{"id":82,"date":"2016-06-14T13:58:43","date_gmt":"2016-06-14T16:58:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/?page_id=82"},"modified":"2024-08-14T09:18:51","modified_gmt":"2024-08-14T12:18:51","slug":"pos-graduacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/?page_id=82","title":{"rendered":"P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-columns alignwide is-layout-flex wp-container-3\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow\">\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3ria de vida: Trabalho e sociabilidade no entorno da Penitenci\u00e1ria Nelson Hungria (MESTRADO &#8211; EM ANDAMENTO)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria: <\/strong>Guilherme<strong><strong> <\/strong><\/strong>dos Santos Azevedo Cardoso<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o: <\/strong>Vanessa Andrade de Barros<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema prisional brasileiro, caracterizado pela retirada de autonomia dos sujeitos e pela imposi\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, produz impactos psicossociais n\u00e3o s\u00f3 na vida das pessoas presas e dos trabalhadores do c\u00e1rcere, mas tamb\u00e9m na de pessoas que n\u00e3o est\u00e3o submetidas diretamente ao espa\u00e7o f\u00edsico das pris\u00f5es, como \u00e9 o caso dos (as) trabalhadores (as) do entorno da pris\u00e3o. Nesse contexto, um dos momentos em que podemos observar os impactos do c\u00e1rcere desde o seu lado de fora \u00e9 nos dias de visita e de entrega de kits por familiares de pessoas presas. Nesses dias, as familiares chegam nas unidades prisionais com anteced\u00eancia e, antes da entrada no espa\u00e7o geogr\u00e1fico da pris\u00e3o, organizam-se no que se convencionou chamar de filas. Na Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte, h\u00e1 uma unidade prisional &#8211; a Penitenci\u00e1ria Nelson Hungria &#8211; cujo entorno \u00e9 impactado pela pris\u00e3o, pois, al\u00e9m dos dias de fila, no espa\u00e7o externo \u00e0 entrada da unidade, h\u00e1 um fluxo cont\u00ednuo de pessoas e de servi\u00e7os que ocorre em fun\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o. Esse espa\u00e7o geogr\u00e1fico \u00e9 constitu\u00eddo pelos trabalhos e demais rela\u00e7\u00f5es sociais que se d\u00e3o entre as pessoas que ali ocupam. Assim, o objetivo desta pesquisa \u00e9 compreender os trabalhos e as sociabilidades no entorno da Penitenci\u00e1ria Nelson Hungria. Quanto aos objetivos espec\u00edficos, pretendemos investigar a hist\u00f3ria da referida Penitenci\u00e1ria e sua rela\u00e7\u00e3o com seu entorno, compreender as modalidades de trabalho que ocorrem no entorno da pris\u00e3o, relacionar as atividades de familiares de pessoas presas com o conceito de trabalho reprodutivo e compreender as rela\u00e7\u00f5es entre trabalho e sociabilidade. Para nos aproximarmos de tais objetivos, utilizamos a metodologia da pesquisa-a\u00e7\u00e3o pela perspectiva da pesquisa militante.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">\u201cO MAIOR TREM DO MUNDO\u201d: subjetividade, trabalho e minera\u00e7\u00e3o em Itabira-MG (Doutorado &#8211; Em andamento)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Maryana J\u00e1come<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><br>O objetivo central da pesquisa \u00e9 compreender a produ\u00e7\u00e3o de subjetividade a partir do trabalho em contextos degradantes, tendo como premissa a rela\u00e7\u00e3o entre espa\u00e7o, subjetividade e trabalho. O recorte espacial \u00e9 Itabira \u2013 Minas Gerais, cidade onde a Vale iniciou as atividades miner\u00e1rias no Brasil. Nesse sentido, buscamos por meio do referencial te\u00f3rico metodol\u00f3gico da ergologia investigar as transforma\u00e7\u00f5es espaciais que o trabalho na minera\u00e7\u00e3o provoca no territ\u00f3rio e na produ\u00e7\u00e3o subjetiva dos trabalhadores; refletir sobre as no\u00e7\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o e no trabalho, tendo em vista a experi\u00eancia dos trabalhadores; conhecer os v\u00ednculos estabelecidos entre os trabalhadores da minera\u00e7\u00e3o que moram na cidade e a empresa, ao longo dos anos; al\u00e9m de compreender como os trabalhadores se veem afetados pela possibilidade do t\u00e9rmino da explora\u00e7\u00e3o miner\u00e1ria pela empresa na cidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>AS ORGANIZA\u00c7\u00d5ES POL\u00cdTICAS DE FAMILIARES DE PESSOAS PRESAS COMO RESIST\u00caNCIA \u00c0S VIOL\u00caNCIAS DO ENCARCERAMENTO (MESTRADO &#8211; 2021)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Thays Cristhine da Costa Santos<br><strong>Co-orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Carolyne Reis Barros<br><br>Trata-se de pesquisa explorat\u00f3ria e participativa de base qualitativa, com tens\u00f5es te\u00f3ricas multidisciplinares e desenvolvida no contexto do sistema prisional com o objetivo de descrever as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas formadas por familiares de pessoas presas. Utilizando como aporte te\u00f3rico os referenciais da forma\u00e7\u00e3o socioespacial, conceituar-se-\u00e1 o espa\u00e7o-pris\u00e3o e a viol\u00eancia de Estado que atua sobre o ambiente prisional, assim como os impactos dessa viol\u00eancia nas fam\u00edlias de pessoas presas. A partir disso, trazendo a no\u00e7\u00e3o de cotidiano e atividade da ergologia, ser\u00e3o abordados os processos de renormaliza\u00e7\u00e3o que os familiares realizam, como forma de resist\u00eancia. Em vista das potencialidades das organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, \u00e0 base da biopol\u00edtica da sa\u00fade, psicologia pol\u00edtica e sa\u00fade coletiva, compreender-se-\u00e1 como os familiares de pessoas presas enquanto grupos pol\u00edticos produzem recursos para o tratamento e\/ou enfrentamento dos impactos psicossociais decorrente do estado de viol\u00eancia, proporcionando e ampliando redes de informa\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o, assim como permitindo o fortalecimento da identidade coletiva e transforma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o prisional.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>SER PE\u00c3O DE EMPREITEIRA: UM ESTUDO SOBRE A EXPERI\u00caNCIA DOS ELETRICIT\u00c1RIOS TERCEIRIZADOS EM MINAS GERAIS (DOUTORADO &#8211; 2020)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> La\u00eds Di Bella<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><br>A partir de um trabalho de campo, especialmente caracterizado por entrevistas em profundidade, a pesquisa doutoral debru\u00e7a-se sobre os processos de subjetiva\u00e7\u00e3o no e pelo trabalho precarizado em um estudo de caso composto pela trajet\u00f3ria de cinco trabalhadores terceirizados do setor el\u00e9trico em Minas Gerais que sofreram mutila\u00e7\u00e3o de membros em decorr\u00eancia de choque el\u00e9trico de alta voltagem. A tese apresenta texto que inclui diversos estilos liter\u00e1rios e est\u00e1, primordialmente, ancorada na abordagem te\u00f3rica proposta pela Ergologia.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>TRABALHO SUJO E RECONHECIMENTO SOCIAL NO CAMPO DO TR\u00c1FICO DE DROGAS VAREJISTA (DOUTORADO &#8211; 2020)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Tha\u00edsa Vilela F. Amaral<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<\/p>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio de drogas em varejo n\u00e3o nos deixa recuar frente as diferentes facetas do tr\u00e1fico, que assume aspectos contradit\u00f3rios, muitas vezes distantes de sua representa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, sempre pautada pela viol\u00eancia. Que o tr\u00e1fico seja entendido como possibilidade de gera\u00e7\u00e3o de renda e, dir-se-ia, de reinser\u00e7\u00e3o produtiva, mesmo que de forma marginal, pois possibilita a inser\u00e7\u00e3o na l\u00f3gica de consumo \u00e9 ineg\u00e1vel. Contudo, se estamos transitando por uma seara laboral, constitui-se como aspecto igualmente importante desta atividade, a conquista de signos como prest\u00edgio e respeito. Poder\u00edamos afirmar a exist\u00eancia de uma fun\u00e7\u00e3o social deste trabalho? Como as atividades no tr\u00e1fico conferem identidade e reconhecimento aos que nela est\u00e3o inseridas? Como esse reconhecimento opera na constru\u00e7\u00e3o de sociabilidades? Qual\/quais a(s) diferen\u00e7a(s) da atividade de trabalho no tr\u00e1fico em varejo em rela\u00e7\u00e3o a outras fun\u00e7\u00f5es laborais, sejam elas no campo formal ou mesmo no campo informal? No trabalho em tela buscamos nos debru\u00e7armos sobre as atividades desenvolvidas pelos trabalhadores do com\u00e9rcio de drogas buscando analisar a rela\u00e7\u00e3o trabalho sujo e reconhecimento social no tr\u00e1fico de drogas varejista de Minas Gerais. Consideramos importante esclarecer como se d\u00e3o essas din\u00e2micas intersubjetivas no \u00e2mbito do tr\u00e1fico varejista e como se d\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">O trabalho da mulher agente de seguran\u00e7a penitenci\u00e1ria e seus impactos psicossociais (Mestrado &#8211; 2017)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> X\u00e1dia Ferreira Silva<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><strong>Participantes:<\/strong> Tain\u00e1 Fernandes Vieira, Mariana Ac\u00e1cio Magalh\u00e3es, Stephany Santos Miranda, Lorena de Brito, Marcelino Pereira, Graziele Leles Maia, Marcela Sobreira Silva, X\u00e1dia Ferreira Silva.<\/p>\n\n\n\n<p><br>A proposta de pesquisa desenvolvida pelo Laborat\u00f3rio de Estudos sobre Trabalho, C\u00e1rcere e Direitos Humanos, constr\u00f3i a pesquisa em conjunto com os participantes da pesquisa (mulheres agentes de seguran\u00e7a penitenci\u00e1ria) e com a equipe de trabalho do Laborat\u00f3rio. Buscando compreender os impactos psicossociais relacionados ao trabalho e ao g\u00eanero, como estes dois universos podem contribuir para sa\u00fade e sociabilidade e tamb\u00e9m para o adoecimento e prisioniza\u00e7\u00e3o. Nos baseamos na Psicossociologia do Trabalho e a Ergologia para realizar os di\u00e1logos, entrevistas, observa\u00e7\u00f5es e analise dos impactos psicossociais do trabalho da agente.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>DO &#8216;TRABALHO SUJO&#8217; \u00c0 BELA OBRA: O QUE \u00c9 TRIAR MATERIAIS RECICL\u00c1VEIS? (DOUTORADO &#8211; 2016)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria: <\/strong>Fabiana Goulart de Oliveira<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><br>As experi\u00eancias dos catadores de materiais recicl\u00e1veis s\u00e3o atravessadas por uma contradi\u00e7\u00e3o: os ganhos ambientais, econ\u00f4micos e sociais convivem com a precariedade das condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de vida dos catadores. Essa precariedade constat\u00e1vel pelas condi\u00e7\u00f5es insalubres e perigosas em que realizam seu trabalho, contrap\u00f5e-se a depoimentos dos catadores que testemunham um sentimento de dignidade, o autorrespeito reconquistado, o orgulho pela import\u00e2ncia social do trabalho que realizam. Estes s\u00e3o identificados por muitos autores como mecanismos de nega\u00e7\u00e3o, defensivos, idealiza\u00e7\u00e3o e ideologias que os mant\u00eam em condi\u00e7\u00e3o de trabalhadores e alienados. Esta pesquisa visa compreender como esses trabalhadores desenvolvem suas atividades, em princ\u00edpio desvalorizadas e ou desqualificadas socialmente, e como elas impactam o desenvolvimento subjetivo destes trabalhadores. Queremos esclarecer em que medida essas experi\u00eancias contribuem para o desenvolvimento desses trabalhadores e de que forma elas representam possibilidades efetivas de desenvolvimento pessoal e social ou, se ao contr\u00e1rio, constituem apenas a\u00e7\u00f5es paliativas que servem para amenizar o desemprego estrutural e a mis\u00e9ria, ao mesmo tempo em que mant\u00eam as desigualdades sociais.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow\">\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>O CUIDADO E A FAM\u00cdLIA NA POL\u00cdTICA DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL: AS IMPLICA\u00c7\u00d5ES DA DIVIS\u00c3O SEXUAL DO TRABALHO<br>(MESTRADO \u2013 EM ANDAMENTO)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Mariana Elisa Rosa de Moura<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Carolyne Reis Barros<\/p>\n\n\n\n<p>Mulheres chegam aos servi\u00e7os ofertados pela pol\u00edtica de assist\u00eancia social de Belo Horizonte fragilizadas pela pobreza, pela viol\u00eancia urbana e institucional, e pela sobrecarga do trabalho dom\u00e9stico de cuidado. Muitas vezes s\u00e3o \u201ccriminalizadas\u201d pelo sistema de justi\u00e7a e moralmente pela sociedade, porque n\u00e3o \u201cconseguiram\u201d cumprir privadamente o que se esperava. H\u00e1 uma quest\u00e3o bastante importante das atribui\u00e7\u00f5es de cuidados, assim como a privatiza\u00e7\u00e3o dos cuidados \u00e0s fam\u00edlias, dentro delas, as mulheres como n\u00facleo de responsabilidades e da gest\u00e3o do cuidado, que desta forma produzem resultados bastante injustos, e essas mulheres s\u00e3o julgadas quando algo d\u00e1 errado.<br>Compreende-se que Cuidado \u00e9 um conceito muito amplo, mas no escopo do SUAS traduz-se pelas responsabilidades pelos cuidados aos membros dependentes, que se estabelecem e podem ser compreendidas como pontos de prote\u00e7\u00e3o social. O Estado tem endere\u00e7ado as fam\u00edlias \u00e0 responsabilidade pela integralidade do cuidado de seus membros, mesmo que as condi\u00e7\u00f5es sociais, de seguran\u00e7a, n\u00e3o favore\u00e7am os v\u00ednculos de cuidados e as condi\u00e7\u00f5es adequadas para que este cuidado seja realizado.<br>Nesse contexto, a pesquisa tem o objetivo de analisar a divis\u00e3o sexual do trabalho como problema te\u00f3rico e emp\u00edrico no contexto da operacionaliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de assist\u00eancia social tendo por foco a responsabiliza\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia pelo trabalho de cuidado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">O trabalho da equipe interdisciplinar no manic\u00f4mio judici\u00e1rio de Barbacena: Poss\u00edveis tensionamentos em um hospital-pris\u00e3o (MESTRADO &#8211; EM ANDAMENTO)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria: <\/strong>B\u00e1rbara Assen\u00e7\u00e3o da Silva Faria<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o: <\/strong>Carolyne Reis Barros<\/p>\n\n\n\n<p>Os manic\u00f4mios judici\u00e1rios, formalmente chamados de hospitais de cust\u00f3dia e tratamento psiqui\u00e1trico (HCTPs), s\u00e3o espa\u00e7os de segrega\u00e7\u00e3o que acumulam a dupla fun\u00e7\u00e3o de unidade prisional e ambiente hospitalar, destinados ao cumprimento de medidas de seguran\u00e7a. Por sua natureza de institui\u00e7\u00e3o total de dif\u00edcil acesso, o hospital judicial \u00e9 pouco estudado e, de modo semelhante, seus trabalhadores: h\u00e1 um n\u00famero escasso de pesquisas relacionadas ao trabalho nessas institui\u00e7\u00f5es, seja em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 equipe interdisciplinar, seja sobre os agentes de seguran\u00e7a p\u00fablica. Considerando-se a baixa ades\u00e3o do sistema de justi\u00e7a criminal \u00e0s mudan\u00e7as trazidas pela Lei Antimanicomial, que redirecionaram o tratamento do modelo hospitaloc\u00eantrico para pr\u00e1ticas de cuidado em liberdade, o Conselho Nacional de Justi\u00e7a determinou, a partir da Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 487 de 2023, o fechamento dos manic\u00f4mios judici\u00e1rios em at\u00e9 um ano. Nesse contexto, a pesquisa tem o objetivo de analisar, a partir das cl\u00ednicas do trabalho, especialmente da ergologia, o trabalho da equipe interdisciplinar atuante no Hospital de Cust\u00f3dia e Tratamento Psiqui\u00e1trico de Barbacena (HCTP).<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">O EGRESSO DO SISTEMA PRISIONAL, A IDENTIDADE E O TRABALHO (MESTRADO &#8211; EM ANDAMENTO)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Almezina Cardoso de Souza<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o: <\/strong>Vanessa Andrade de Barros<br><br>Toda pessoa que sofre hist\u00f3ria de aprisionamento, chega \u00e0 institui\u00e7\u00e3o com uma concep\u00e7\u00e3o de si mesma que se tornou poss\u00edvel por algumas disposi\u00e7\u00f5es sociais est\u00e1veis no seu mundo dom\u00e9stico. Ao entrar para o c\u00e1rcere o sujeito \u00e9 despido deste apoio dado e come\u00e7a a passar por uma mortifica\u00e7\u00e3o do eu, uma s\u00e9rie de rebaixamento, degrada\u00e7\u00f5es, humilha\u00e7\u00f5es e profana\u00e7\u00e3o do eu. O egresso do sistema prisional traz consigo a marca da hist\u00f3ria das pris\u00f5es, que o estigmatiza e o exclui, abalando sua integridade f\u00edsica, ps\u00edquica e moral, revelando um sujeito com diversas dificuldades na reconstru\u00e7\u00e3o de si mesmo. O presente trabalho objetiva compreender limites e possibilidades de inser\u00e7\u00e3o no meio social do egresso do sistema prisional pela via do trabalho e como este possibilita a reconstru\u00e7\u00e3o de &nbsp;identidade p\u00f3s c\u00e1rcere. Metodologicamente pretende-se trabalhar com m\u00e9todo do estudo de caso e recolhimento de hist\u00f3ria de vida.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Princ\u00edpios orientadores da responsabiliza\u00e7\u00e3o individual do adolescente na medida socioeducativa: contradi\u00e7\u00f5es, dilemas e perspectivas (Mestrado &#8211; 2021)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Joelma Pereira dos Reis Rabelo<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o: <\/strong>Vanessa Andrade de Barros<br><br>Este estudo pretende problematizar e discutir sobre um dos objetivos das medidas socioeducativas, preconizado pelo SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo): a responsabiliza\u00e7\u00e3o do adolescente quanto \u00e0s consequ\u00eancias lesivas do ato infracional. O objetivo geral desta pesquisa \u00e9 analisar as contradi\u00e7\u00f5es e os dilemas entre os princ\u00edpios e o objetivo da responsabiliza\u00e7\u00e3o individual dos adolescentes nas medidas socioeducativas e a (des)responsabiliza\u00e7\u00e3o do Estado. A metodologia a ser utilizada \u00e9 qualitativa e de cunho explorat\u00f3rio, utilizando do di\u00e1logo te\u00f3rico metodol\u00f3gico da psicossociologia em interface com a ergologia. Outro referencial te\u00f3rico a ser utilizado ser\u00e1 a criminologia cr\u00edtica, como abordagem de suporte, com prop\u00f3sito de promover um olhar cr\u00edtico sobre o encarceramento dos adolescentes.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>CRIMINALIZA\u00c7\u00c3O DE ADOLESCENTES ALICIADOS PARA O TRABALHO INFANTIL NO TR\u00c1FICO DE DROGAS (DOUTORADO &#8211; 2020)<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Alessandra Kelly Vieira<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><strong>Participantes:<\/strong> Emerson Augusto Medeiros da Silvas;&nbsp;Luiz Filipe.<br><br>O objetivo geral do projeto \u00e9 compreender porque o trabalho dos adolescentes no tr\u00e1fico de drogas segue sendo criminalizado e constituindo o principal motivo de encaminhamento para aplica\u00e7\u00e3o medidas socioeducativas, tendo em vista que este, por ser considerado uma das piores formas de trabalho infantil, deveria ser alvo de medidas protetivas, conforme previsto na legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. Os objetivos espec\u00edficos s\u00e3o: identificar as solu\u00e7\u00f5es utilizadas nos atendimentos a esses adolescentes com suspeita ou envolvimento no tr\u00e1fico de drogas; investigar as percep\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas dos profissionais da rede de atendimento de Belo Horizonte referentes ao trabalho infantil de adolescentes aliciados para o tr\u00e1fico de drogas; analisar repercuss\u00f5es da cultura punitiva nas percep\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas profissionais identificadas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">A pesquisa sobre o trabalho do agente de seguran\u00e7a penitenci\u00e1ria (Doutorado &#8211; 2019)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Marcela Sobreira Silva<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><strong>Participantes:<\/strong> Tain\u00e1 Fernandes Vieira, Mariana Ac\u00e1cio Magalh\u00e3es, Stephany Santos Miranda, Lorena de Brito Marcelino Pereira, Graziele Leles Maia, Fl\u00e1via Nunes Santos, X\u00e1dia Ferreira Silva, Marcela Sobreira Silva.<br><br>A proposta de pesquisa-a\u00e7\u00e3o desenvolvida pelo Laborat\u00f3rio de Estudos sobre Trabalho, C\u00e1rcere e Direitos Humanos realiza-se em conjunto com os sujeitos em seus locais de trabalho, buscando o di\u00e1logo permanente entre os saberes e a circula\u00e7\u00e3o horizontal da palavra, como orientam a Psicossociologia do Trabalho e a Ergologia. Tal perspectiva nos coloca uma s\u00e9rie de desafios, pois trabalhamos em espa\u00e7os com forte hierarquia e fechados \u00e0 sociedade civil, tais como a pris\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Religi\u00f5es Vivenciadas Por Jovens Encarcerados Em Uma Unidade Prisional APAC: Significado Social, Subjetividade e Tens\u00f5es No Campo Do Lazer (Doutorado &#8211; 2018)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Walesson Gomes da Silva<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cristiane Miryan Drumond de Brito \u2013 Programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Lazer \u2013 UFMG<br><br>Analisar os significados sociais e as subjetividades produzidas por jovens encarcerados quanto \u00e0s suas pr\u00e1ticas religiosas em um pres\u00eddio APAC. Analisar quest\u00f5es epistemol\u00f3gicas inerentes ao sistema APAC contidas na lei e em atividades cotidianas propostas na unidade, e a produ\u00e7\u00e3o de subjetividades dos jovens nesse contexto; averiguar processos de sociabilidade, socializa\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de subjetividades nos jovens desse pres\u00eddio APAC, a partir das suas viv\u00eancias religiosas; e verificar as pr\u00e1ticas culturais dos cultos religiosos e suas tens\u00f5es com o lazer no Sistema prisional APAC.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">&#8220;Trabalhar de gra\u00e7a pro juiz&#8221;? A Medida Socioeducativa de Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os \u00e0 Comunidade (Mestrado &#8211; 2017)<\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Aiezha Flavia Pinto Martins Guabiraba<br><strong>Orienta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Vanessa Andrade de Barros<br><br>O presente projeto tem como objetivos compreender o sentido e as repercuss\u00f5es psicossociais na vida cotidiana dos jovens, do cumprimento da Medida Socioeducativa de de Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os \u00e0 Comunidade. Investiga-se as possibilidades desta medida atingir e transformar as condi\u00e7\u00f5es materiais de exist\u00eancia daqueles que passaram por essa experi\u00eancia. Para tanto, compreender as rela\u00e7\u00f5es entre trabalho\/pena e educa\u00e7\u00e3o\/pena existentes no cumprimento dessa MSE, bem como as rela\u00e7\u00f5es entre a MSE de PSC e o Estado Penal se faz necess\u00e1rio. A psicossociologia embasa as entrevistas realizadas junto aos jovens, bem como a an\u00e1lise dos relatos, al\u00e9m dos estudos de criminologia cr\u00edtica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-duotone-5a5a5a-ffffff-9 wp-block-cover alignfull is-light\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim\"><\/span><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"2560\" height=\"1707\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-892\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-scaled.jpg\" data-object-fit=\"cover\" srcset=\"https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-scaled.jpg 2560w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-1200x800.jpg 1200w, https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/labtrab\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/IMG_0509-1980x1320.jpg 1980w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container\">\n<div class=\"wp-block-columns alignfull is-layout-flex wp-container-8\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<h6 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-background-color\">ONDE NOS ENCONTRAR<\/mark><\/h6>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-background-color\">Universidade Federal de Minas Gerais<br>Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas<br>Av. Pres. Ant\u00f4nio Carlos, 6627, Pampulha<br>Belo Horizonte \u2013 MG, 31270-901<br>Sala: 4102<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-background-color\"><strong>Contato:<\/strong><br>E-mail: ufmglabtrab@gmail.com<br>Telefone: (31) 3409-6288<\/mark><\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-background-color\">ACOMPANHE AS REDES SOCIAIS<\/mark><\/strong><\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-social-links is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-4\"><li class=\"wp-social-link wp-social-link-instagram wp-block-social-link\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/labtrab_ufmg\/\" class=\"wp-block-social-link-anchor\"><svg width=\"24\" height=\"24\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.1\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\"><path 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