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Filosofia no Brasil: Paulo Margutti

Exibido em 4 de Dezembro de 2006 | Resumo por: Joao Manini - Categorias: Filosofia no Brasil

Paulo Margutti O Professor Paulo Roberto Margutti Pinto graduou-se em Filosofia pela UFMG em 1967. Concluiu o mestrado em Filosofia também na UFMG, em 1979, e o doutorado em Filosofia na University of Edinburgh, em 1992. Foi professor do corpo permanente do departamento de Filosofia da FAFICH da UFMG de março de 1975 a julho de 2006, quando se aposentou. Atualmente é professor titular do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE-ISI), em Belo Horizonte.

Bloco 1

O professor faz um diagnóstico sobre a filosofia no Brasil e sua experiência pessoal no Departamento de Filosofia quanto a esta disciplina. Experiência esta que remonta a história de sua existência enquanto disciplina, sua extinção e posteriormente, da organização de um frutífero grupo de estudos com a finalidade de suprir sua ausência.

Bloco 2

Paulo Margutti traça um panorama histórico que remonta a modernidade Ibérica até a colonização brasileira, através do qual esboça a influência destes fatos à constituição do pensamento brasileiro. Explica também a intensa relação que a filosofia tem com a literatura no Brasil.

Bloco 3

O professor Margutti fala das especificidades do pensamento brasileiro e como esta tem se expressado filosoficamente na literatura. Exemplifica através da comparação entre Matias Aires e David Hume, Wittgenstein e Clarice Lispector, Rorty e Machado de Assis.

Bloco4

O aluno José Cândido apresenta um trecho da obra O Heterologos em Língua Portuguesa.



3 pessoas comentaram o programa de “Filosofia no Brasil: Paulo Margutti”

  1. O filósofo cordial como educador e autor « Variações & Experimentos disse:

    […] fevereiro 20, 2008 por marcosgoulart                                                                  Paulo Roberto Margutti Pinto Todos sabemos que a tarefa primordial do educador é formar pessoas com espírito crítico e voltadas para a ação, ou seja, pessoas capazes de identificar o que constitui problema numa determinada situação, estabelecer as diretrizes para a solução do problema e agir eficazmente no sentido de corrigí-lo. Quando o educador escreve sobre sua própria atividade, diagnosticando problemas e sugerindo soluções através de planos de ação, ele está, em princípio, mostrando que possui as mesmas qualidades que tenta transmitir aos seus alunos. Agindo assim, ele ultrapassa os limites estritos da sala de aula e contribui para a transformação da própria sociedade em que vive. Trata-se de uma atitude altamente recomendável, pois envolve tanto a reflexão sobre a própria realidade como o registro por escrito desta reflexão, colaborando desse modo na preservação do indispensável foro de debates que possibilita o desenvolvimento da atividade pedagógica. O educador que se torna autor se transforma num reformador. Continuar lendo Ouça também o professor no Programa Logofonia sobre Filosofia Brasileira clicando aqui. […]

  2. Juliana disse:

    Olá boa tarde
    Uma forma artística de transformação individual e posteriormente coletiva a sociedade, se trata do “teatro do oprimido”, criado pelo teatrólogo, falecido mês passado (maio de 2009) Augusto Boal.
    O expectador se torna ator do processo.
    Vale a pena conferir
    abraços
    Juliana

  3. magda disse:

    nao gostei nao tinha o que eu procurava

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