O ser do não:
um paradigma prosáicoVocês sabiam que as rochas vulcânicas, formadas no período carbonífero da Era Terciária, influem no desenvolvimento pedagógico herbartiano no momento em que a mutação gênica de gêmeos siameses esbarram na figura atávica de um metal halogêneo?
Isso porque vivemos numa época em que a plenitude hermenêutica ocupa um vasto espaço no interior do âmago de toda a humanidade. Porém, não se pode esquecer da relação íntima e latente de um cognitivismo foucaultiano, melhor dizendo, lingüistico, com a mediana de um boxplot em construção no universo transcendente e pós-moderno que habitamos.
Com respaldo em toda essa experiência, evidencia-se a existência de uma oncologia submersa oriunda de uma transfiguração estética. Essa foi uma questão bastante estudada por filósofos etnógrafos politicamente engajados do Universidade Federal Privada do Interior da Beira Alta de Palo Alto (UFPIBAPA), em Massachussetts, Texas, Ohio. Mesmo diante de evidências tão explicativas, há ainda dicotomias no que se diz respeito à crise e ao desenvolvimento da moral kantiana. Adorno bem que poderia criticar tal posição, mas não o faz no momento em que concorda que a epistemologia intersubjetiva existente na teoria darwinista não influi na reflexão sobre a crise de hegemonia passiva de um utilitarismo botuloso.
Dentro deste hibridismo lógico, tem-se ainda o duplo estranhamento hipotético e apocalíptico, de cunho fleumático, que ressalta o sim e o não do genoma de um teorema oculto na índole do princípio redundante e fundamental de Kerr. Isso é sintetizado na famosa frase desse notável pensador: "Luminus, cogito vide bula ominus" (KERR, 1056 )
Diante de tal clivagem, não se pode, no entanto, tomar uma conclusão específica e correta acerca de um desses assuntos que espelha o contra-eu de cada indivíduo. Tal discussão será, portanto, melhor estudada em pesquisas posteriores.
Se ser intelectual é estabelecer relações, chegamos lá…