Pesquisas LabTrab

Últimos 5 anos

A prisão vista de seu interior: o trabalho dos agentes de segurança penitenciária, dos agentes de pastoral e dos conselhos da comunidade (2016).

Coordenação: Vanessa Andrade de Barros.
Participantes: João Batista Moreira Pinto; Dominique Lhuilier; Xadia Ferreira da Silva; Thaisa Fonseca do Amaral; Taina Fernandes Vieira; Marcela Sobreira Silva.
Financiamento: CNPQ
Parcerias Institucionais e Instituições envolvidas no projeto:  Instituto DH Pesquisa, Formação e Intervenção em Direitos Humanos e Cidadania; Centro de Apoio Operacional Às Promotorias de Direitos Humanos; Conselho da Comunidade de Belo Horizonte; Pastoral Carcerária de Minas Gerais

Este projeto decorre de pesquisas anteriores sobre a relação trabalho e marginalidade, onde buscou-se compreender as repercussões psicossociais de atividades consideradas sem importância ou valor, sujas, estigmatizantes, condenáveis, excludentes ou marginais, aí incluído o trabalho no sistema prisional. Partindo da premissa ergológica de que a atividade de trabalho é fonte ininterrupta de produção de normas e saberes, possui como objetivo geral analisar a atividade de trabalho de agentes penitenciários e de trabalhadores sociais nas prisões e a gestão cotidiana das interfaces e tensões que constituem esse trabalho, diante dos desafios de cumprir protocolos e atender às exigências do trabalho real. É desenvolvido em 08 penitenciárias da região metropolitana de Belo Horizonte, buscando compreender as interfaces e as tensões inter e intragrupos. Trata-se de categoria de trabalhadores pouco estudadas pela Psicologia do Trabalho em que pese a complexidade dessas atividades e do sistema prisional.


Trabalhar nas prisões: o cotidiano de trabalho de agentes carcerários (2014)

Coordenação: Vanessa Andrade de Barros.
Participantes: João Batista Moreira Pinto; Dominique Lhuilier; Xadia Ferreira da Silva; Taina Fernandes Vieira; Marcela Sobreira Silva; Flavia Nunes; Graziele Maia; Lorena de Brito Marcelino Pereira; Mariana Acacio Magalhães; Stephany Santos Miranda.
Financiamento: FAPEMIG
Parcerias Institucionais e Instituições envolvidas no projeto: Secretaria de Estado da Defesa Social de Minas Gerais; Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Direitos Humanos; Instituto DH Pesquisa, Formação e Intervenção em Direitos Humanos e Cidadania

O projeto decorre de pesquisas anteriores sobre a relação trabalho e marginalidade, onde buscou-se compreender as repercussões psicossociais de atividades consideradas sem importância ou valor, sujas, estigmatizantes, condenáveis, excludentes ou marginais, aí incluído o trabalho no sistema prisional. Nesse contexto propõe estudar o trabalho dos agentes penitenciários em 08 penitenciárias da região metropolitana de Belo Horizonte, sendo 02 femininas e 6 masculinas. Possui como objetivo geral compreender a realidade de trabalho dos agentes penitenciários, suas repercussões na vida cotidiana e seus impactos psicossociais. Trata-se de categoria profissional pouco estudada pela psicologia do trabalho. Suas condições de trabalho são precárias e padecem de grande sofrimento pelo alto índice de adoecimento físico e mental entre eles relacionado ao trabalho. A pesquisa será realizada na perspectiva teórico/metodológica da Ergologia, em dialogo com a Psicossociologia do Trabalho, onde as noções de trabalho real, atividade, prisionização, trabalho sujo e negativo psicossocial orientarão as analises.