<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>

<channel>
	<title>Laboratório de Filosofia - UFMG</title>
	<atom:link href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil</link>
	<description>Blog do Laboratório de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 04:50:11 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.2</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Mito e Ciência</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-ciencia/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 04:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=286</guid>
		<description><![CDATA[Laboratório de Filosofia II
Profa. Lívia Guiimarães
Alice Parrela Medrado
Módulo: Epistemologia
Mito e Ciência
Mito e ciência são palavras polissêmicas, cuja definição deve ser repensada frente a diferentes contextos. No cotidiano, costumamos usar a palavra de origem grega mito como sinônimo de um pensamento equivocado, errôneo, irracional, contrário aos conhecimentos firmemente construídos pela ciência. Mas este uso da palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: x-small;"><span>Laboratório de Filosofia II</span></span></p>
<p><span>Profa. Lívia Guiimarães</span></p>
<p><span>Alice Parrela Medrado</span></p>
<p style="text-align: center;"><span>Módulo: Epistemologia</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><strong>Mito e Ciência</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Mito e ciência são palavras polissêmicas, cuja definição deve ser repensada frente a diferentes contextos. No cotidiano, costumamos usar a palavra de origem grega<span> </span><em>mito</em><span> </span>como sinônimo de um pensamento equivocado, errôneo, irracional, contrário aos conhecimentos firmemente construídos pela ciência. Mas este uso da palavra<span> </span><em>mito</em>, na verdade, nada tem de científico; é preciso desmistifica-lo. A princípio,<span> </span><em>mito</em><span> </span>quer dizer<span> </span><em>estória</em><span> </span>ou<span> </span><em>narrativa.<span> </span></em>Ao contrário da ciência, que se desenvolveu inicialmente no ambiente específico da cultura ocidental, o pensamento mitológico é comum a todas as sociedades de que se tem notícia. O mito é, em geral, uma forma de narrativa que busca explicar vários sentimentos humanos, como o ódio, o amor e a amizade, ou as relações de parentesco e de subordinação ou ainda temas difíceis de serem entendidos, como a origem e ordenação do universo, ou o por quê de uma planta ser imprópria para o consumo humano (ex., mito da mandioca brava.). O grande antropólogo e estudioso de mitos Claude Lévi-Strauss chega, assim, à conclusão de que as pessoas que produzem mitos são movidas “por uma necessidade ou um desejo de compreender o mundo que os envolve, a sua natureza e a sociedade em que vivem. Por outro lado, para atingirem este objetivo, agem por meios intelectuais, exactamente como faz um filósofo ou até, em certa medida, como pode fazer e fará um cientista.”<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote1anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote1sym"><span><sup><span>1</span></sup></span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Fato é, no entanto, que mito e ciência guardam entre si diferenças fundamentais. Para Lévi-Strauss, a característica primeira do mito é partir de uma imagem totalizante sobre o mundo, para então explicar acontecimentos particulares. Assim, o livro sagrado dos cristãos, a Bíblia, começa, no livro do Gênesis, pela narrativa da criação do mundo, para então explicar o surgimento da linguagem, a diferença entre os vários povos, as leis e regras morais que devem ser seguidas pelos cristãos. Lévi-Strauss afirma, portanto, que o mito é “um modo de pensar que parte do princípio de que, se não se compreende tudo, não se pode explicar coisa alguma. Isto está inteiramente em contradição com o modo de proceder do pensamento científico, que consiste em avançar etapa por etapa, tentando dar explicações para um determinado número de fenômenos e progredir, em seguida, para outros tipos de fenômenos, e assim por diante.”<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote2anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote2sym"><span><sup><span>2</span></sup></span></a>. Isto quer dizer que, na sua tentativa de compreender o mundo, o mito elabora uma grande<em>narrativa<span> </span></em>sobre como as coisas chegaram a seu estado atual, enquanto que a ciência não trabalha, prioritariamente, com grandes narrativas, mas descrições pontuais de fenômenos naturais. Temos com isto que, enquanto a forma de discurso própria do mito é a<em>narrativa</em>, a forma própria do discurso científico é a<span> </span><em>descrição</em>. Isto tem ainda uma outra implicação, é que o mito se preocupa com o<span> </span><em>por quê<span> </span></em>das coisas, enquanto a ciência se ocupa apenas do<span> </span><em>como</em>; por exemplo, de acordo com a doutrina cristã, podemos pensar que o céu é azul porque Deus o fez desta forma; já o pensamento científico nos informa apenas de que o céu é azul, e que isto é um efeito da refração dos raios solares na atmosfera terrestre, assistida por sujeitos que têm uma constituição óptica como a nossa, que percebem este fenômeno como<span> </span><em>azul</em>. Mito e ciência não apenas procedem de forma diferente, mas, acima de tudo, lidam com coisas diferentes. Mas isto não é tudo o que há de diferente entre o pensamento mitológico e o pensamento científico. Para entendermos melhor estas diferenças, proponho que analisemos um mito de nossa cultura sobre a origem do universo e o comparemos com a teoria cientificamente aceita enquanto descrição da origem do universo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>No mito de origem semita, Deus cria a luz, a divisão entre terra, céu e água, os animais, as ervas e árvores, e finalmente o homem à sua imagem e semelhança, para reinar sobre toda a criação e dar-lhe nomes. A partir da costela do homem, cria a mulher para ser sua “ajudante”. Deus coloca homem e mulher num jardim por Ele construído, o jardim do Éden, de cujas plantas homem e mulher poderiam comer, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. A mulher é então seduzida pela serpente, que a convence a provar do fruto da árvore do conhecimento, para que possa ser igual a Deus, conhecedora do bem e do mal; a mulher convence o homem a fazer o mesmo. Desgostoso pela infração de sua lei, Deus condena a mulher às dores do parto, o homem ao trabalho pelo seu sustento, e a serpente a rastejar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Este mito traz, portanto, explicações sobre a origem do universo, como um todo, sobre a condição humana em seu interior e sobre a incerteza a respeito de Deus, que se ocultou do homem por punição, obrigando-o a ter que procurá-Lo pela Revelação e pela fé. O mito de origem cristão encontra semelhanças em vários mitos provindos de outras culturas, e corresponde àquilo que Marcelo Marques chama de “modelo básico” de compreensão do mundo, no pensamento mítico, um modelo que se baseia em relações de parentesco, “isto é, conhecer, explicar, significa encontrar a origem, dizer quem é o pai.”<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote3anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote3sym"><span><sup><span>3</span></sup></span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Já a teoria científica mais aceita atualmente sobre a origem do universo remete a um Big Bang, ou “grande explosão” primordial. Segundo esta teoria, o universo inteiro estava, em dado momento, super aquecido e condensado num só ponto, tendo então começado a se expandir e se esfriar. O modelo do big bang encontra apoio na teoria da relatividade de Einstein e está de acordo ainda com algumas evidências coletadas por astrônomos que provariam que as galáxias continuam se distanciando umas das outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>A primeira diferença que notamos entre o mito de origem cristão e a teoria do big bang é que, nesta teoria científica, como em qualquer outra, não se recorre a um agente exterior para explicar as mudanças que ocorrem no mundo, isto é, a criação do mundo não é atribuída a um Deus, anterior à natureza, mas ao funcionamento da natureza ela mesma. São os próprios ingredientes que estavam condensados num só ponto e a relação entre eles que dão origem às galáxias e todos os fenômenos naturais em seu interior. Quer dizer, a ciência ignora tudo aquilo que seja “sobrenatural”, seu domínio de investigação é o domínio “natural”. No entanto, a teoria do big bang guarda relações de semelhança com formas de pensamento não científico, como a meditação, forma de pensamento religioso que tem como função purificar o espírito que antes que este se volte à busca do conhecimento, e que deduz o todo a partir do um.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Para marcarmos melhor as diferenças entre mito e ciência, portanto, precisamos definir melhor o que chamamos de ciência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Por ciência nos referimos ao conjunto de conhecimentos produzidos por uma comunidade que estabelece os padrões de validade e legitimidade desses conhecimentos, a comunidade dos cientistas. Mesmo que as raízes do pensamento científico se encontrem nos primeiros filósofos gregos, os padrões que hoje identificamos como científicos só foram estabelecidos no século XVII; estes padrões estabelecem que a ciência se realize enquanto atividade empírico-investigativa. Quer dizer, embora o trabalho dos astrônomos seja, em grande parte, um trabalho de “gabinete”, em que se conferem cálculos e se imaginam teorias, a ciência não pode prescindir da observação dos fenômenos da natureza, do experimento. Uma boa teoria científica deve atender ainda aos princípios de simplicidade, coerência, consistência; quer dizer, quanto mais fenômenos puderem ser explicados de forma coerente e consistente a partir de um princípio simples, como a gravitação universal ou a seleção natural, por exemplo, tanto melhor. Isto quer dizer também que a ciência não pode usar, enquanto princípio de descrição do mundo, de idéias que não possam ser cientificamente estudadas, como a idéia de deuses, demônios, carmas, etc. A comunidade científica espera ainda de seus cientistas que estes tenham certas “virtudes epistêmicas”, isto é, um comportamento bem disposto para a investigação, em que o investigador não se precipite em pronunciar um juízo sobre os fenômenos, mantenha suas hipóteses sempre sob suspeita, e confronte o maior número de dados possível. Diferentemente dos mitos, teorias científicas sempre estão sujeitas a serem refutadas; assim, as observações empíricas de Edwin Hubble<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote4anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote4sym"><span><sup><span>4</span></sup></span></a><span> </span>fizeram com que a teoria do big bang suplantasse sua rival, a teoria do “estado estacionário”, e nada impede que novas observações levem a uma reformulação da teoria do big bang, ou que esta teoria seja substituída por outra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Para Nietzsche, a ciência tem sempre em mente o fato de que, ao lidarmos com o mundo, nós naturalmente o falsificamos para que melhor possamos nos adaptar a ele. Nietzsche parte da idéia de que, para se adaptarem, os organismos precisam forjar uma visão de mundo simplificada, estável, sem o que dificilmente conseguiríamos nos orientar no mundo. Assim, nossa experiência nos leva instantaneamente a acreditar que as coisas são de fato idênticas àquilo que percebemos, que as coisas são mais ou menos estáveis e não estão mudando o tempo todo, que as coisas são coisas!<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote5anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote5sym"><span><sup><span>5</span></sup></span></a><span> </span>Esta nossa tendência natural à credulidade é sempre posta em xeque pela ciência, pois, mesmo que tenha se mostrado eficiente enquanto um mecanismo de adaptação, nada diz sobre a natureza das coisas. A ciência moderna traz a compreensão de que ela mesma, enquanto instrumento humano, jamais poderá chegar à verdade completa das coisas, mas se esforçará por criar “ficções conceituais”. Isto é, a ciência sabe que os conceitos com que descreve o mundo não têm precisão absoluta, são ferramentas; por exemplo, temos hoje várias evidências de que a forma como os fenômenos acontecem contradiz nossa idéia de átomo enquanto unidade indivisível da matéria que compõe tudo o que existe: experimentos recentes mostram que o que chamávamos de átomo pode ser subdividido infinitamente, e que, por se comportar ora como luz, ora como matéria, melhor seria entender o átomo como unidade infinitamente divisível de<span> </span><em>força<a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote6anc"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote6sym"><span><sup><span>6</span></sup></span></a></em>. No entanto, continuamos a falar de átomos, o que é uma forma de nos comunicarmos melhor e organizar os diferentes conhecimentos numa imagem, a imagem de átomo. A ciência está ciente, portanto, de que nunca saiu completamente do domínio da ficção, mas se esforça por continuamente depurar os erros epistemológicos a que somos naturalmente levados e nos aproximar de uma visão mais dinâmica e mais completa do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Mito e ciência podem, por vezes se contradizer. Este conflito é visível, por exemplo, na experiência das escolas americanas, que devem escolher entre ensinar a teoria criacionista, de cunho religioso, ou a teoria evolucionista, de cunho científico, para descrever a origem das espécies naturais. No entanto, nada impede que mito e ciência possam coexistir – o que tem acontecido por séculos – uma vez que mito e ciência respondem a diferentes necessidades humanas. Enquanto a ciência tem, certamente, se mostrado mais eficaz na predição de fenômenos naturais e no controle da natureza, o mito cumpre ainda uma função social. O que está em jogo no mito não é a verdade, mas seu poder de criar uma coesão na sociedade, de edificar, expressar comportamentos desejáveis, organizar os sentimentos e afetos experimentados por uma sociedade. Os mitos são, antes de tudo, uma prática social, que respondem a necessidades específicas; na Grécia antiga, o ano novo não podia começar sem que se entoasse a<span> </span><em>Teogonia</em>, mito atribuído ao poeta Hesíodo, que narra a origem do mundo e a instauração da Ordem vigente: era a forma grega com a qual os homens se organizam e organizavam sua relação com o mundo. Assim, se é verdade que nossa sociedade não pode prescindir do conhecimento científico, é verdade também que talvez não possamos prescindir de uma série de mitos, como, por exemplo, as muitas estórias e imagens em torno de Che Guevara, que estampam camisas e embalam os jovens na sua vontade de transformar a sociedade.</span></p>
<p><span>Dever de casa:</span></p>
<p><span>A) Criar dois mitos, um deles para explicar por quê o céu é azul, outro para explicar a origem da escola. Narrar os mitos a seus colegas e observar a reação deles. Seu mito fez sucesso?</span></p>
<p><span>B) Pesquisar teorias científicas sobre a cor do céu e a origem da escola na História.</span></p>
<p><span>Bibliografia:</span></p>
<p><span>LEVI-STRAUSS, C.,<span> </span><em>Mito e Significado</em>. Tradução de António Marques Bessa. Edições 70: Lisboa, 1978.</span></p>
<p><span>MARQUES, M. P., “Mito e filosofia”<span> </span><em>in</em><span> </span><em>Mito</em><span> </span>Caderno de Textos número 2. Núcleo de Filosofia Sônia Viegas. Setembro de 1994.</span></p>
<p><span>NIETZSCHE, F.,<span> </span><em>Humano, demasiado humano</em>:<span> </span><em>um livro para espíritos livres</em>. Tradução, notas e posfácio Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.</span></p>
<p><span>SAHLINS, M.,<span> </span><em>Ilhas de História</em>. Tradução Barbara Sette. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span><a href="http://marcelogleiser.blogspot.com/" target="_blank"><span>http://marcelogleiser.blogspot.com/</span></a></span></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote1sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote1anc"><span><span>1</span></span></a><span>LEVI-STRAUSS, C.,<span> </span><em>Mito e Significado</em>. Tradução de António Marques Bessa. Edições 70: Lisboa, 1978. Pp. 26.</span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote2sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote2anc"><span><span>2</span></span></a><span>Ib. Pp. 27.</span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote3sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote3anc"><span><span>3</span></span></a><span>MARQUES, M. P.,<span> </span>“Mito e filosofia”<span> </span><em>in</em><span> </span><em>Mito</em><span> </span>Caderno de Textos número 2. Núcleo de Filosofia Sônia Viegas. Setembro de 1994. Pp</span><span>. 23.</span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote4sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote4anc"><span><span>4</span></span></a><span>Edwin Hubble (1889-1953) foi um astrônomo americano; suas observações sobre o “desvio para o vermelho” deram apoio à teoria do big bang. Uma pesquisa rápida sobre o fenômeno do “desvio para o vermelho” pode um bom dever decasa para os estudantes.</span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote5sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote5anc"><span><span>5</span></span></a><span>Nietzsche se refere à tendência que temos a “reificar” o mundo, isto é, perceber o mundo na forma de objetos discretos, idênticos a si mesmos, relativamente estáveis, enquanto que do ponto de vista da ciência moderna, o mundo não seria feito de “coisas” ou “matéria”, mas de um amontoado contínuo de forças em constante trocas entre si.</span></p>
<p><a name="12c7f47693f0c811_sdfootnote6sym"></a><a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=bsp&amp;ver=ohhl4rw8mbn4#12c7f47693f0c811_sdfootnote6anc"><span><span>6</span></span></a><span>Dever de casa: pesquisar a evolução do conceito de “força” na ciência.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/felicidade-producao-artistica-e-filosofia-fenomeno-transcultural/" title="Felicidade, Produção Artística e Filosofia: fenômeno transcultural">Felicidade, Produção Artística e Filosofia: fenômeno transcultural</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/lei-e-justica/" title="Lei e Justiça">Lei e Justiça</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-textos-sobre-racionalidade-e-desejo/" title="Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo">Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/relatividade-e-universalidade-dos-valores/" title="Relatividade e Universalidade dos Valores">Relatividade e Universalidade dos Valores</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/alteridade-arte-e-ciencia/" title="Alteridade, Arte e Ciência">Alteridade, Arte e Ciência</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/o-que-e-e-o-que-deve-ser/" title="O que é e o que deve ser">O que é e o que deve ser</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Apresentação da Filosofia - André Comte-Sponville</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/apresentacao-da-filosofia-andre-comte-sponville/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/apresentacao-da-filosofia-andre-comte-sponville/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 04:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=283</guid>
		<description><![CDATA[Introdução:
 
A obra de André Comte-Sponville possui características que a definem por sua sutileza de linguagem, sobretudo agradável aos leitores. Está é uma obra de caráter introdutório capaz de mostrar uma nova perspectiva sobre como podemos entender Filosofia e também sobre o pensamento filosófico ligado a ela. Não se trata de um livro didático, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><span>Introdução:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A obra de André Comte-Sponville possui características que a definem por sua sutileza de linguagem, sobretudo agradável aos leitores. Está é uma obra de caráter introdutório capaz de mostrar uma nova perspectiva sobre como podemos entender Filosofia e também sobre o pensamento filosófico ligado a ela. <span>Não se trata de um livro didático, mas sim, como exposto em seu título, de uma apresentação da filosofia.</span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ficha Técnica:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>COMTE-SPONVILLE, André.</span></strong><span> <em>Apresentação da Filosofia</em>. São Paulo, Ed Martins Fontes, 2002, (trad. Eduardo Brandão).<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Apresentação geral da obra:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Comte-Sponville, em sua obra “Apresentação da Filosofia” tinha como intenção inicial ao criá-la atingir o público dos adolescentes. Todavia, como ele mesmo admitirá em seguida, o autor percebeu que o publico visado “ia muito alem deles”<a name="_ftnref1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cleuber%20In%C3%A1cio%20Amaro/Desktop/Apresentacao_da_Filosofia.doc#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span>[1]</span></span><!--[endif]--></span></span></a>. Por este motivo, poderemos entender que esta obra é voltada para o grande público, na medida que estimula o leitor a se interessar pelo assunto e satisfaz a necessidade dos estudantes de adquirir novos conhecimentos dos temas abordados. A obra foi criada em 2002, possui um conteúdo atualizado e tem uma linguagem límpida e prazerosa como é de costume encontrarmos nos textos de Sponville. Em outras palavras, é um texto que visa atingir um público bastante amplo e de várias idades.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Tipo de organização do conteúdo:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>A obra é de caráter temático, abordando alguns dos principais problemas ligados à tradição filosófica, como, por exemplo, moral, política, amor, tempo, sabedoria, dentro outros. O livro recorre inúmeras vezes à História da Filosofia a fim de pensar os temas filosóficos. Dessa maneira, o leitor não somente se depara com o pensamento do próprio Sponville, mas também se coloca diante do pensamento de grandes correntes da tradição.</span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Quantidade e organização dos capítulos:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>“Apresentação da Filosofia” é uma obra que contêm um preâmbulo, 12 capítulos e duas bibliografias (uma primária e outra secundária). Quanto aos recursos <span>didáticos</span> utilizados, basicamente o autor usa de citações e trechos de obras filosóficas como modo de complementar o raciocínio visado. Não há figuras, nem questionários ou glossário. É interessante ressaltar que no início de cada capítulo o autor serve-se de pequenas citações de filósofos a fim de promover a abertura das reflexões referentes ao tema abordado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Avaliação e parecer pessoal:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Diante da obra “Apresentação da Filosofia”, poderíamos dizer com segurança que o livro faz jus ao seu nome. Se por um lado a autor deixa transparecer sua visão filosófica sobre como entende o conceito de filosofia (vide último capítulo, “A sabedoria”), por outro ele nos faz pensar a todo instante sobre os problemas e soluções que estão atreladas ao assunto em  questão. <span> </span>Ao falar de Filosofia, Comte-Sponville discorre bastante <span>sobre a</span> tradição filosófica e embora seja uma obra que possua muitas referências a filósofos ilustres, ainda assim pode ser considerado um livro que, por sua linguagem atraente e agradável, visa a um público bastante diversificado. Assim sendo, uma obra rica em conteúdo e clara em suas formas como é a <em>Apresentação</em>, pode ser objeto de amplos estudos entre jovens e adultos. No que concerne aos adolescentes, cremos que tal obra pode ser utilizada como material complementar em temas abordados em sala de aula, de modo que o professor possa estar atento às dúvidas que naturalmente irão surgindo, pois nem sempre o leitor e aluno irão conseguir interpretar ou compreender o texto. Enfim, é uma obra que todo estudante poderá recorrer a leituras sempre que possível a fim de estimular e aumentar seu raciocínio filosófico.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;"><span>Por Victor Magalhães Laguna Guimarães</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;">Julho de 2010</p>
<div><!--[if !supportFootnotes]--></p>
<hr size="1" /><!--[endif]--></p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText"><a name="_ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cleuber%20In%C3%A1cio%20Amaro/Desktop/Apresentacao_da_Filosofia.doc#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span>[1]</span></span><!--[endif]--></span></span></a> COMTE-SPONVILLE, André “Apresentação da Filosofia”, pág 12. São Paulo, Ed Martins Fontes, 2002, (trad. Eduardo Brandão).<strong></strong></p>
<p class="MsoFootnoteText">
</div>
</div>
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-arte-e-tecnica/" title="Extrato de Texto sobre arte e técnica">Extrato de Texto sobre arte e técnica</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-filosofia/" title="Mito e Filosofia">Mito e Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/filosofos-na-sala-de-aula-volume-2-vinicius-figueiredo/" title="Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo">Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/cidadania-e-direitos-humanos/" title="Cidadania e Direitos Humanos">Cidadania e Direitos Humanos</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/filosofia-e-litertura-mascaras-sociais-ciencia-e-espiritualidade/" title="Filosofia e Litertura, Máscaras Sociais, Ciência e Espiritualidade">Filosofia e Litertura, Máscaras Sociais, Ciência e Espiritualidade</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/alteridade-arte-e-ciencia/" title="Alteridade, Arte e Ciência">Alteridade, Arte e Ciência</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/apresentacao-da-filosofia-andre-comte-sponville/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/filosofos-na-sala-de-aula-volume-2-vinicius-figueiredo/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/filosofos-na-sala-de-aula-volume-2-vinicius-figueiredo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 04:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=280</guid>
		<description><![CDATA[Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo


1- Ficha técnica:
FIGUEIREDO, Vinicius. Filósofos na sala de aula – Volume 2. 1ª ed. São Paulo: Berlendis &#38; Vertecchia Editores, 2007. 240p.
2- Apresentação geral:
O livro serve como uma chave de leitura para a assimilação da teoria de certos pensadores ocidentais - Os sofistas, Hobbes, Pascal, Marx, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p class="PargrafodaLista"><!--[if !supportLists]--><span><span>1-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span>Ficha técnica:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>FIGUEIREDO, Vinicius. <strong>Filósofos na sala de aula – Volume 2<span>. </span></strong><span>1ª ed. São Paulo: Berlendis<span> </span>&amp; Vertecchia Editores, 2007. 240p.</span></span></p>
<p class="PargrafodaLista"><!--[if !supportLists]--><span><span>2-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span>Apresentação geral:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O livro serve como uma chave de leitura para a assimilação da teoria de certos pensadores ocidentais - Os sofistas, Hobbes, Pascal, Marx, Nietzsche e Freud. Usando de uma linguagem acessível, cada capítulo se debruça sobre um pensador, tendo como autor um especialista atual no assunto. Permite mesmo um retrato rápido da filosofia a partir da análise sucinta desses pensadores e temas por eles trabalhados, por meio de citações de suas obras, uma vez que o livro atenta para o conhecimento como algo situado na história e na cultura de um povo, ou seja,<span> </span>como frutos de um momento histórico. Ele não busca esgotar o estudo, mas apresentar algumas possibilidades de leitura através de conceitos centrais que são apresentados, colocando referências e sugestões de leituras acessíveis ao público. O glossário, ao fim do livro, apresenta uma abordagem genérica do verbete, o que informa o leitor sem chegar a confundi-lo nos aspectos técnicos e herméticos das discussões filosóficas sobre os mesmo. Uma leitura instrutiva e rápida. </span></p>
<p class="PargrafodaLista"><!--[if !supportLists]--><span><span>3-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span>Tipo de organização do conteúdo:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O livro se organiza por capítulos temáticos, que expõem os pensadores trabalhados, seguindo uma ordem cronológica, sendo cada pensador retratado em um único capítulo, mais um glossário. </span></p>
<p class="PargrafodaLista"><!--[if !supportLists]--><span><span>4-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span>Quantidade e organização dos capítulos:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O livro é composto de uma breve apresentação dos autores, um prefácio, seis capítulos e um glossário. Cada um dos capítulos é geralmente dividido em apresentação, que situa os problemas que o pensador trata, uma biografia e uma contextualização histórica, análise de textos originais, com destaque dos conceitos e teses defendidos pelos pensadores, uma apresentação do legado histórico dessa teoria e indicações de bibliografia. </span></p>
<p class="PargrafodaLista"><!--[if !supportLists]--><span><span>5-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span><span> </span>Avaliação e parecer pessoal:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O livro não apresenta uma grave preocupação técnica na sua exposição, o que permite uma leitura fluida numa linguagem acessível, sendo útil tanto como estudo de referências por parte dos alunos, uma vez que facilita a interpretação e situação dos filósofos, bem como modelo para a elaboração de um plano de aulas para o professor, uma vez que segue as diretrizes das Orientações Pedagógicas para o Ensino Médio, bem como as orientações didáticas mais recomendadas atualmente para a postura do professor.<span> </span></span></p>
<div>
<p class="MsoNormal"><span>Mesmo que não substitua um bom manual ou os textos originais (o que está longe de ser a proposta do livro), seja pela exposição sucinta, seja por não colocar exercícios para o leitor, cumpre-se o papel de certa chave de leitura, como prefácio para leituras posteriores, uma vez que consegue instigar uma dose de curiosidade sobre os assuntos retratados, sendo adequado para o uso em sala de aula. Isso porque a preocupação em situar o leitor no contexto cultural e político dos pensadores torna o livro um instrumento didático eficaz e dinâmico. Além do mais, as considerações biográficas são pontuais, permitindo que se perceba o engajamento desses sujeitos da filosofia e suas teorias para tentar solucionar problemas importantes de seu tempo, o que instrui a Filosofia com uma voz ativa perante o mundo, o que é bom para despertar o interesse dos alunos, bem como para alertar o professor que esse diálogo (entre a filosofia e o “mundo real”) deve ser procurado em suas aulas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;">Por <span>Bruno Gonzaga e Mateus Oliveira</span></p>
</div>
<div></div>
<div style="text-align: right;">21 de Junho de 2010</div>
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extratos-de-textos-sobre-o-ensino-de-filosofia/" title="Extratos de Textos sobre o Ensino de Filosofia">Extratos de Textos sobre o Ensino de Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/documentos-legais/" title="Lei 11684 - Obriga o Ensino de Filosofia Na Escola Média">Lei 11684 - Obriga o Ensino de Filosofia Na Escola Média</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/filosofia-e-litertura-mascaras-sociais-ciencia-e-espiritualidade/" title="Filosofia e Litertura, Máscaras Sociais, Ciência e Espiritualidade">Filosofia e Litertura, Máscaras Sociais, Ciência e Espiritualidade</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extratos-de-textos-sobre-corpo-e-psiquismo/" title="Extratos de textos sobre Corpo e psiquismo">Extratos de textos sobre Corpo e psiquismo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/alteridade-arte-e-ciencia/" title="Alteridade, Arte e Ciência">Alteridade, Arte e Ciência</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/artigos/artigo-fundamentos-metafisicos-e-epistemologicos-do-ensino-da-filosofia/" title="Artigo: Fundamentos Metafísicos  e  Epistemológicos  do  Ensino  da Filosofia">Artigo: Fundamentos Metafísicos  e  Epistemológicos  do  Ensino  da Filosofia</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/filosofos-na-sala-de-aula-volume-2-vinicius-figueiredo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de Filosofia - Antônio Rezende</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/curso-de-filosofia-antonio-rezende/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/curso-de-filosofia-antonio-rezende/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 04:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=276</guid>
		<description><![CDATA[Curso de Filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação - Antônio Rezende
 Antonio Rezende é o organizador deste manual de filosofia, que conta com diversos colaboradores - professores especialistas nos temas e autores sobre os quais escreveram. Eles são: Maura Iglésias, José Américo Pessanha, Maria do Carmo Faria, José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span>Curso de Filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação - Antônio Rezende</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span><span> </span>Antonio Rezende é o organizador deste manual de filosofia, que conta com diversos colaboradores - professores especialistas nos temas e autores sobre os quais escreveram. Eles são: Maura Iglésias, José Américo Pessanha, Maria do Carmo Faria, José Silveira da Costa, Hilton Japiassu, Danilo Marcondes de Souza, Valério Rohden, Maria Célia Simon, Franklin Trein, Wilmar Barbosa, Leda Huhne, Vera Portocarrero, Gerd Bornheim, Vera Bueno, Luiz Carlos Pereira, Eduardo Jardim e Kátia Muricy. Há também um capítulo escrito pelo próprio Antonio Rezende, sobre Filosofia no Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span><span> </span><span> </span>São 16 capítulos, além de uma interessante introdução acerca do que é Filosofia e qual a sua utilidade, incluindo também um <em>vocabulário elementar</em> definindo os termos filosóficos mais utilizados, elaborado por Hilton Japiassu.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span>A obra tem como público-alvo tanto professores quanto alunos de Ensino Médio e de graduação. O conteúdo é organizado de maneira histórica, e inclui trechos selecionados das obras dos grandes filósofos; não há imagens nem ilustrações. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span><strong><span>Parecer pessoal:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span><span> </span>O manual apresenta os diversos temas de maneira organizada e sistemática. Os capítulos dedicados a um só filósofo apresentam-no com uma breve biografia, contendo os dados mais relevantes, os nomes das principais obras, etc. Os capítulos que tratam sobre uma corrente filosófica (por exemplo, sobre o Empirismo Inglês, cap. 6) começam definindo os conceitos importantes (no caso, <em>empirismo, racionalismo</em>, etc). Situa-se sempre o tema em questão em seu contexto histórico-cultural. Os capítulos apresentam também uma relação de palavras-chave, sugestões de questões (ex.: &#8220;Como os empiristas explicam a origem das idéias?”) e sugestões de temas para debate (ex.: “o empirismo como forma de <em>idealismo</em>”).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span><span> </span>A utilização deste livro por parte do aluno de ensino médio, a menos que com um acompanhamento mais atento do professor, talvez seja problemática; sua aparência não é nada atraente, não cativa a atenção do aluno secundarista. Além disso, de forma geral, o estilo dos textos é um tanto acadêmico, ao invés de seguir uma linha mais didática. O livro peca somente por isso, sendo talvez mais adequado para aluno de graduação Também o professor de Ensino Médio pode tirar grande proveito da utilização deste manual como fonte de textos e orientação para aulas. Particularmente interessantes são as sugestões de questões e temas no final de cada capitulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal"><strong><span>REZENDE, Antonio. Curso de Filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor / SEAF, 1997.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;">Por <strong><span>Sofia Filizzola e Jonas Bravo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;">04/05/2010</p>
<p class="MsoNormal"><strong></strong></p>
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/lei-9394-diretrizes-e-bases-da-educacao-nacional/" title="Lei 9.394 Diretrizes e Bases da Educação Nacional">Lei 9.394 Diretrizes e Bases da Educação Nacional</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-textos-sobre-racionalidade-e-desejo/" title="Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo">Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/historia-em-quadrinhos/joao-loca-historia-em-quadrinhos/" title="João Loca - História em Quadrinhos">João Loca - História em Quadrinhos</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/desejo-teoria-do-gosto-e-alma/" title="Desejo, Teoria do Gosto e Alma">Desejo, Teoria do Gosto e Alma</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/artigos/artigo-fundamentos-metafisicos-e-epistemologicos-do-ensino-da-filosofia/" title="Artigo: Fundamentos Metafísicos  e  Epistemológicos  do  Ensino  da Filosofia">Artigo: Fundamentos Metafísicos  e  Epistemológicos  do  Ensino  da Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-epistemologia-hegeliana/" title="Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana">Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/curso-de-filosofia-antonio-rezende/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo: Fundamentos Metafísicos  e  Epistemológicos  do  Ensino  da Filosofia</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/artigos/artigo-fundamentos-metafisicos-e-epistemologicos-do-ensino-da-filosofia/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/artigos/artigo-fundamentos-metafisicos-e-epistemologicos-do-ensino-da-filosofia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 20:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Material de Apoio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=257</guid>
		<description><![CDATA[Fundamentos metafísicos  e  epistemológicos  do  ensino da filosofia 
Telma de Souza Birchal*
RESUMO
O presente artigo pretende conciliar duas formas de se ensinar filosofia que usualmente se entende  como opostas: o  recurso  à história da  filosofia  e  a  análise de  temas  e problemas filosóficos. Pretendemos mostrar, a partir dos conceitos de “procedimento” (démarche), de Ferdinand Alquié, e de “pintura da realidade”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Fundamentos metafísicos  e  epistemológicos  do  ensino da filosofia </strong></p>
<p style="text-align: right;">Telma de Souza Birchal*</p>
<p>RESUMO</p>
<p>O presente artigo pretende conciliar duas formas de se ensinar filosofia que usualmente se entende  como opostas: o  recurso  à história da  filosofia  e  a  análise de  temas  e problemas filosóficos. Pretendemos mostrar, a partir dos conceitos de “procedimento” (démarche), de Ferdinand Alquié, e de “pintura da realidade”, de Robert Piercey que o ensino de filosofia encontra na tradição os elementos que possibilitam a reflexão autônoma e o conhecimentode si, essenciais à própria prática da filosofia.</p>
<p>Palavras-chave: História da Filosofia ; verdade; procedimento; exercício do julgamento.</p>
<p>∗ Departamento de Filosofia da UFMG tbirchal@gmail.com</p>
<p><strong>Para acessar ao texto, clique em <a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/wp-content/uploads/2011/05/fundamentosmetafisicosparaoensinodefilosofia.pdf">Fundamentos Metafisicos Para o Ensino de Filosofia</a>.</strong><br />
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/desejo-teoria-do-gosto-e-alma/" title="Desejo, Teoria do Gosto e Alma">Desejo, Teoria do Gosto e Alma</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-epistemologia-hegeliana/" title="Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana">Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/somos-livres/" title="Somos Livres?">Somos Livres?</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/unesco-recomendacoes-sobre-o-ensino-de-filosofia-na-europa-e-na-america-latina-em-espanhol/" title="UNESCO - Recomendações Sobre o Ensino de Filosofia Na Europa e Na América Latina (Em Espanhol).">UNESCO - Recomendações Sobre o Ensino de Filosofia Na Europa e Na América Latina (Em Espanhol).</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/cidadania-e-direitos-humanos/" title="Cidadania e Direitos Humanos">Cidadania e Direitos Humanos</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/juventude-e-liberdade-ser-livre-e-fazer-o-que-se-quer/" title="Juventude e Liberdade: ser livre é fazer o que se quer?">Juventude e Liberdade: ser livre é fazer o que se quer?</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/artigos/artigo-fundamentos-metafisicos-e-epistemologicos-do-ensino-da-filosofia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>UNESCO - Recomendações Sobre o Ensino de Filosofia Na Europa e Na América Latina (Em Espanhol).</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/unesco-recomendacoes-sobre-o-ensino-de-filosofia-na-europa-e-na-america-latina-em-espanhol/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/unesco-recomendacoes-sobre-o-ensino-de-filosofia-na-europa-e-na-america-latina-em-espanhol/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 20:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Documentos]]></category>

		<category><![CDATA[Legislação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=254</guid>
		<description><![CDATA[RECOMENDACIONES SOBRE LA ENSEÑANZA DE LA FILOSOFÍA 
EN EUROPA Y NORTEAMÉRICA
 
 En el marco del Encuentro sobre enseñanza de la Filosofía en Europa y Norteamérica (Milán – Italia, 14-16 de febrero de 2011).
 De acuerdo a la Declaración Universal de los Derechos Humanos y a la  Convención de los Derechos del Niño
 Teniendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES-TRAD">RECOMENDACIONES SOBRE LA ENSEÑANZA DE LA FILOSOFÍA </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"></span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES-TRAD">EN EUROPA Y NORTEAMÉRICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES-TRAD"><span> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span>En el marco del Encuentro sobre enseñanza de la Filosofía en Europa y Norteamérica (Milán – Italia, 14-16 de febrero de 2011).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span>De acuerdo a la Declaración Universal de los Derechos Humanos y a la  Convención de los Derechos del Niño</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span><em>Teniendo en cuenta</em> la Declaración de París a favor de la  Filosofía, que establece que la enseñanza de la Filosofía debería ser mantenida o ampliada donde ya existe e introducida donde todavía no existe, con la idea de que la enseñanza de la filosofía forma gente con criterio autónomo, reflexiva, capaz de resistir diversas formas de propaganda y que prepara a cada uno asumir sus responsabilidades con vistas a los grandes retos del mundo contemporáneo</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span><em>Convencidos</em> de que los retos del complejo mundo actual relacionados con la globalización y los cambios sociales con él asociados, las crisis múltiples con que se enfrentan las sociedades humanas y el nuevo paradigma ético que está emergiendo en relación al ajuste entre nuestro estilo de vida y las preocupaciones ecológicas exigen que la juventud esté dotada de sólidos instrumentos conceptuales que les posibiliten cuestionar los modelos existentes, investigar su significado e imaginar nuevas posibilidades </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><span> </span><em>Considerando </em>que la filosofía como ejercicio de reflexión racional y crítica que conlleva conceptos comprensibles y universales en su punto de partida, ofrece válidos instrumentos que conducen a la construcción de la racionalidad y de diálogos argumentativos, especialmente en un tipo de sociedad cada vez más multicultural</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><em><span lang="ES-TRAD">Reconociendo </span></em><span lang="ES-TRAD">que el objetivo final de la educación no es lograr la consecución de competencias cuantificables y prefijadas y siendo conscientes de la amenaza que tal enfoque podría suponer para la realización colectiva e individual</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><em><span lang="ES-TRAD">Con plena conciencia </span></em><span lang="ES-TRAD">de la creciente influencia de una ideología inspirada por la racionalidad de los resultados, de los indicadores cuantitativos y de métodos de evaluación impuestos arbitrariamente a la enseñanza de la Filosofìa</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><em><span lang="ES-TRAD">Con la convicción </span></em><span lang="ES-TRAD">de que la enseñanza de la  Filosofía puede desarrollar la imaginación y la creatividad que son indispensables para la juventud con vistas a la producción de innovaciones sociales, políticas y científicas</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><em><span lang="ES-TRAD">Tomando como referencia </span></em><span lang="ES-TRAD">los resultados del Informe publicado por la UNESCO en 2007 titulado <em><span> </span>Filosofìa, escuela de libertad. La enseñanza de la Filosofía y aprender a filosofar: status actual y perspectivas</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span lang="ES-TRAD"> </span></em><em><span lang="ES-TRAD">Y aprovechando </span></em><span lang="ES-TRAD">la reciente iniciativa italiana de organizar un encuentro nacional para examinar el lugar de la enseñanza de la Filosofía en los curricula, así como la reforma educativa francesa anunciada el 18 de noviembre de 2010 de introducir la calse de Filosofía en el 10º grado de la Educación Secundaria</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span><em><span lang="ES-TRAD">Nosotros,<span> </span></span></em><span lang="ES-TRAD">participantes en el Encuentro Regional sobre la  Enseñanza de la  Filosofía en Europa y en Norteamérica, organizado conjuntamente por la UNESCO y la Comisión Nacional Italiana de la UNESCO del 14 al 16 de febrero en Milán (Italia),<span> </span>acogemos esta iniciativa que ha permitido el intercambio de ideas y de experiencias así como unificar nuestros esfuerzos a favor de la enseñanza de la Filosofía en la región y en nuestros respectivos países.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span lang="ES-TRAD">Nosotros </span></em><span lang="ES-TRAD">recomendamos a:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD">1.- <strong>Los Estados </strong>miembros de la región lo siguiente:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span><span style="text-decoration: underline;">Política nacional, planificación y administración educativa</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>
</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Fomentar la elaboración de políticas educativas que concedan un status autónomo y completo a la enseñanza de la filosofìa en los curricula de la Educación<span> </span>Secundaria y Superior.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Reafirmar que la educación contribuye a construir la autonomía de los individuos y rechazar la reducción del proceso educativo a una enseñanza de técnicas instrumentales y competencias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Reafirmar la importancia crucial de la enseñanza de la Filosofía para el pensamiento crítico y actuar para su consolidación.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Trabajar con los expertos más importantes en la reintroducción de la  Filosofía donde haya desaparecido de los curricula y reforzarla donde todavía existe</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Evitar la aplicación al trabajo filosófico de prácticas de evaluación e indicadores de efectividad que no son compatibles con la especificidad, el sentido y la esencia de esta disciplina.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Asegurar que la libertad de cátedra sea plenamente respetada en la enseñanza de la  Filosofía, puesto que la libertad académica es una “precondición necesaria para garantizar el correcto cumplimiento de las funciones encomendadas al personal y a las instituciones de la Enseñanza Superior, tal y como fue establecido por la  UNESCO en su “Recomendación sobre el Status del Personal Docente de la Educación Superior”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES-TRAD">Innovaciones educativas</span></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><span lang="ES-TRAD">Promover la investigación, las experiencias piloto y las prácticas en el campo de “la filosofía con niños” en la Escuela Infantil y Primaria y, cuando sea posible, institucionalizar ese enfoque en el sistema educativo</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Fomentar debates académicos y pedagógicos sobre la naturaleza específica de la clase de filosofìa y su relación con la educación cívica, moral y religiosa, de tal modo que se extraiga el máximo beneficio de cada una de ellas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Asignar a los profesores de Filosofìa la reflexión sobre temas relacionados con la educación moral y la religión en colaboración con los profesores de Educación moral y<span> </span>de Religión.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES-TRAD"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES-TRAD">Apoyar los enfoques interculturales en la enseñanza de la Filosofìa en los Centros de Secundaria<span> </span>y apoyar también la formación del profesorado para este cometido.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES-TRAD"><span> </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Formación del profesorado y debates públicos</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>
</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Proporcionar formación académica y pedagógica –inicial, continua y a distancia a todos los profesores de Filosofía.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Introducir cursos de Filosofía y de formación en organización de comunidades de investigación filosófica y en debates dirigidos filosóficamente (DVP) con el apoyo de los Departamentos de Filosofía. Con el objetivo de convertir el cuestionamiento filosófico en un principio general de la escuela primaria y secundaria y también el desarrollo del pensamiento crítico.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Animar a los que practican filosofía con niños a asistir a cursos de Filosofía como requisito para dar Filosofía en las escuelas primarias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Aumentar la conciencia social a través de la enseñanza de la Filosofía basada en un profundo análisis de temas prioritarios como las normas, la cultura, la justicia social, la paz, la tolerancia etc.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">2.-<span> </span>A la UNESCO:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"><span> </span></span><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES">Cooperación internacional en el campo de la enseñanza de la Filosofía</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong>
</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Proseguir su estrategia de promover y defender la enseñanza de la Filosofía en todos los niveles de la educación formal e informal y fomentar el diálogo intercultural en este campo, principalmente apoyando la traducción de textos de diferentes tradiciones filosóficas, así como la investigación y los programas de movilidad a favor de investigadores de diferentes culturas y nacionalidades.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Intensificar las iniciativas tendentes al establecimiento de vínculos, apoyando las redes existentes y creando, por un lado, redes entre filósofos, profesores y estudiantes de diferentes regiones del mundo; y, por otro lado, creando también una red internacional para el desarrollo y apoyo a las prácticas de Filosofía con niños.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Animar a las Escuelas Asociadas de la  UNESCO a iniciar proyectos de Filosofía con niños.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Ayudar a los Estados que desean establecer programas de intercambio regional entre universidades y centros de formación con vistas a reforzar las destrezas del profesorado de Filosofía de todos los niveles educativos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong>
</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES">Orientaciones estratégicas e investigación</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Aunque aceptamos el enfoque de las competencias básicas para la educación en general, así como para la enseñanza de la  Filosofía cuando se adapta a ello, sin embargo se debe reconocer que la educación no se puede reducir a un mero adiestramiento en competencias cuantificables y predecibles.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Apoyar las investigaciones filosóficas y pedagógicas sobre las condiciones de posibilidad de filosofar de los niños; sobre el impacto de tales prácticas en el desarrollo social, ético, cognitivo, discursivo y afectivo de los niños; sobre un estudio comparativo de los diferentes enfoques existentes en Filosofía con niños y sus aplicaciones y, finalmente, sobre la relación entre las tradiciones filosóficas y la filosofía con niños, especialmente a través de la colaboración con el Consejo Internacional de Filosofía y Humanidades (CIPSH) y la creación de un grupo de trabajo sobre esta materia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Debido a la incremento de diferentes formas de violencia, terrorismo y otros peligros similares en todo el mundo, promover investigaciones sobre las causas de ese incremento y, más específicamente, repensar el papel de la educación desde una perspectiva filosófica, humanística y basada en los derechos humanos, así como promover una cultura de paz y de no-violencia en cooperación con instituciones destacadas, principalmente las Cátedras UNESCO, el CIPSH y otras corporaciones especializadas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES">3.- A las Comisiones Nacionales de la UNESCO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Asesorar a los Estados Miembros en la elaboración de políticas nacionales a favor de la introducción de la Filosofía en los currícula y de su refuerzo donde ya existe.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Apoyar las iniciativas nacionales de Filosofía con niños y vincularlas con la UNESCO para una cooperación internacional.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Animar a los Estados Miembros a estudiar la diversidad de tradiciones filosóficas, ayudándoles a publicar los resultados de sus investigaciones, antologías y textos filosóficos, especialmente mediante traducciones de textos de autores de otras regiones del mundo, con vistas a fomentar y facilitar el diálogo intercultural.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Animar la creación, refuerzo y expansión de las Cátedras UNESCO de Filosofía.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Planificar becas específicas de la UNESCO para estudiantes de Doctorado y Postdoctorado de otros países sobre la base de una selección adecuada.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Reservar fondos específicos para ayudar y apoyar económicamente los principales eventos filosóficos a nivel internacional.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-GB"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES">4.- A la Comisión Europea – Dirección General de Educación y Cultura</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES"><span> </span></span></strong><span lang="ES">Orientaciones estratégicas</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Hacer los esfuerzos necesarios para mantener espacios de diálogo y de cuestionamiento del sentido de la educación y para asegurarse de que<span> </span>la aplicación práctica del enfoque basado en las competencias no equivale a una total trasparencia en la educación y no impide la enseñanza de la  Filosofía en los ámbitos en los que esta disciplina no desarrolla competencias básicas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Tener en cuenta las variadas y valiosas contribuciones de la enseñanza de la Filosofía en todos los niveles de la educación al desarrollo intelectual de todos los individuos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Otorgar el mismo status e importancia a la enseñanza de las disciplinas científicas y técnicas y a la de la Filosofía y las Humanidades, cuando se elaboren orientaciones estratégicas en educación.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="ES">5.- Al profesorado de Filosofía, profesionales y agentes de la sociedad civil</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="ES">Explorar nuevos enfoques de enseñanza de la  Filosofía</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong>
</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Desarrollar cursos filosóficos apropiados y debates filosóficos que creen una conciencia pública de los nuevos retos sociales y éticos de la Humanidad tomando como referentes los autores y los textos clásicos pertenecientes a diversos sistemas filosóficos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Fomentar el análisis crítico de las diferentes escuelas filosóficas de la tradición occidental y a otras herencias intelectuales y culturales.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Trabajar con profesores de otras disciplinas con el fin de experimentar el enfoque interdisciplinar en la enseñanza de la Filosofía, introduciendo el análisis filosófico y específicamente temas filosóficos en las actuales materias de la Escuela Primaria y Secundaria.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Promover diferentes enfoques de la enseñanza de la Filosofìa, incluyendo un marco de progresividad en los curricula escolares, con el fin de difundir una visión de la enseñanza de la Filosofía como un proceso continuado desde la Escuela  Primaria hasta la Educación Superior.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Animar a las Universidades, Departamentos de Filosofía y Centros de Investigación en Filosofía y Ciencias Humanas a superar la compartimentalización disciplinar y a promover más interdisciplinariedad sobre la base de un sólido conocimiento disciplinar con vistas a llegar a un público más amplio.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Utilizar las Nuevas Tecnologías de la  Información y de la Comunicación, cuando sea preciso, para facilitar la interacción, los métodos de aprendizaje activo y la comunicación internacional,<span> </span>con el compromiso de una conciencia crítica y reflexiva sobre este tema así como huyendo de dar a los jóvenes la impresión de que el conocimiento es una mera yuxtaposición de informaciones fragmentadas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportLists]--><span lang="ES"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span lang="ES">Organizar con el apoyo de la Federación  Internacional de Sociedades de Filosofía (FISP), sesiones específicas y seminarios en el marco del Congreso Mundial de Filosofía (2013) dedicadas a la enseñanza de la  Filosofía.</span></p>
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-filosofia-2/" title="Mito e Filosofia">Mito e Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/desejo-teoria-do-gosto-e-alma/" title="Desejo, Teoria do Gosto e Alma">Desejo, Teoria do Gosto e Alma</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/o-bem-e-o-mal/" title="O Bem e o Mal">O Bem e o Mal</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-metafisica/" title="Extrato de Texto sobre Metafísica">Extrato de Texto sobre Metafísica</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-textos-sobre-racionalidade-e-desejo/" title="Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo">Extrato de Textos sobre Racionalidade e Desejo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/resolucao-see-n%c2%ba-1025-regulamenta-o-ensino-de-filosofia-no-estado-de-minas-gerais/" title="Resolução SEE nº 1025 Regulamenta o Ensino de Filosofia no Estado de Minas Gerais">Resolução SEE nº 1025 Regulamenta o Ensino de Filosofia no Estado de Minas Gerais</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/unesco-recomendacoes-sobre-o-ensino-de-filosofia-na-europa-e-na-america-latina-em-espanhol/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Resolução SEE nº 1025 Regulamenta o Ensino de Filosofia no Estado de Minas Gerais</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/resolucao-see-n%c2%ba-1025-regulamenta-o-ensino-de-filosofia-no-estado-de-minas-gerais/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/resolucao-see-n%c2%ba-1025-regulamenta-o-ensino-de-filosofia-no-estado-de-minas-gerais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[A resolução SEE nº 1025 de 19/12/2008 tem valor estadual (MG) e regulamenta a quantidade de horas-aula dedicadas às disciplinas de Filosofia e Sociologia. Segundo o documento, nos primeiros e segundos anos estas devem ser de pelo menos uma aula por semana. Nos terceiros anos a escola deve expandir o quadro para duas aulas semanais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resolução SEE nº 1025 de 19/12/2008 tem valor estadual (MG) e regulamenta a quantidade de horas-aula dedicadas às disciplinas de Filosofia e Sociologia. Segundo o documento, nos primeiros e segundos anos estas devem ser de pelo menos uma aula por semana. Nos terceiros anos a escola deve expandir o quadro para duas aulas semanais para Filosofia <strong>ou</strong> para Sociologia, conforme a opção feita pela escola em 2008.</p>
<p>O documento pode ser consultado clicando em <a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/wp-content/uploads/2011/05/resolucao-see-1255-2009.pdf">resolucao-see-1255-2009</a>.<br />
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/alteridade-arte-e-ciencia/" title="Alteridade, Arte e Ciência">Alteridade, Arte e Ciência</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/experiencia-docente/experiencia-em-docencia-aline-a-alves/" title="Experiência em Docência - Aline A. Alves">Experiência em Docência - Aline A. Alves</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/mito-e-filosofia/" title="Mito e Filosofia">Mito e Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/lei-e-justica/" title="Lei e Justiça">Lei e Justiça</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-epistemologia-hegeliana/" title="Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana">Extrato de Texto sobre epistemologia hegeliana</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-o-conhecimento-do-homem/" title="Extrato de Texto sobre o conhecimento do homem">Extrato de Texto sobre o conhecimento do homem</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/resolucao-see-n%c2%ba-1025-regulamenta-o-ensino-de-filosofia-no-estado-de-minas-gerais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Lei 9.394 Diretrizes e Bases da Educação Nacional</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/lei-9394-diretrizes-e-bases-da-educacao-nacional/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/lei-9394-diretrizes-e-bases-da-educacao-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=242</guid>
		<description><![CDATA[A lei 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 aprovada pelo então presidente Fenando Henrique Cardoso trata dos aspectos gerais da educação nacional. Em sua versão original não reconhecia a necessidade de um espaço exclusivo para o ensino de Filosofia e Sociologia. Segundo o documento, os conhecimentos de Sociologia e Filosofia necessários para o exercício [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 aprovada pelo então presidente Fenando Henrique Cardoso trata dos aspectos gerais da educação nacional. Em sua versão original não reconhecia a necessidade de um espaço exclusivo para o ensino de Filosofia e Sociologia. Segundo o documento, os conhecimentos de Sociologia e Filosofia necessários para o exercício da cidadania deveriam ser adquiridos a partir de outras disciplinas, na medida em que estas assumissem caráter sociológico e filosófico.</p>
<p>O documento com sua redação original e as devidas alterações, pode ser consultado <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm#art36iv" target="_blank">aqui</a>.<br />
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/historia-em-quadrinhos/joao-loca-historia-em-quadrinhos/" title="João Loca - História em Quadrinhos">João Loca - História em Quadrinhos</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/lei-e-justica/" title="Lei e Justiça">Lei e Justiça</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/unesco-recomendacoes-sobre-o-ensino-de-filosofia-na-europa-e-na-america-latina-em-espanhol/" title="UNESCO - Recomendações Sobre o Ensino de Filosofia Na Europa e Na América Latina (Em Espanhol).">UNESCO - Recomendações Sobre o Ensino de Filosofia Na Europa e Na América Latina (Em Espanhol).</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/resenhas/filosofos-na-sala-de-aula-volume-2-vinicius-figueiredo/" title="Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo">Filósofos na sala de aula Volume 2 - Vinícius Figueiredo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-arte-e-tecnica/" title="Extrato de Texto sobre arte e técnica">Extrato de Texto sobre arte e técnica</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-mito-e-filosofia/" title="Extrato de Texto sobre Mito e Filosofia">Extrato de Texto sobre Mito e Filosofia</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/lei-9394-diretrizes-e-bases-da-educacao-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Lei 11684 - Obriga o Ensino de Filosofia Na Escola Média</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/documentos-legais/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/documentos-legais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 18:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=232</guid>
		<description><![CDATA[Assinada pelo então presidente em exercício José Alencar Gomes da Silva, a lei 11.684 altera o inciso IV do artigo 36 que torna obrigatório o ensino de filosofia na escola média.
A alteração pode ser conferida aqui.
Trabalhos Aleatórios

Extrato de Texto sobre Mercadoria e Espetáculo
Desejo, Teoria do Gosto e Alma
Podemos ser Livres com o Outro?
Extratos de Textos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assinada pelo então presidente em exercício José Alencar Gomes da Silva, a lei 11.684 altera o inciso IV do artigo 36 que torna obrigatório o ensino de filosofia na escola média.</p>
<p>A alteração pode ser conferida <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11684.htm#art1">aqui</a>.<br />
<h3>Trabalhos Aleatórios</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-mito-e-filosofia/" title="Extrato de Texto sobre Mito e Filosofia">Extrato de Texto sobre Mito e Filosofia</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/liberdade-e-determinismo/" title="Liberdade e Determinismo">Liberdade e Determinismo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/relatividade-e-universalidade-dos-valores/" title="Relatividade e Universalidade dos Valores">Relatividade e Universalidade dos Valores</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-o-conhecimento-do-homem/" title="Extrato de Texto sobre o conhecimento do homem">Extrato de Texto sobre o conhecimento do homem</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/juventude-e-liberdade-ser-livre-e-fazer-o-que-se-quer/" title="Juventude e Liberdade: ser livre é fazer o que se quer?">Juventude e Liberdade: ser livre é fazer o que se quer?</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/extratos-de-textos/extrato-de-texto-sobre-metafisica/" title="Extrato de Texto sobre Metafísica">Extrato de Texto sobre Metafísica</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/legislacao/documentos-legais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Relatividade e Universalidade dos Valores</title>
		<link>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/relatividade-e-universalidade-dos-valores/</link>
		<comments>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/relatividade-e-universalidade-dos-valores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 16:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas]]></category>

		<category><![CDATA[Ética]]></category>

		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

		<category><![CDATA[Moral]]></category>

		<category><![CDATA[Universalidade]]></category>

		<category><![CDATA[Valores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/?p=226</guid>
		<description><![CDATA[
&#60; ![endif]&#8211;&#62;
Laboratório de Filosofia II
Profa. Lívia Guimarães
Alice Parrela Medrado
2010/2

Relatividade e Universalidade dos valores

 Quando falamos em valores, imediatamente pensamos em moral e ética, geralmente confundindo estes conceitos que, no entanto, tem diferenças significativas. Por moral, nos referimos aos códigos de conduta – regras que permitem ou desincentivam certos comportamentos – de um grupo, sociedade, povo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :PunctuationKerning /> <w :ValidateAgainstSchemas /> <w :SaveIfXMLInvalid>false</w> <w :IgnoreMixedContent>false</w> <w :AlwaysShowPlaceholderText>false</w> <w :Compatibility> <w :BreakWrappedTables /> <w :SnapToGridInCell /> <w :WrapTextWithPunct /> <w :UseAsianBreakRules /> <w :DontGrowAutofit /> </w> <w :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<mce :style>< !   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --></p>
<p>&lt; ![endif]&#8211;&gt;</p>
<p class="MsoNormal">Laboratório de Filosofia II</p>
<p class="MsoNormal">Profa. Lívia Guimarães</p>
<p class="MsoNormal">Alice Parrela Medrado</p>
<p class="MsoNormal">2010/2</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Relatividade e Universalidade dos valores</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Quando falamos em valores, imediatamente pensamos em moral e ética, geralmente confundindo estes conceitos que, no entanto, tem diferenças significativas. Por moral, nos referimos aos códigos de conduta – regras que permitem ou desincentivam certos comportamentos – de um grupo, sociedade, povo. Por ética, designamos um âmbito maior da experiência dos valores; com este termo nos referimos àquilo que é visto por uma pessoa, grupo ou povo como valores indispensáveis na sua busca por realização e felicidade. No âmbito da ética, portanto, falamos dos mais importantes valores que orientam uma pessoa, grupo ou povo; são exatamente estes valores que determinam o que será considerado moral ou amoral. Simplificando, podemos dizer que a moral diz respeito a <em>regras </em>de conduta e que a ética diz respeito a <em>valores</em>. Exemplos de regras morais são: demonstrar gratidão por um favor, não manter dívidas, usar as roupas exigidas por diferentes situações. Exemplos de valores éticos são: solidariedade, honestidade, sociabilidade, produtividade, realização profissional,<span> </span>etc.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Esta distinção entre moral e ética nos ajuda a compreender melhor o pensamento de diferentes filósofos e também a analisar melhor acontecimentos cotidianos. Por exemplo, muito se fala sobre ética na política ou moralização da política, sem distinguir bem estes conceitos; a rigor, quando exigimos que na política se cumpram as regras que evitam a corrupção, o nepotismo, a venda de votos, etc., falamos em <em>moralização</em> da política, isto é, exigimos que a política cumpra melhor algumas <em>regras</em> de nossa sociedade. Por outro lado, para falarmos em ética na política, devemos nos voltar a questões sobre os <em>valores</em> que orientam a prática política, por exemplo questões como “a política deve cuidar prioritariamente da criação de justiça social ou da fomentação da economia?”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">________________________________________________________________________________</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Exercício</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">?) Escolha uma regra de conduta da sua escola e uma regra de conduta da sua casa e comente-as. Você acha que essas regras são importantes? Por que?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">?) Crie uma regra de conduta para sua escola e uma regra de conduta para sua casa. Defenda-as.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<div style="padding: 0cm 0cm 2pt; text-align: justify; border: medium medium 1pt none none solid -moz-use-text-color -moz-use-text-color black;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; border: medium none; padding: 0cm;">
</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>As regras morais e os valores éticos variam enormemente de acordo com diferentes regiões e culturas. Sabemos, por exemplo, que em algumas sociedades indígenas, o infanticídio é uma prática comum; nestas sociedades, crianças que nascem com alguma dificuldade física ou mental e mesmo crianças gêmeas são sacrificadas. Em muitas culturas, é comum se alimentar de animais que, para nós, são um tabu, como cachorros e escorpiões. Para um árabe, deve ser difícil entender por que os homens ocidentais não usam saias, que são tão confortáveis. Por outro lado, nos parece estranho que as mulheres árabes tenham que cobrir seu corpo inteiramente em público, ou que as indianas não andem pelas ruas com seus cabelos soltos, o que é visto pelos indianos como indecente, como contrário a sua moral. Em alguns países, os homens dificilmente dirigem a palavra a mulheres desconhecidas. Mesmo no interior do mundo ocidental, há grupos que se orientam por práticas morais muito diferentes daquelas de outros grupos; por exemplo, os mórmons, grupo religioso muito presente na América do Norte, tem uma concessão especial da lei para praticarem a poligamia, que no resto do país é ilegal e imoral. A nossa sociedade não conseguiu chegar a um consenso sobre várias questões importantes, por exemplo a pena de morte, a legalização do aborto e das drogas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Além das variações nos valores e regras de diferentes grupos, pessoas e sociedades, os valores sofrem mudanças constantes no interior de um mesmo grupo, sociedade e mesmo numa mesma pessoa, conforme o tempo passa. Assim, se na época de nossos avós o hábito de fumar era quase uma obrigação social e o sexo antes do casamento era motivo de vexame público, na nossa época o sexo antes do casamento é visto como uma prática perfeitamente aceitável e fumar se tornou um problema moral sério, ao ponto em que o governo toma medidas para desincentivar esta prática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Há algumas situações especiais que desencadeiam mudanças nas regras morais e valores de um povo. Depois de catástrofes naturais ou acontecimentos traumáticos, por exemplo, é natural que uma pessoa ou uma sociedade reveja seus valores. Por exemplo, depois que a segunda guerra mundial acabou e<span> </span>as pessoas pararam para somar a enorme perda de vidas humanas e gastos que ela causou, valores pacifistas ganharam força no mundo inteiro e, por todo lado, sentia-se uma grande preocupação em evitar que um conflito tão abrangente emergisse de novo. Os alemães, que antes e durante a guerra haviam apoiado um governo nazista, sentiram-se então envergonhados das atrocidades cometidas por este governo e até hoje é para eles doloroso lembrar desta parte de sua história.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Outra ocasião para mudanças nos valores é a mudança na situação econômica de um povo. Um bom exemplo disto é a experiência recente de Cingapura. Há cerca de quarenta anos, o governo de Cingapura iniciou um plano de desenvolvimento econômico que incentivou a maior parte da população a se dedicar às engenharias e a produção de tecnologia; cursos na área de humanas e belas artes foram praticamente extintos no país. O país prosperou, mas nos últimos anos tem sentido a necessidade de revitalizar sua cultura, passando agora a investir recursos no conhecimento das humanidades, na produção de arte, moda e gastronomia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Mudanças nos valores ocorrem ainda quando um grupo minoritário chega ao poder, como aconteceu<span> </span>na revolução socialista cubana, ou no golpe militar de 1964 no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>As mudanças e diferenças nos valores, no entanto, não podem ser completamente explicadas de forma racional. Isto porque, apesar de se criarem em resposta a situações exteriores, os valores e regras são da ordem do <em>arbitrário</em>, e no fundo não há uma explicação racional de por que os judeus não comem porco ou por que alguns homens não usam saia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Todas estas diferenças e mudanças nos levam a pensar que os valores e regras são relativos, variam de acordo com o grupo social e o tempo. Parece que, se há algo de universal, é o fato de que todos os grupos e pessoas tem seus próprios valores e regras, mas valores e regras específicas nem sempre coincidem de grupo para grupo. Como veremos adiante, até mesmo Platão, filósofo que postulava a existência de um Bem universal, pensava que dificilmente o ser humano pudesse chegar ao conhecimento desse Bem. Para começarmos a investigar a moral e a ética é preciso, então, uma atitude de modéstia, cautela, curiosidade e respeito pelas diferenças, evitando a precipitação de elevar nossos valores à condição de universais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">________________________________________________________________________________<br />
Exercício
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">?) Enumere uma regra moral que era aceita na época da sua avó e que não mais é aceita hoje. Enumere uma regra moral que é aceita hoje e que não era aceita na época da sua avó.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">?) Enumere uma regra moral de outra cultura que você gostaria que fosse aceita na sua cultura.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">?) Você consegue pensar em alguma regra ou valor que seja aceito em todas as culturas?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">________________________________________________________________________________</p>
<p><span> </span>O tema da ética e da moral está presente na filosofia desde seu princípio. É bom lembrar que o contexto do surgimento da filosofia é aquele do aparecimento das cidades, da moeda e da escrita, portanto uma época de profundas mudanças culturais. Neste contexto, dois temas ganham eminência entre os filósofos: o tema da <em>physis</em>, ou natureza, marca o interesse dos filósofos em entender os princípios de funcionamento do mundo natural, inclusive do homem, entendido como parte da natureza; e o tema do <em>nomos</em>, esfera das convenções sociais que inclui regras morais, costumes, leis e linguagem. Era de interesse dos primeiros filósofos, então, conhecer o que é o mundo, como ele funciona, e quais convenções deve-se seguir. Para Antifonte, filósofo que viveu por volta do século V antes de Cristo, há um conflito fundamental entre <em>physis</em>, a natureza humana, e <em>nomos</em>, as regras e leis humanas. As regras são vistas por ele como da ordem do arbitrário, e visão restringir disposições naturais que são da ordem do espontâneo. Regras como não colocar os cotovelos na mesa, usar vestimentas quando estiver em público e não satisfazer algumas das necessidades fisiológicas em público são exemplos de regras que restringem algumas disposições naturais do homem, entendidas como impróprias ao convívio social. Para Antifonte, portanto, a esfera do <em>nomos</em> é vista como algo que constrange e impede o homem de fazer aquilo a que tende naturalmente; pode-se dizer que, de certa forma, este pensador vê o conjunto de regras e leis de uma sociedade como uma espécie de “mal necessário” ao convívio social.<span> </span>Nesta visão, as regras e leis estão na contra-mão da realização da natureza humana. A consequência disto é que pela via da moral, não chegamos à esfera da ética, isto é, daquilo daqueles valores dos quais depende a nossa realização, a satisfação de nossas disposições naturais. A solução deste problema, para Antifonte, é bastante curiosa: o filósofo propõe que se sigam as regras quando se estiver em público e que não se preocupe em segui-las quando se estiver sozinho.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Algumas décadas depois, a filosofia ganhará a enorme contribuição de Platão, que também é uma de nossas principais fontes sobre a lendária figura de Sócrates. Uma vez que Sócrates nada escreveu e que nenhum de seus contemporâneos nos legou um relato histórico de sua vida, pouco sabemos de fato sobre esta enigmática figura. Sócrates aparece como o principal porta-voz da filosofia de Platão nos diálogos que este escreveu. É comum nos relatos que temos em torno de Sócrates a imagem de uma pessoa inquiridora, sempre questionando seus contemporâneos sobre “o que é o belo”, “o que é o justo”, “o que é o bom”, e chegando à conclusão de que a maioria das pessoas pouco sabia sobre estas questões e, o pior, nem mesmo sabiam que não sabiam, agindo como quem tem certeza sobre estas questões. Esta figura investigativa terá forte impacto sobre Platão. Para Platão, a experiência humana é obscurecida pelos erros dos sentidos, pelos hábitos e pelo turbilhão das <em>opiniões</em> humanas. Usando uma imagem comum a nosso mundo, podemos pensar que, segundo a visão platônica, as opinões humanas sobre o belo e o feio, o certo e o errado, o bom e o ruim, flutuam como o mercado de ações, sem que se consiga chegar a uma conclusão segura sobre estas importantes questões. Platão está seguro, no entanto, de que existe um Bem, algo que deveria ser tido por todos como o correto, belo e verdadeiro; o problema é que no curto tempo de uma vida humana, uma vida marcada por tantas distrações e confusões, dificilmente chegamos a conhecer o que seja o Bem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Como solução para este problema Platão propõe algo muito diferente da solução de Antifonte; Platão jamais prescreverá que simplesmente se sigam as regras conforme a conveniência, mas que se engaje no esforço de toda uma vida para nos aproximarmos do conhecimento do Bem. Na ética platônica, é de suma importância que o ser humano tente aperfeiçoar seu conhecimento das regras, leis e valores e isto deve ser feito através da investigação contínua das convenções da sociedade, no exame das opinões tidas por verdadeiras, buscando ver se há algo de verdadeiramente seguro por trás delas e refutando aquelas que se mostram mal fundamentadas. Para este filósofo, é importante que os seres humanos preparem seus espíritos para o conhecimento do Bem e isto é feito não só através do estudo, da reflexão, mas também dos exercícios físicos, como a ginástica, da música, e dos exercícios mentais da matemática. Tudo isto é entendido, pelo filósofo, como passos que preparariam o homem a reconhecer o Bem universal. Assim, a ética platônica tem como um de seus motes a frase, colocada na boca de Sócrates, segundo a qual “a vida sem inspeção não merece ser vivida”<a name="_ftnref1" href="#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">[1]</span></span></span></span></a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Mais de vinte séculos separam Platão do filósofo que será nosso próximo objeto de estudo, o alemão Friedrich Nietzsche. Como Antifonte, Nietzsche entenderá que a esfera do <em>nomos</em>, das convenções humanas, muitas vezes está na contra-mão de nossas disposições naturais, especialmente numa cultura judaico-cristã, em que a experiência dos instintos, dos sentidos, das pulsões sexuais é vista como vergonhosa ou inferior. Diferentemente de Antifonte, no entanto, Nietzsche traz a imagem de um filósofo ativista, empenhado em transformar os valores sociais e de aproximá-los das disposições naturais do homem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Uma vez que, na visão deste filósofo a natureza também não é algo de estável e universal, mas algo da ordem da mudança e da evolução, uma ética que se faça de acordo com a natureza não buscará valores universais e estáveis, mas justamente aceitará que os valores, assim como a natureza, estejam em constante mudança. Diferentemente de Platão, portanto, Nietzsche não postula a existência de um Bem eterno e universal, mas como Platão, defende que uma vida ética seja àquela voltada ao exame de nossas opiniões, leis, convenções e à educação do corpo e do espírito. Encontra-se em Nietzsche, também, uma distinção clara entre moral e ética. Para este filósofo, uma vida ética só é possível mediante um exame radical da moral; quem simplesmente segue os códigos morais, sem questioná-los é, nesta visão, incapaz de se realizar no domínio da ética, porque é incapaz de criar valores que orientem sua ação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Com Nietzsche, a filosofia da moral e da ética ganha aliados importantes: a História e as ciências naturais. A História é importante para a filosofia da moral na medida em que oferece um conhecimento da origem dos valores, ou seja, das situações em que certos valores foram criados. Munido deste conhecimento, o filósofo pode entender a função de certas regras e valores, as necessidades que motivaram sua criação, as circunstâncias em que tais valores são aplicados e, assim, evitar de seguir certos padrões puramente em razão de hábitos adquiridos. As ciências naturais são importantes por trazer informações sobre a história da evolução da espécie, os instintos, o funcionamento fisiológico, etc. É fato que uma visão científica do ser humano não nos informa se é mais correto ser monogâmico ou poligâmico, por exemplo, mas pode orientar o filósofo a criar valores que não estejam em contradição com os instintos e as disposições naturais. Tarefa do filósofo, então: criar valores que fortifiquem a vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Para Nietzsche, as regras morais e valores éticos são sempre relativos a uma certa perspectiva, sendo impossível, para o ser humano, olhar estas perspectivas “de fora”, ou seja, é impossível uma visão absoluta do que seja correto, belo, desejável. O ser humano está, assim, destinado ao embate constante entre diferentes perspectivas morais/éticas. Tarefa do filósofo, segundo esta visão: procurar conhecer o maior número possível de perspectivas, olhar um problema ético/moral através de várias perspectivas. Além disto, uma boa cultura ética, para Nietzsche, é aquela que cria espaço para o enfrentamento das diferentes perspectivas nos moldes do <em>ágon</em> grego, ou seja, um modelo de disputa regulamentada, em que um oponente não visa o aniquilamento do outro.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Bibliografia</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">ANTIFONTE, <em>Testemunhos, fragmentos, discursos</em>. Prefácio e tradução Luís Felipe Bellintani Ribeiro. São Paulo: Edições Loyola, 2008.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">PLATÃO, <em>Apologia de Sócrates</em>. Introdução, tradução do grego e notas de André Malta. Porto Alegre: L&amp;PM, 2010.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">PLATÃO,<span> </span><em>A República</em>. Tradução Anna Lia Amaral de Almeida Prado. São Paulo: Martins Fontes, 2006.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">NIETZSCHE, F., <em>Humano, demasiado humano – um livro para espíritos livres</em>. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">NIETZSCHE, F., <em>Genealogia da Moral – uma polêmica</em>. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">NIETZSCHE, F.,<em> Ecce Homo – Como alguém se torna o que é</em>. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Sugestões literárias</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">SÓFOCLES, <em>Édipo Rei</em>. Tradução de Geir Campos. São Paulo, Abril Cultural, 1982.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">WILDE, O, <em>O retrato de Dorian Gray. </em>Tradução de José Eduardo Ribeiro Moretzsohn. Porto Alegre: L&amp;PM, 2009.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">RIBEIRO, D., <em>Maíra</em>. São Paulo: Editora Record, 1996.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">DOSTOIÉVSKI, F., <em>Crime e Castigo</em>. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2002.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">VOLTAIRE, “Zadig, ou o destino” in <em>Voltaire Contos</em>. Tradução de Mário Quintana<em>. </em>São Paulo:<span> </span>Abril Cultural, 1980.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Sugestões cinematográficas</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“Nascido para matar”, Stanley Kubrick<span> </span>(dir.).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“Bastardos inglórios”, Quentin Tarantino (dir.).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“Festim diabólico”, Alfred Hitchcock (dir.).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“Match Point”, Woody Allen (dir.).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“Abril Despedaçado”, Walter Salles (dir.).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“O pagador de promessas”, Anselmo Duarte (dir.).</p>
<div style="text-align: justify;">
<hr size="1" />
<div id="ftn1">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a name="_ftn1" href="#_ftnref1"><span class="Caracteresdenotaderodap"><span><span class="Caracteresdenotaderodap"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt;"><span> </span> PLATÃO, <em>Apologia de Sócrates</em>. Introdução, tradução do grego e notas de André Malta. Porto Alegre: L&amp;PM, 2010. Pp. 102.</span></p>
</div>
</div>
<p></mce><br />
<h3>Trabalhos relacionados</h3>
<ul class="related_post">
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/o-que-e-e-o-que-deve-ser/" title="O que é e o que deve ser">O que é e o que deve ser</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/liberdade-e-determinismo/" title="Liberdade e Determinismo">Liberdade e Determinismo</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/podemos-ser-livres-com-o-outro/" title="Podemos ser Livres com o Outro?">Podemos ser Livres com o Outro?</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/liberdade-filosofia-e-cinema-senso-comum/" title="Liberdade, Filosofia e Cinema, Senso Comum">Liberdade, Filosofia e Cinema, Senso Comum</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/desejo-teoria-do-gosto-e-alma/" title="Desejo, Teoria do Gosto e Alma">Desejo, Teoria do Gosto e Alma</a></li>
<li><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/felicidade-producao-artistica-e-filosofia-fenomeno-transcultural/" title="Felicidade, Produção Artística e Filosofia: fenômeno transcultural">Felicidade, Produção Artística e Filosofia: fenômeno transcultural</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fafich.ufmg.br/~labfil/aulas/relatividade-e-universalidade-dos-valores/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

