Mesa redonda: A persistência do racismo

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“Racismo? No Brasil? Quem foi que disse? Isso é coisa de americano. Aqui não tem diferença porque todo mundo é brasileiro acima de tudo, graças a Deus. Preto aqui é bem-tratado, tem o mesmo direito que a gente tem. Tanto é que, quando se esforça, ele sobe na vida como qualquer um.Conheço um que é médico; educadíssimo, culto, elegante com umas feições tão finas… Nem parece preto.” GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo. p. 225.

A partir da pesquisa realizada pelo professor da Universidade de Bergen, Franz Knappik, intitulada “A persistência do racismo”, o evento se propõe a discutir, junto à convidad(a)os que contribuirão com a discussão de diferentes lugares epistemológicos, as nuances do fenômeno em seus diversos recortes e perspectivas geo e sócio políticas.

A partir de um contexto e de uma ótica decolonial, o quão precisa se mostra a filosofia para abarcar universalmente os problemas e objetos que se propõe a descrever, discutir e destrinchar?

Quais são as especificidades do racismo no contexto brasileiro? Aliás, o que é ser negro no Brasil? Quem são, como estão e como ocupam alguns espaços os negros fora e dentro da UFMG?

Como se dão, como se enxerga e como lidar com as experiências cotidianas de racismo sofridas pela população negra que, muitas vezes, inclusive, reproduz a própria performance opressora da qual é vítima?

A mesa redonda organizada pelo PET Filosofia UFMG se propõe a discutir essas e outras questões em um evento aberto à toda comunidade. Participem!

Convidades:

Franz Knappik (Universidade de Bergen)

Luis F. Garcia (FIL/UFMG)

Yone M. Gonzaga (Programa de Ações Afirmativas/UFMG)

Caique Belchior (PSI/CCN/UFMG)

Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/2108073915971986/

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