a

Lorem ipsum dolor sit amet, conse ctetur adip elit, pellentesque turpis.

Tel: (31)3409-5042          e-mail: ppg.psi.cogcom@gmail.com          horário de atendimento: 08:00h as 12:00h

Projetos

  /  Projetos

LEAD

A intervenção precoce com crianças com Transtornos do Espectro do Autismo é importante porque a plasticidade cerebral é maior quando a criança é mais nova e, assim, é possível alcançar melhores resultados no longo prazo e prevenir regressões e complicações. Quanto mais cedo se iniciar a intervenção, maiores são as chances de atenuação dos sintomas e de a criança desenvolver amplamente seus potenciais cognitivos, comunicativos, linguísticos e sociais.

O Modelo Denver de Intervenção Precoce (ESDM – Early Start Denver Model) foi desenvolvido pelas pesquisadoras Sally Rogers e Geraldine Dawson e se baseia em práticas da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) com eficácia comprovada e em conhecimentos da psicologia do desenvolvimento. Visa ao desenvolvimento global da criança e tem sido aplicado em diferentes países. As intervenções envolvem os familiares e ocorrem em contextos lúdicos e naturalistas. No Laboratório de Estudo e Extensão em Autismo e Desenvolvimento (LEAD), são realizadas por estudantes de graduação e pós-graduação e supervisionadas pelas professoras Dras. Cláudia Cardoso-Martins e Maria Luísa Magalhães Nogueira.

Contato: 3409-3804.

Sala 2000, FAFICH – Campus Pampulha.

Os pais têm a possibilidade de estimular amplamente o desenvolvimento de seus filhos, pois estão com eles por um longo período de tempo e durante diversas atividades: de alimentação, banho, brincadeiras, na hora de dormir, etc. No caso das crianças com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), é importante que eles entendam o comportamento dos filhos e se tornem capazes de identificar oportunidades de estimulação nas suas rotinas diárias. Assim, podem criar situações de aprendizagem em ambientes naturais e facilitar a generalização de comportamentos para contextos variados. O envolvimento dos pais é imprescindível na intervenção com crianças com TEA.

Contato: 3409-3804

Sala 2000, FAFICH – Campus Pampulha.

O Programa de Atenção Interdisciplinar ao Autismo (PRAIA), realizado em parceria pelo Laboratório de Estudo e Extensão em Autismo e Desenvolvimento (LEAD), do Departamento de Psicologia, e pelo Laboratório de Integração Sensorial (LAIS), do Departamento de Terapia Ocupacional, oferece palestras quinzenais com especialistas nos Transtornos do Espectro do Autismo (TEA). Os eventos são abertos a estudantes, profissionais de saúde e familiares de pessoas com TEA e têm entre seus objetivos divulgar informações sobre o autismo e estimular pais e profissionais que lidam com crianças com TEA a entender comportamento delas e a partilhar conhecimentos e estratégias.

Contato: praia.ufmg@gmail.com

Instagram: praia.ufmg

LECCA

No LECCA são conduzidas pesquisas sobre diversos temas relacionados à cognição, comportamento e aprendizagem, dentro da perspectiva da Análise do Comportamento, Psicologia Cognitiva e Neurociência Cognitiva. Dentre os temas estudados estão: medidas comportamentais e eletrofisiológicas do comportamento simbólico, aquisição e desenvolvimento da linguagem e do comportamento simbólico, processos cognitivos e neurais subjacentes a codificação e evocação de memórias, desenvolvimento sociocognitivo, processos básicos de aprendizagem, desenvolvimento de procedimentos de ensino, etc. Os professores do LECCA possuem parcerias com instituições nacionais e internacionais. Dentre elas, destaca-se a colaboração com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino – INCT-ECCE.

Professores membros: Dr. Antônio Jaeger, Dr. Edson Massayuki Huziwara, Dr. Renato Bortoloti, Dra. Thais Porlan de Oliveira e Dra. Viviane Verdu Rico.

Sala: 2012, FAFICH – Campus Pampulha Contato: lecca.ufmg@gmail.com

LabCog

A depressão é um transtorno do humor que acarreta prejuízos em diferentes aspectos da vida social e cognitiva do indivíduo, sendo o impacto dessa doença especialmente acentuado em pacientes crônicos, como os pacientes portadores de diabetes. Há evidências de que cerca de 10 a 15% dos diabéticos apresentem sintomas depressivos durante o curso da doença. A presença da depressão potencializa os impactos negativos no controle do diabetes, o que pode dificultar o tratamento e, consequentemente, diminuir a qualidade de vida do paciente. Tendo em vista esse quadro de sofrimento psicológico é importante que os pacientes diabéticos com depressão recebam, além do tratamento tradicional, intervenção psicoterapêutica que favoreça tanto a diminuição dos sintomas depressivos quanto o aumento do repertório comportamental e social, impactando na saúde mental deles. Nesse sentido, o presente projeto de extensão propõe um conjunto de atividades que envolvem a participação de docentes, alunos de graduação e de pós-graduação na capacitação profissional e implementação de serviços de atenção psicológica no ambulatório do Serviço de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da UFMG.

Esta proposta nasceu da parceria do LabCog com o Serviço Especial de Endocrinologia e Metabologia (SEEM) do Ambulatório Borges da Costa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participa da investigação, ainda, o Laboratório de Pesquisa e Intervenção Cognitivo-Comportamental, coordenado pela Professora Carmem Beatriz Neufeld (USP, Ribeirão Preto). A parceria estabelecida com o Hospital das Clínicas da UFMG permite oferecer aos pacientes um serviço de atendimento psicológico composto pela avaliação e intervenção psicológica aos pacientes diabéticos. Propõe a investigação de transtornos mentais, sintomas depressivos e a qualidade de vida dos pacientes diabéticos, bem como a criação de um programa de intervenção cognitivo-comportamental em grupo para depressão com a colaboração desses pacientes, além de oficinas psicoeducativas sobre a associação diabetes-depressão. Todo o processo implicará na produção de conhecimento sobre a prevenção e tratamento da depressão nos pacientes diabéticos, além da capacitação dos estudantes de graduação envolvidos.

Equipe: é composta por professores doutores, especialistas na área, alunos de pós-graduação com experiência clínica e conhecimentos teóricos sobre o assunto e alunos de graduação dos cursos de psicologia e medicina da UFMG.

Orientação: Prof. Dr. Maycoln Teodoro

Coordenação: Priscilla Ohno e Alessandra Assumpção

Local de realização: Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Ambulatório Borges da Costa do Hospital das Clínicas e Serviço de Psicologia Aplicada, ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte – Minas Gerais.

Público Alvo: Avaliação psicológica e oficinas psicoeducativas: pacientes adultos diabéticos que frequentam o Ambulatório de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da UFMG.

Intervenção terapêutica: pacientes diagnosticados com diabetes tipo 2 e transtorno depressivo atendidos no Ambulatório de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da UFMG

LND

Ambulatório de Pesquisa sobre Dificuldades de Aprendizagem da Matemática e Síndromes Genéticas

O Número funciona junto ao Laboratório de Neuropsicologia do Desenvolvimento (LND-UFMG) desde 2011. Os objetivos do Número são a assistência e pesquisa neuropsicológica voltada para crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem da matemática e síndromes genéticas. As atividades assistenciais do Número são voltadas para a comunidade carente, principalmente alunos de escolas públicas.

O Número presta serviços de diagnóstico e aconselhamento neuropsicológico. Os atendimentos são realizados mediante consentimento informado no contexto de projetos de pesquisa aprovados pelo COEP-UFMG. Mas os atendimentos não são condicionados à participação nos projetos de pesquisa.

No início de cada ano é realizado um processo de avaliação neuropsicológica breve dos clientes que procuram o Número. É realizada uma entrevista clínica com a mãe e são avaliados o desempenho escolar, inteligência, comportamento e habilidades cognitivo-numéricas. A seguir é realizada uma entrevista de aconselhamento com a mãe e fornecido um relatório por escrito. As crianças e suas famílias são então encaminhadas para os recursos de atendimento na comunidade que se fizerem necessários.

Quando é formulada a hipótese diagnóstica de discalculia do desenvolvimento, a criança e a família são convidadas para participar de uma segunda de fase de diagnóstico para melhor identificar os fatores de risco cognitivos, pessoais, familiares e sociais concorrentes para as dificuldades de aprendizagem da matemática. A família recebe então aconselhamento. Conforme a indicação, alguns clientes são convidados a participar em projetos de pesquisa sobre intervenção.

A equipe que atua no Número é interdisciplinar, contando com profissionais de várias áreas e em diversos níveis de formação, incluindo professores, pós-doutores, doutorandos, mestres e alunos de iniciação científica. O coordenador do Número é o Prof. Vitor Geraldi Haase do Departamento de Psicologia da FAFICH-UFMG.

O Número funciona nas salas 2014 e 2016 da FAFICH-UFMG.

Telefone: 31/34096295.