidade de campos em que elas se situam. Com isso, procura-se apreender a diversidade de tipos construídos nos processos de celebrização – suas semelhanças e distinções –, assim como discutir os valores que tais figuras encarnam e que as projetam no cenário de visibilidade. Nesse sentido, a pesquisa se agrega a outros esforços na tentativa de aprofundar a compreensão acerca da relação entre a cultura das celebridades e o universo de valores da sociedade brasileira contemporânea.

Processo Seletivo

Vagas: 1 (uma)

Agência de Fomento: CNPq

Carga Horária: 20 horas semanais

Valor: R$ 400,00 (bolsa não acumulável)

Orientadora: Paula Guimarães Simões

Vigência: Agosto de 2018 – Julho de 2019

Inscrição: Carta de Intenções com justificativa do interesse pelo projeto e Histórico Acadêmico devem ser enviados para paulaguimaraessimoes@yahoo.com.br até as 18 hs do dia 10 de julho de 2018 (terça-feira).

Entrevistas: Realizadas no dia 11 de julho de 2018 (quarta-feira), a partir das 10hs, na sala do GRIS (3047 da FAFICH/UFMG). O horário de cada entrevista será divulgado por email no dia 10 de julho de 2018, após as 18hs.

Pré-requisitos: Cursando pelo menos o terceiro período do curso (a partir de agosto de 2018) de graduação em Comunicação Social.

Em caso de dúvidas, favor contatar: paulaguimaraessimoes@yahoo.com.br.

Gris lança livros sobre a Copa de 2014 e Modelo Praxiológico da Comunicação

O Gris lança amanhã, quinta-feira, os livros “Quem se lembra da Copa de 2014? Marcas e Repercussões do acontecimento” e “O Modelo Praxiológico e os Desafios da Pesquisa em Comunicação”. Os lançamentos acontecem na Santa Pizza BH, no bairro Santa Tereza, a partir das 19hs. A entrada é franca.

Quem se lembra da Copa de 2014” é uma publicação pelo Selo PGGCOM-UFMG e organizado pela professora titular do departamento de Comunicação Social da UFMG e subcoordenadora do Gris, Vera França, e pelo professor do Instituto Federal de Goiás, Renné França. O livro, disponível em uma versão e-book, é uma coletânea de análises sobre acontecimentos relativos à Copa do Mundo de Futebol de 2014. Os textos reunidos foram feitos ao longo daquele ano, refletindo em diferentes momentos as repercussões da edição anterior do megaevento da FIFA, realizada no Brasil.

O Modelo Praxiológico e os Desafios da Pesquisa em Comunicação”, publicado pela Editora Sulina, é organizado pelas professoras Vera França e Paula Guimarães Simões, professora de Comunicação Social pela UFMG e coordenadora do Gris. Com o modelo praxiológico, entende-se a comunicação não como simples troca de informações, mas como uma ação conjugada entre sujeitos realizada por meio da linguagem, como um processo de produção e troca de sentidos por interlocutores nas redes de relações que se estabelecem em diferentes contextos sociais.

Serviço

Lançamento dos livros “Quem se lembra da Copa de 2014” e “O Modelo Praxiológico e os Desafios da Pesquisa em Comunicação”

Data: 21 de junho (quinta-feira)

Local: Santa Pizza BH – Rua Silvianópolis, 452, Santa Tereza, Belo Horizonte

Entrada Franca