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Faculdade de Direito já tem nova Diretoria eleita para os próximos quatro anos. Os partidários do modelo paritário de consulta, rejeitado pela Congregação, esperam melhor êxito em 2015.

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Alunos escolhem a diretoria da Faculdade de Direito - Foto: Tulio Vianna


Texto:
Anna Aguiar



A Faculdade de Direito da UFMG tem uma nova diretoria. Os eleitos foram a professora Amanda Flávio de Oliveira e o professor Fernando Gonzaga Jayme, respectivamente a nova diretora e o novo vice-diretor da Faculdade.
De acordo com o Regimento Interno da Faculdade de Direito da UFMG, passam a ser competências da Professora Amanda, agora principal autoridade administrativa da Unidade, supervisionar as atividades didático-administrativas da Faculdade e dirigir seus serviços administrativos. Ao Professor Fernando, agora cabe auxiliar a Diretora quando necessário, além de substituí-la quando necessário.

Concorreram ainda a professora Maria Helena Megale e o professor Marcelo Cattoni. A escolha foi feita através de votação. Atualmente, o peso dos votos se divide da seguinte forma: 70% para docentes, 15% para servidores e 15% para discentes. Entre os alunos e professores, Amanda e Fernando foram os mais votados. Entre os servidores, no entanto, o quadro foi inverso: Maria Helena e Marcelo tiveram mais votos.

No dia 30 de março, em reunião da Congregação da Faculdade de Direito, órgão máximo de deliberação da unidade, foi aprovado por nove votos a favor e seis contra o modelo de consulta paritária para a próxima eleição. De acordo com as novas diretrizes, estudantes, técnicos administrativos e professores terão peso igual de voto, ou seja, um terço para cada.

O presidente do Centro Acadêmico Afonso Pena, Matheus Miranda, ressalta as vantagens de eleições paritárias: “elas proporcionam uma igualdade de participação, o processo fica mais democrático, já que os três segmentos participam de forma igualitária”. O novo modelo será utilizado a partir das próximas eleições, de acordo com a decisão de uma reunião extraordinária convocada pelo então diretor. Matheus conta que a alegação do diretor foi de que toda mudança de cunho eleitoral não é válida para o ano em que está ocorrendo. Por isso, eleições paritárias para Diretoria, só em 2015.
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