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E o Oscarol vai para...

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E o Oscarol vai para...

Oscar dos alunos do curso de Comunicação Social da UFMG tem o objetivo de promover a integração entre os alunos. Mas nem todo mundo concorda...


Matéria e edição: Fávia Moraes e Andreza Brito
Edição de mídia: Danilo Borges

“Realejo é aquela pessoa da qual você sempre ouve as melhores frases e que está na seção mais pop do Carol:
os flashes da semana.” Quando leu essa descrição, Sâmia Bechelane (6º) não entendeu por que foi indicada para essa categoria no Oscarol 2008/01. “A princípio, achei injusta minha indicação, ainda mais por ter se tratado de votos combinados entre amigos. Não me considerava uma pessoa que soltava pérolas a torto e direito”, explica. Apesar da surpresa inicial, ela entrou na brincadeira, já que acredita na integração que o evento promove entre os estudantes. Mesmo assim, se diz aliviada com o resultado. “Felizmente, depois da votação final, fui a última colocada”, brinca.

Para a editora do Carol, Lívia Aguiar, uma das organizadoras do Oscarol 2009/02, a idéia é divertir. O objetivo fica claro na descrição das categorias, que mudam a cada edição. Este ano, por exemplo, foram feitas associações com nomes de filmes. Em “Eu sou a Lenda”, por exemplo, os candidatos são aqueles considerados o sonho de consumo de (quase) todo o curso.  E se um dos objetivos era promover a identificação dos alunos, ele parece ter sido alcançado. É comum encontrar estudantes que tem um palpite para cada categoria ou candidatos com discursos criativos.



Nem todo mundo se diverte com o Oscarol. Na edição 2008, uma estudante foi indicada contra a vontade em uma espécie de brincadeira que acabou deixando a aluna ofendida. Um ano depois, ela continua chateada, motivo que impediu a participação na matéria. Problema semelhante aconteceu com o jornalista Enderson Cunha, que oferecia na época o Laboratório Extra Campus. O nome da disciplina foi associado à categoria dos ‘’picaretas’’, o que também chateou o professor. “Na época, deixei de assinar o Carol. Mas depois entendi que foi alguma coisa de brincadeira mesmo”, conta. Para evitar qualquer indisposição nesta edição, Lívia garante que vai avaliar os indicados previamente, mas tentando conservar a surpresa nos resultados.

Patricinha, picareta, pegador...
Na Comunicação/UFMG, rotular é comum. (ver link interno do Carol) O costume pode ser uma das explicações para o surgimento do Oscarol, há 6 anos. A jornalista Silvia Amélia participou da organização da premiação, chamada na época de ‘’Carol sem Noção’’, uma homenagem à edição 100 do e-zine. Para Silvia, “o Oscar do Carol pode ser uma brincadeira saudável e criativa com o envolvimento dos indicados. Só o candidato que está à vontade com a indicação vai fazer campanha - e as campanhas são uma das melhores partes desta festa”, afirma. 

Mas tem gente que nem precisou pedir votos. Homenageado garantido este ano, o professor Paulo B é o destaque no cartaz de divulgação do concurso. Ele não sabe ao certo porque foi lembrado, mas ficou feliz. Segundo os organizadores, a relevância do professor na área da publicidade e o formato da cabeça que se ajusta como nenhuma outra ao troféu são bons motivos.

  Fotos do penúltimo
  Churrascom
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   /comunicaufmg/
  Chamada para
  esta edição
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   /watch?v=XRMPHYQB4wU
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