O Centro de Estudos Mineiros - CEM -, fundado em 1957, é um órgão complementar vinculado à Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.

O CEM promove e coordena trabalhos de pesquisa referentes à Minas Gerais, nos seus aspectos econômicos, políticos, sociais, culturais, históricos e outros.

Como parte das suas atribuições, o CEM disponibiliza, neste site, publicações dos trabalhos de pesquisa, bancos de dados e listagens, resultados dos projetos vinculados ao CEM, para uso público.

Download CORTES, CIDADES, MEMÓRIAS: TRÂNSITOS

Declaração de Belo Horizonte

Nós, participantes do I ENCONTRO SOBRE ACERVOS HISTÓRICOS DE MINAS GERAIS, organizado pelo Centro de Estudos Mineiros da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas / Universidade Federal de Minas Gerais, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, da Associação dos Amigos dos Arquivos Públicos de Minas Gerais e da Associação Nacional de Professores Universitários de História, em considerando:

1. Que de acordo com a Lei nº 8.159 de 8 de janeiro de 1991, no seu artigo nº 01 - "É dever do Poder Público a Gestão Documental e a proteção especial a documentos de arquivos, como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação";

2. Que os acervos históricos mineiros constituem patrimônio cultural inalienável da Nação, devem ser preservados, organizados e utilizados em razão de sua função social;

3. Que os acervos produzidos por instituições públicas e privadas são importantes recursos informacionais para o seu próprio funcionamento administrativo;

4. Que as soluções dos problemas que afetam os acervos histórico mineiros devem ser buscados em parcerias, que envolvam os poderes públicos em seus diversos níveis, as instituições culturais e de pesquisas, as universidades públicas e privadas, bem como os diversos setores da iniciativa privada;

5. Que tais soluções passem pela incorporação de técnologias adequadas ao tratamento dos acervos;

Recomendamos:

1. Que as autoridades competentes e entidades interessadas, em especial "O Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ", façam uma ampla divulgação e zelem para que seja cumprida a legislação pertinente aos arquivos e acervos históricos e que se elaborem políticas consistentes de gestão de documentos e arquivos;

2. Que seja instalado, o mais breve possível, o Conselho Estadual de Arquivos de Minas Gerais;

3. Que o IEPHA/IPHAN, estudem junto com as entidades interessadas afins, a possibilidade de uma intervenção emergencial, visando a preservação dos acervos históricos do Poder Público, notadamente do Poder Judiciário, dos Poderes Executivos e Legislativos municipais;

4. Que esta ação se estenda aos arquivos das instituições eclesiásticas que se enquadram nos artigos 7, §37 e artigo 12 da Lei 8.159 de 01/01/91;

5. Que as Universidades desenvolvam programas de treinamento e especialização para a formação de recursos humanos na área de arquivologia, incluindo em caráter emergencial, cursos etinerantes;

6. Que as universidades mineiras promovam convênios para ações conjuntas de gestão de documentos e organização de acervos históricos, públicos e privados;

7. Que a iniciativa da realização deste "I Encontro", tenha continuidade e que outras entidades venham somar esforços àquelas que aqui se fizeram presentes.

Belo Horizonte, 10 de maio de 1996

Publicações editadas pelo CEM

Barroco - Revista de ensaio e pesquisa vol 1

Centro de Estudos Mineiros
Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1969

Barroco - Revista de ensaio e pesquisa vol 2

Centro de Estudos Mineiros
Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1970

Barroco - Revista de ensaio e pesquisa vol 3

Centro de Estudos Mineiros Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1971

O Aleijadinho e a medicina

Tancredo Furtado
Centro de Estudos Mineiros Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1970

Os dízimos eclesiásticos do Brasil Nos períodos da Colônia e do Império

Dom Oscar de Oliveira
Centro de Estudos Mineiros Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1964

Mistérios

José Severiano de Rezende
Centro de Estudos Mineiros, Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1971, 219 p.

A decadência das Minas e a fuga da mineração

Waldemar de Almeida Barbosa
Centro de Estudos Mineiros
Belo Horizonte - MG, 1971, 264 p.

Os Barranqueiros

Saul Martins
Centro de Estudos Mineiros/UFMG
Belo Horizonte - MG, 1969, 263 p.

Fernando Correia Dias João Alphonsus: Tempo e Modo

Centro de Estudos Mineiros/UFMG,
Belo Horizonte - MG, 1965, 212 p.

Feijão, angu e couve - ensaio sobre a comida dos mineiros

Eduardo Frieiro
Centro de Estudos Mineiros/UFMG
Belo Horizonte - MG, 1966, 293 p.

Resíduos seiscentistas em minas - textos do século do ouro e as projeções do mundo barroco

Affonso Ávila
Centro de Estudos Mineiros Imprensa da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1967

I Seminário de Estudos Mineiros

03 a 12 de abril de 1956
Universidade Federal de Minas Gerais /Centro de Estudos Mineiros Imprensa da Universidade de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1957

II Seminário de Estudos Mineiros - (22 a 27 de outubro de 1956)

Universidade Federal de Minas Gerais /Centro de Estudos Mineiros/ Imprensa da Universidade de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1956

IV Seminário de Estudos Mineiros - (08 a 12 de março de 1976) Edições do cinqüentenário da UFMG

Universidade Federal de Minas Gerais/Centro de Estudos Mineiros/ UFMGPROED Editora UFMG/PROED
Belo Horizonte - MG, 1977

V Seminário de Estudos Mineiros - (22 a 24 de agosto de 1977) A república velha em Minas

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Centro de Estudos Mineiros/ UFMGPROED Editora UFMG/PROED
Belo Horizonte - MG, 1987

VI Seminário de Estudos Mineiros - (agosto de 1980) A revolução de 1930 Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

Centro de Estudos Mineiros/UFMGPROED
Belo Horizonte - MG, 1987

Dicionário Biográfico de Minas Gerais - Período Republicano 1889-1991 vol.1 e 2

Norma de Góis Monteiro
Vera Alice Cardoso Silva
Universidade Federal de Minas Gerais / FAFICH / Centro de Estudos Mineiros
Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Belo Horizonte - MG, 1994

PROGRAMA DE HISTÓRIA ORAL DA FAFICH/UFMG

Criado em 1990, O Programa de História Oral, do Centro de estudos Mineiros, reúne pesquisadores de várias unidades acadêmicas da UFMG. O núcleo pesquisa e documenta a vida política, econômica, social e cultural de Minas Gerais, estado de reconhecida complexidade e diversidade.

A opção pelo método da oralidade baseou-se no entendimento de que um conjunto expressivo e diverso de depoimentos constitui documentação que representa pontos de vista multilaterais, o que permite a reconstituição de acontecimentos, processos e conjunturais da história do estado, através de ângulos diferenciados, heterogêneos e plurais.

O acervo do Programa é composto por fitas cassetes e transcrições de dois tipos de depoimentos: entrevistas de história de vida, que reconstituem a trajetória do indívíduo no processo histórico em sua globalidade; e entrevistas temáticas, que enfocam a participação do entrevistado em determinada conjuntura ou acontecimento.

O Programa adota perspectiva interdisciplinar e envolve pesquisadores das áreas de História, Sociologia, Ciência Política, Letras, Educação e Comunicação Social.

Áreas Temáticas

Os depoimentos que compõem o acervo do Programa de Historia oral estão organizados em três grandes áreas temáticas:

História da cidade de Belo Horizonte: reúne depoimentos de moradores anônimos da cidade, ex-prefeitos e pessoas que ocuparam postos na administração pública e que se destacaram em distintos setores de atividade.

Historia das elites no setor público e privado: reúne depoimentos de lideranças empresarias e de personalidades do setor publico de estado de Minas Gerais.

História dos partidos e sindicatos: reúne depoimentos de sindicalistas e de lideranças partidárias mineiras como Tancredo Neves, Clóvis Salgado, Armando Ziller, Dazinho, entre outros.

São as seguintes as novas áreas de atuação do Programa:

História dos ambientalistas mineiros: reúne depoimentos de gerações de ambientalistas que atuaram ou atuam na defesa do meio ambiente.

História dos artistas mineiros: reúne depoimentos da vida, obra e cotidiano dos artistas em seus contextos sócio-históricos e políticos;

História dos professores mineiros: reúne depoimentos de gerações de professores sobre seus cotidianos de vida e trabalho;

História do povoamento na região do Vale do Jequitinhonha: reúne entrevistas com trabalhadores rurais, contadores de historias, sobre as relações entre senhores e escravos e garimpeiros, na formação dos povoados na zona mineratórias de Minas Gerais;

Contos da tradição oral de Minas Gerais: reúne contos orais gravados com contadores do interior de Minas, nas regiões do Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri.

Coordenação

Andréa Zhouri
Sociologia e Antropologia

Inês A. Castro Teixeira
Educação e Sociologia

Pesquisadores

Antônio Augusto Moreira de Faria
Faculdade de Letras

Fábio Martins
Comunicação Social

Francisco Luiz Teixeira Vinhosa
História

Lígia Maria Leite Pereira
Sociologia

Michel Marie Le Vem
História

Rodrigo Patto Sá Motta
História

Sônia Queiroz
Letras

Estagiários

Cristina Borges
Letras

Jane Araújo
Ciências Sociais

Josiley Francisco Souza
Letras

Júnia Rodrigues de Faria
Educação

Maria Zenaide Alves
Educação

Márcio Bustamente
História

Consulta e Acesso

O acesso às fitas gravadas e às transcrições das entrevistas deve ser feito no local, podendo ser solicitadas cópias das entrevistas gravadas ou transcritas ou o documento em disquete, mediante a assinatura de um Termo de Compromisso.

Programa de História Oral
Sala F1035
Horário de atendimento: 09h às 17h

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
Centro de Estudos Mineiros
Av. Antônio Carlos, 6627 - Caixa Postal 253 - Campus Pampulha
31270-901 - Belo Horizonte - MG

e-mail: historiaoral@fafich.ufmg.br
FONE: (31) 499-5002

GUIA DOS ARQUIVOS E ACERVOS DOCUMENTAIS HISTÓRICOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS
(1522 - 1945)

O Centro de Estudos Mineiros (CEM) da Universidade Federal de Minas Gerais, durante três anos, desenvolveu o projeto Inventário dos Acervos Documentais Históricos do Estado de Minas Gerais, cuja finalidade era localizar todo e qualquer acervo documental existente no Estado que contivesse registros escritos anteriores a 1946. Os 853 municípios mineiros foram investigados. Nunca se fez uma devassa tão grande nos papéis de uma unidade da federação.

A pesquisa não ficou restrita aos setores da administração pública. O judiciário, os cartórios, as bibliotecas e os museus, as dioceses e suas paróquias, as escolas públicas e privadas, outras entidades privadas, os acervos de particulares, enfim, tudo onde foi possível bisbilhotar, faz parte desse banco de dados.

As informações vão além da simples existência dos documentos. Na medida do possível procurou-se verificar os horários de atendimento de cada instituição, a disponibilidade de cópias, a natureza dos documentos encontrados, sua quantificação, datas limites, estado de organização e conservação e a existência de instrumentos de busca. Esses dados não poderiam deixar de fazer parte de um trabalho que se arvora em imprescindível fonte de informação para pesquisadores do passado mineiro. Não obstante, e apesar do empenho da equipe de pesquisa, nem sempre foi possível obter, de maneira precisa, todas as informações desejadas. A expectativa é de que, num futuro próximo, estas e outras deficiências possam ser saneadas.

O projeto Inventário dos Acervos Documentais Históricos do Estado de Minas Gerais foi realizado por uma equipe de pesquisadores liderada pela professora Lucy Fontes Hargreaves. Além do constante apoio da FAFICH/UFMG, contou com financiamento concedido pela FAPEMIG e pela Fundação João Pinheiro. Viagens, cartas, telefonemas, fax, foram os principais recursos utilizados pela equipe e, não poucas vezes a insistência em desvendar a instituição beirou a impertinência.

Pesquisador é assim mesmo; não fica satisfeito enquanto não esmiuçar tudo. Apesar de todos os esforços, os resultados aqui apresentados contêm falhas e lacunas e, portanto, é certo que algumas instituições não estão representadas nesse banco de dados. Por esse motivo, como se verá adiante, este Guia será mantido em aberto pelo Centro de Estudos Mineiros até outubro de 2003 para que os dados possam ser corrigidos e/ou adicionados e novas instituições cadastradas.

Os 853 municípios mineiros foram estudados, não a partir do ano de sua emancipação como vila ou cidade, mas desde a data mais remota, de sua elevação a distrito de paz ou a capela curada, quando começaram os registros escritos do cotidiano da população. Em 587 municípios foi encontrado algum tipo de acervo que contém documentação anterior a 1946. Nos outros 266 não foram encontrados documentos anteriores a essa data, ou porque são regiões de povoamento muito recente, ou porque aconteceu alguma catástrofe natural (enchente, por exemplo) ou, mais comumente, humana (incineração ou descarte propositais).

O levantamento realizado divide-se em seis categorias básicas referentes à natureza das instituições produtoras da documentação: 1) acervos públicos produzidos pelos poderes executivos; 2) acervos produzidos pelos poderes legislativos municipais, estadual e federal; 3) acervos produzidos pelos poderes judiciais; 4) acervos acumulados em função das atividades cartoriais; 5) acervos produzidos pelas igrejas e denominados como eclesiásticos; 6) acervos acumulados por todos tipo de instituição privada ou pessoas físicas.

Cabem aqui duas observações importantes. Em primeiro lugar, nem sempre é fácil distinguir entre o judicial e o cartorial, pois, ao longo da nossa História, houve, e ainda há, variados graus de subordinação de certos cartórios ao judiciário. Não obstante, principalmente a partir do final do século XIX, surgiram cartórios como os de registro civil e de imóveis, cujas funções se limitam ao registro de fatos pertinentes às pessoas físicas e jurídicas ou à propriedade privada e não à esfera das ações judiciais propriamente ditas. Nestes casos, utiliza-se a denominação cartorial. Em segundo lugar, deve-se notar que, não raras vezes, as instituições detentoras têm sob sua custódia acervos de mais de uma natureza. Os cartórios mais antigos, por exemplo, geralmente guardam documentação judicial e cartorial, enquanto os arquivos público municipais, as casas de cultura e os museus freqüentemente possuem acervos de natureza variada.

No território mineiro foram relacionados cerca de 2407 acervos. Entre as instituições detentoras, destacam-se os cartórios, que além de constituírem de longe, o maior grupo de acervos cadastrados, mantêm seus papéis organizados e, na maioria dos casos, bem conservados. Ao que parece, as constantes demandas da população junto aos cartórios mantêm esses acervos vivos, o que contribui, de maneira decisiva, para a sua organização e preservação. Bem diferente é a situação constatada nos acervos produzidos pelo poder judiciário.

Ao longo da pesquisa as inúmeras dificuldades colocadas por funcionários de fóruns e tribunais nas tentativas de estabelecer contatos serviram, no mais das vezes, para encobrir a desorganização, a má preservação e a conseqüente inacessibilidade dos acervos judiciários. Não é a toa que, recentemente, tal situação tem sido objeto de denúncia em artigos de jornais de circulação regional e estadual. E pior, a resposta do poder judiciário só pode ser caracterizada como vacilante, pois ora pauta-se pelo descarte em massa, ora pela postura de uma continuada inércia. Tudo isto é mais que lamentável quando se lembra que os acervos judiciários são de um valor virtualmente incalculável em termos de sua contribuição em potencial à melhor compreensão do passado do nosso Estado e País.

A Igreja Católica detém o segundo maior conjunto de acervos mineiros e seu estado de organização, conservação e acessibilidade ao público varia de muito precário a bastante razoável. Deve-se notar aqui que, ao longo dos séculos, uma política centralizadora freqüentemente conduziu ao recolhimento de documentos produzidos nas paróquias e capelas para as sedes das dioceses, de modo que os papéis mais antigos (principalmente os do século XVIII, mas também alguns do século XIX) raramente encontram-se no seu lugar de origem. Fruto desta centralização ou não, constata-se a existência de sérias lacunas e até a perda de arquivos paroquiais. Deve-se notar que, muitas vezes os arquivos paroquiais e diocesanos abrigam documentação proveniente de irmandades leigas e ordens terceiras, aqui consideradas como privadas. Infelizmente, comprovou-se muito difícil cadastrar as instituições pertencentes a outras organizações religiosas, as quais certamente estão sub-representadas neste Guia.

Os poderes municipais, ou seja, as prefeituras e câmaras, formam uma categoria substancial de detentores de acervos públicos marcados por uma diversidade extrema no que diz respeito ao volume, à qualidade da organização e preservação, bem como às possibilidades de acesso ao público. Algumas cidades mantêm arquivos municipais sob diversas denominações que reúnem a documentação legislativa e executiva, além de acervos de origem variada. Por razões que permanecem pouco claras, fora os casos das chamadas cidades históricas, a documentação administrativa municipal que sobreviveu a Proclamação da República em 1889 é pouco volumosa. Outros acontecimentos na história política do País também deixaram suas marcas na cronologia da guarda de documentos. Por exemplo, alguns acervos municipais, mesmo os de cidades mais antigas, têm seu início na década de 1930, o que leva a suspeitar que a Revolução daquele ano provocou o desaparecimento de documentação anterior. Em não poucas prefeituras espalhadas por todo o território mineiro os membros da equipe de pesquisa recolheram informações extra-oficiais sobre o descaso no armazenamento e até mesmo a destruição, deliberada ou não, dos chamados "papéis velhos". Como se vê, muitas vezes a História teve de ceder lugar ao sempre crescente exército de funcionários do serviço público municipal.

Cadastrou-se um número razoável de acervos pertencentes a entidades privadas e pessoas físicas. Entre aquelas estão incluídas empresas, bancos, firmas comerciais, clubes e outros agrupamentos associativos. Pode-se ter certeza de que se trata da categoria mais sub-representada neste Guia devido a sua característica inerente de natureza privada. Muitas vezes as diversas entidades privadas não têm consciência do valor intrínseco de seus acervos que ultrapassa o simples registro de seu próprio passado. Na verdade tais acervos também servem como valiosos subsídios à História de Minas Gerais. Esta falta de consciência dificultou a identificação destas entidades e seus respectivos acervos por parte da equipe de pesquisa.

As escolas representam uma subcategoria de detentores de acervos e encontram-se dispersas entre os acervos públicos e privados. As considerações tecidas com relação às entidades privadas se aplicam como uma luva para as escolas - públicas e privadas. Por isso, constitui uma subcategoria, sem dúvida, sub-representada.

Ainda mais sub-representadas são as administrações estadual e federal. Salvo raríssimas exceções - talvez a única seja o Arquivo Público Mineiro (APM) e sua atual administração - o descaso ao nível estadual é total. Desde a década de 1930 os recolhimentos de documentação ao APM, determinados pela legislação pertinente, têm sido esporádicos, quando não inexistentes. A equipe de pesquisa não conseguiu superar as barreiras impostas por todas as Secretarias Estaduais quando das inúmeras tentativas de estabelecer contatos visando obter informações sobre a existência ou não de acervos históricos guardados nas respectivas repartições. Esta situação é simplesmente inadmissível e acarreta conseqüências funestas e incalculáveis para a elaboração da História de Minas Gerais para boa parte do século XX. A situação se repete, talvez até em nível pior, no que diz respeito à documentação produzida pelos órgãos federais locados em nosso Estado.

Agora chegou a hora de pedir ajuda aos nossos consulentes. Já se mencionou que o Guia será mantido em aberto para a correção de eventuais erros e a inclusão de novos cadastramentos. Para tanto o Centro de Estudos Mineiros (CEM) pede a colaboração de todos. Até o dia 31 de outubro de cada ano, até o ano de 2003, o CEM estará recebendo sugestões relativas às informações já contidas no Guia, bem como sugestões quanto à inclusão de novos acervos. Em dezembro de cada ano o Guia será atualizado em nova versão. Sugestões devem ser encaminhadas através do correio eletrônico para: cem@fafich.ufmg.br ou via correio para:

Centro de Estudos Mineiros - Guia
FAFICH/UFMG
Caixa Postal 253
31.270-901 - Belo Horizonte - MG

Arquivo Permanente da Família Andrada

Em 1864 o bacharel Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, irmão do Patriarca da Independência do Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva, transferiu-se para Barbacena, procedente de Santos. Vinha acompanhado de sua mãe, Dona Gabriela Frederica Ribeiro de Andrada, em busca de um clima saudável para curar-se de uma tuberculose. Seu casamento com D. Adelaide Duarte de Andrada, natural da terra e herdeira da fazenda Borda do Campo, resultou na formação do ramo mineiro da família Andrada. Como se sabe, trata-se de um ramo que deu, e continua dando, a Minas Gerais e ao País várias figuras ilustres nos campos da política, da diplomacia e da advocacia.

A partir dessa data foram-se acumulando documentos produzidos e coletados por diversos membros da família, constituindo o que hoje corresponde ao Arquivo Permanente da Família Andrada.

Os Andrada tinham, e ainda têm, um hábito muito apreciado por pesquisadores: não jogavam fora papel algum. Praticamente tudo, desde as contas da padaria até as cartas de sesmarias das diversas fazendas que faziam parte de seu patrimônio, foi guardado. Pacotes e mais pacotes de documentos com pouca ou nenhuma organização, sobreviveram desde o inicio do século XVIII e chegaram até nós, na sua grande maioria, em ótimo estado de conservação.

Diante dessa realidade, a organização definida para o Arquivo Permanente da Família Andrada foi a de separar os documentos por cada membro da família que os produziu e/ou coletou, correspondendo a cada membro uma série. Cada uma dessas séries foi subdividida em sub-séries, de acordo com o tipo de documento produzido (pessoal, político, etc.) e, quando possível, cronologicamente organizadas. Ao mesmo tempo uma parte dos documentos foi coletada e utilizada por vários membros da família, atravessando gerações. Nestes casos foram criadas séries separadas. A série Base Eleitoral (B. E.) talvez seja o exemplo mais típico deste procedimento.

É preciso destacar que a equipe do Centro de Estudos Mineiros (FAFICH/UFMG) responsável pela organização do Arquivo se esforçou em manter a integridade da documentação acumulada. Isto quer dizer que se obedeceu ao princípio da procedência, o grande norteador da arquivística moderna que visa, na medida do possível, a manutenção, no arquivo permanente, do arranjo dado aos documentos quando do seu uso corrente. Desta forma, pode-se perceber a lógica do acúmulo e guarda dos conjuntos documentais, bem como compreender as variadas relações entre documentos individuais.

No presente caso, a estrita adesão ao princípio da procedência significou manter juntos pacotes de documentos, cuidadosamente amarrados no passado na esperança de que não fossem dispersados, muito menos perdidos. Resultam daí cronologias que parecem truncadas aos olhos de um raciocínio meramente catalogador e acostumado às exigências de bancos de dados informatizados. Mas, para os pesquisadores e consulentes futuros do Arquivo Permanente da Família Andrada, a manutenção do arranjo original é um convite a tentativas de desvendar as complexas teias de relações dos Andrada entre si e com o mundo que os cercava.

GUIA DO ARQUIVO HISTÓRICO DA FAMÍLIA ANDRADA - BARBACENA - MINAS GERAIS

Descrição Sumária das Séries

Centro de Estudos Mineiros
FAFICH/UFMG

Ministério da Cultura
Fundo Nacional da Cultura

CEMIG


Prof. Douglas Cole Libby
Profa. Lucy Gonçalves Fontes Hargreaves
Maria do Carmo Salazar Martins


Bolsistas
Paula Regina Túlio
Rodrigo Camargos de Almeida Souza

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA HELENA ANTIPOFF

Conjunto de documentos do CDPHA
Constituição/origem

Consiste em documentos oriundos de doação de pessoas ligadas à pessoa de Helena Antipoff e de doações do CDPHA Seção Ibirité. Constitui-se de manuscritos, correspondências, textos avulsos, anotações, fotografias relacionados à trajetória de Helena Antipoff e à Organização e funcionamento do Complexo da Fazenda do Rosário, produzidos e acumulados no período de 1929 à 1987?.

ACERVO
O conjunto de materiais que constitui o acervo do CDPHA Seção UFMG está distribuído em 4 conjuntos gerais de documentos: Os documentos do CDPHA; o Fundo Helena Dias Carneiro, o Fundo Joseph Brozek e o conjunto de documentos doados por Daniel Antipoff - Filho de Helena Antipoff.

SALA HELENA ANTIPOFF . LISTAGEM DO ACERVO

A BATALHA da informatica. Sao Paulo: Governo democratico de Sao Paulo, 1984. (n.º do registro 007)

A POLITICA industrial da nova republica [s.l.]: Ministerio da Industria e do Comercio/ Coordenadoria de comunicacao social, 1985. (n.º do registro 011)

A Biblia Sagrada: o velho e o novo testamento. New York: American Bible Society, [1929]. (n.º do registro 017)

A SEMANA da crianca na Sociedade Medica do hospital Sao Vicente de Paulo. Belo Horizonte: Sociedade Medica do hospital Sao Vicente de Paulo, 1942. (n.º do registro 377)

ABRAMSON, Mlle Jadwiga. L'enfant et l'adolescent instables: etudes cliniques et psychologiques. Paris: Presses Universitaire de France, 1940. (n.º do registro 001)

ABREU, Manuel Viegas de; OLIVEIRA, Armando Monica de. O laboratorio de Psicologia Experimental da Universidade de Coimbra: o primeiro laboratorio em Portugal (1912). Coimbra: Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social/ Universidade de Coimbra, 1999. (n.º do registro 008)

ABREU, Manuel Viegas de; OLIVEIRA, Armando Monica de. O laboratorio de Psicologia Experimental da Universidade de Coimbra: o primeiro laboratorio em Portugal (1912). Coimbra: Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social/ Universidade de Coimbra, 1999. (n.º do registro 008)

ACADEMIA Municipalista de Letras de Minas Gerais: edicao comemorativa do 33º aniversario. Belo Horizonte: AMULMIG, 1996. (n.º do registro 380)

ALBUQUERQUE, Irene de. Jogos e Recreacoes Matematicas. [Belo Horizonte]: Getulio M. Costa (impressora), [s.d.]. (n.º do registro 002)

ALVES FILHO, Juarezita Coelho. A Familia e a Crianca - Problema: uma experiencia numa clinica de orientacao. Rio de Janeiro: Escola de Servico Social. Instituto Social. Pontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro, 1960. (n.º do registro 007)

ANASTASI, Anne. Psicologia diferencial. Sao Paulo: Universidade de Sao Paulo, 1967. (n.º do registro 006)

ANTIPOFF, Daniel I. Helena Antipoff: sua vida, sua obra. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 1975. (n.º do registro 112)

ANTIPOFF, Daniel. Entre dois Continentes. Belo Horizonte: [s.n.], 1997. (n.º do registro 009)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: Sociedade Pestalozzi, 1939. (n.º do registro 376)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Desenvolvimento mental da creanca: ficha de observacao para o uso dos pais, medicos e ducadores. Belo Horizonte: CDPH -Centro de Documentacao e Pesquisa Helena Antipoff, 1981. (n.º do registro 378)

ANTIPOFF, Helena. Teste MM. Belo Horizonte: FEER: Fundacao Estadual de Educacao Rural , 1975. (n.º do registro 010)

ANTIPOFF, Ottilia Braga. Educacao do excepcional manual para professores. Guanabara: Sociedade Pestalozzi do Brasil, 1974. (n.º do registro 374)

ANTIPOFF, Ottilia Braga. Educacao do excepcional manual para professores. Guanabara: Sociedade Pestalozzi do Brasil, 1974. (n.º do registro 379)

ARINOS, Affonso. Pelo Sertao. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981. (n.º do registro 008)

ARREAT, Lucien. Psychologie du Peintre. Paris: Felix Alcan, 1892. (n.º do registro 012)

ASH, Mitchell G.; WOODWARD, William R. (ed.). Psychology in Twentieth-Century Thought and Society. Londres: Cambridge. University Press, 1987. (n.º do registro 117)

BACCARAT, Maria Arruda. Versos de Maria. [s.l.]: Editora do Livro Ltda, 1982. (n.º do registro 381)

BAKER J., Harry. Introduccion al Estudio de los ninos sub y superdotados - 1ª. parte. Buenos Aires: Editorial Kapelusz, 1955. (n.º do registro 013)

BARUCH, Dorothy W.; REDL, Fritz. Compreender para educar. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1960 . (n.º do registro 003)

BASTIDE, Roger. Psicanalise do Cafune: e estudos de sociologia estetica brasileira. Curitiba: Guaira, 1941. (n.º do registro 014)

BAUDOULIN, Charles. Jean- Louis Claparede: quelques reflets de as vie Paris: Delachaux & Niestle S. A., 1939. (n.º do registro 016)

BAUZER, Riva. Crescer numa cidade grande: percepcoes de um grupo de adolescentes moradores no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. (n.º do registro 382)

BELTRAN, Maria Helena Roxo. Imagens de magia e de ciencia: entre o simbolismo e os diagramas da razao. Sao Paulo: EDUC, 2000. (n.º do registro 012)

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ZUSNE, Leonard. Names in the history of Psychology: a biographical sourcebook. Washington: Hemisphere Publishing Corporation, 1975. (n.º do registro 006)

SALA HELENA ANTIPOFF . LISTAGEM GERAL DOS PERIÓDICOS

1. Agenda CNPq. - 1983. ano 5(29- 2 exe., 30) (n.º de registro 421)

2. Archivos Brasileiros de Hygiene Mental. - 1930. ano 3(7) (n.º de registro 422)

3. American Psychologist - 1992. vol. 47(2). (n.º do registro 101)

4. Anales de Salud Mental - 1987. vol 3(1 e 2). (n.º do registro 087)

5. ANTIPOFF, Helena. Ideaes e interesses das creancas de Bello Horizonte e algumas sugestoes pedagogicas. - 1930 (n.º de registro 375)

6. Archivo Latinoamericano de Historia de la Psicolog¡a y Ciencias Afines - 1988-1990. vol.1 (1 e 2); vol.2 (1 e 2-2 exe.). (n.º do registro 094)

7. Arquivos brasileiros de psicologia aplicada - 1969 vol 21(3, 4); vol 32(3,4). (n.º do registro 096)
8. Auroville: cidade da fe da unidade dos homens da busca da luz. Ananda - 1975 (IV caderno especial) (n.º do registro 132)

9. Boletim [da] Sociedade Pestalozzi do Brasil - 1965-1976 (30); (33); (46) (n.º do registro 147)

10. Boletim [da] Sociedade Pestalozzi do Brasil. - 1950-1986. (27); (29-2 exe.); (30 a 34); (36 - 2 exe.); (37); (38 - 2 exe.); (39 - 3 exe.); (40 - 2 exe.); (41 - 2 exe.); (42 - 3 exe.); (43 - 3 exe.); (44 - 2 exe.); (45 - 2 exe.); (46 - 2 exe.); (47 - 3 exe.); (48, 49 - 2 exe.); (50 - 3 exe.); (51, 52 - 4 exe.); (53,54 - 3 exe.); (55 - 2 exe.); (56 - 3 exe.); ( 57, 58 - 2 exe.); (59, 60 - 2 exe.). (n.º de registro 436)

11. Boletim de Psicologia - 1961 vol 13 (41-42) (n.º do registro 133)

12. Boletim do Centro de documentacao [do] Instituto de Estudos avancados em educacao. Educacao extra-escolar: bibliografia analitica. - 1980. vol 9(1) (n.º de registro 423)

13. Boletim Informatido da Fundacao Nacional do Livro Infantil e Juvenil 1978 - ano 10(42) (n.º do registro 139)

14. Boletim Informativo [da] Sociedade Mineira de Psicologia - 1978 (2) (1 n.º do registro 34)

15. Cadernos da ANPEPP. Resumos de teses e dissertacoes em Psicologia no Brasil 1993-1994. - 1995 (3). (n.º do registro 099)

16. Cadernos da Fazenda do Rosario. - 1960. (1). (n.º de registro 424)

17. Cadernos de Psicologia. - 1984 vol 1(1). (n.º do registro 095)

18. Carta de politica exterior Mexicana. - 1983 ano 3(1, 2). (n.º do registro 098)

19. Ciencia e cultura. - 1985-1996 vol 37(7 a 12); vol 38(1 a 12); vol 39(1 a 12); vol 40(1 a 8, 10 a 12); vol 41(1 a 12); vol 42(1 a 9); vol 43(1 a 6); vol 44(1); vol 47 (1 a 6); vol 48 (3, 5, 6). (n.º do registro 101)

20. CLAPAREDE, Edouard. Le test du chef de gare. Archives de Psychologie - 1932 vol 13(92) (n.º do registro 160)

21. Crianca Excepcional - 1969 ano 2(2) (n.º do registro 137)

22. Dialogo. - 1990-1994 vol 23 (4); vol 24 (1,2,3); vol 25 (1, 4); vol 26 (1, 2); vol 27 (1). (n.º do registro 102)

23. Educacao. - 1975 ano 5(17) (n.º de registro 425)

24. Escola Rural: boletim dos cursos de aperfeicoamento para professores rurais. - 1948 - 1949. ano 1(1- 2 exe., 2) (n.º de registro 426)

25. Estudo, educacao e assistencia ao excepcional. Boletim Pestalozzi - 1965 (7) (n.º do registro 135)

26. History of Psychology. Helena Antipoff (1892-1974): A Synthesis os Swiss and Soviet Psychology in the Context os Brazilian Education. - 2001 vol 4(2). (n.º do registro 110)

27. Integracao - 1998 ano 8(edicao especial) (n.º do registro 141)

28. Jornal Brasileiro de Psiquiatria - 1964-1970 vol 13(2,3,4); vol 14(3,4); vol 15(1); vol 17(3,4) (n.º do registro 142)

29. Jornal do Professor. - 1980-1983. ano 6(3, 5, 6, 7, 8, 11); ano 7(1, 3, 4 a 10); ano 8(2 a 5, 7 a 11); ano 9(1). (n.º de registro 427)

30. Journal of African Psychology - 1988. vol.1(1). (n.º do registro 082)

31. Journal of the History of the Behavioral Sciences - 1970-2000 vol. 6 (1); vol. 7(2); vol. 8(3); vol. 10(2 a 4); vol. 11(1 a 4); vol.12 (1 a 4); vol.13 (1 a 3); vol. 14 (1 a 4); vol. 15(1 a 4); vol. 16(1 a 4); vol. 17(1 a 4); vol. 18(2 a 4); vol. 19(1 a 4); vol. 20(1 a 4); vol. 21(1 a 4); vol. 22(1 a 4); vol. 23(1 a 4); vol. 24(1,2,4); vol. 25(1 a 4); vol. 26(1 a 4); vol. 27(1 a 4); vol. 28(1 a 4); vol. 29(1 a 4); vol. 30(1 a 4); vol. 31(1 a 4); vol. 32(1 a 4); vol. 33(1 a 4); vol. 34(1 a 4); vol. 35(1 a 4); vol. 36(1). (n.º do registro 098)

32. KATZENSTEIN-SCHOENFELD, Betti. Disturbios sociais e indicacoes para sua solucao em rorschachs de criancasSociologia - 1961 21 (3) (n.º do registro 146)

33. La Nouvelle Education. - 1932. (104). n.º de registro:428

34. Le Courrier de la Recherche Pedagogique - 1957-1965. (6); (23) (n.º do registro 143)

35. Le Test du Village Bulletin de la Societe Francaise du Rorschach et des Meethodes Projectives - 1968 (22) (n.º do registro 136)

36. Lien FIMEM - 1978 (56) (n.º do registro 144)

37. Mamulengo. - 1974. ano 0(3). (n.º de registro:429)

38. MARINHO, Heloisa. A linguagem na idade pre-escolar. Instito Nacional de Estudos Pedagogicos - 1944 (27) (n.º do registro 140)

39. Mensageiro Rural. Numero comemorativo dos XXV anos da Fazenda do Rosario - 1965. ano 9(34). (n.º de registro 430)

40. Mensagem da APAE - 1964 vol 1(2, 4) (n.º do registro 145)

41. Minas Medica. - 1942. ano 10(53). (n.º de registro 431)

42. Newsletter [of] the Pacific coast council on Latin American studies. - 1982. (n.º do registro 104)

43. Physis: revista internazionale di storia della scienza. Cronache. - 1998 vol 35 (1). (n.º do registro 063)

44. Psicologia - Legislacao - 1977 (2) (n.º do registro 156)

45. Psicologia: ciencia e profissao. - 2000 ano 20(1). (n.º do registro 106)

46. Reeducation - 1965 (175) (n.º do registro 148)

47. Revista argentina de psiquiatria y psicologia de la infancia y de la adolescencia - 1971 ano 2(2) (n.º do registro 154)

48. Revista Brasileira de Deficiencia Mental - 1971-1972 vol 6(1,3,4); vol 8(2) (n.º do registro 153)

49. Revista brasileira de deficiencia mental. - 1968-1970. vol 3(2); vol 5(1, 3, 4); (n.º de registro 432)

50. Revista Brasileira de Educacao. 500 anos de educacao escolar. - 2000 (14). (n.º do registro 111)

51. Revista Brasileira de Estudos Pedagogicos - 1948-1977 vol 12(34); vol 62(141) (n.º do registro 152)

52. Revista Brasileira de Psicanalise - 1970 vol 4(4) (1 n.º do registro 51)

53. Revista Brasileira de Tecnologia. - 1993 vol 19(7). (n.º do registro 108)

54. Revista da Campanha Nacional de Educacao Rural. - 1954-1959. ano 1(1); ano 6(8). (n.º de registro 434)

55. Revista de Historia de la Psicologia - 1985-1986. vol. 6(1, 2); vol. 7(3, 4) - (n.º do registro 083)

56. Revista do Ensino. - 1933-1952. ano 7(95); ano 10(203); ano 16(188). (n.º de registro 433)

57. Revista Feema. - 1993 ano 2(8). (n.º do registro 107)

58. Revista Pestalozzi - 1992-1993 (22); (28) (n.º do registro 120)

59. Revista Pestalozzi. - 1978-1982. (5); (6); (8); (10- 2 exe.); (11); (13); (15) (n.º de registro 435)

60. Revue de Psychologie Appliquee - 1952-1958 vol 2 (4); vol 6(2); vol 8(2) (n.º do registro 149)

61. RIBAS, Joao Carvalhal Escola de Pais - 1953 (numero especial) (n.º do registro 138)

62. separata [da] Revista do ensino - 1932 ano 6(75) (n.º do registro 157)

63. SILVA, Lea Valverde da. Bibliografia preliminar de Helena Antipoff. - 1982. (2) (n.º de registro 408)

64. Storia della Psicologia e delle Scienze del Comportamento - 1989-1991. (n.º do registro 090)

65. Storia e Critica della Psicologia - 1980-1984. vol. 1(1, 2); vol. 2(1, 2); vol. 3(1, 2); vol. 4(1, 2); vol. 5(1, 2). (n.º do registro 113)

66. STREHLNEEK, Olga. Estudo comparativo de seis cartilhas em uso nas escolas paulistas. Revista do Arquivo - 1941 (74) (n.º do registro 150)

67. Teoria e politica. - 1980 ano 1(1). (n.º do registro 109)

68. Teorie Modelli: Rivista di Storia e Metodologia della Psicologia - 1984-1988. vol 1 a 5. (n.º do registro 091)

69. Vivencia. - 1988. (3). (n.º de registro 437)

Orientadora

Regina Helena de Freitas Campos
pompeu.bh@terra.com.br
rhfcampo@fae.ufmg.br
regihfc@terra.com.br

Estagiários

Érika Lourenço
erikalourenco@bol.com.br

Geraldo Izaias Diniz
diniz@prover.com.br

Isabel Gontijo Antonini
tga@horiz.com.br

Ivani Maria de Souza
ivanims@starmedia.com.br

Contato do Acervo Helena Antipoff

Sala Helena Antipoff
antipoff@bu.ufmg.br

Arquivos UFMG de História da Psicologia no Brasil.
Biblioteca Universitária da UFMG, sala 300, 3° andar
Av. Antônio Carlos, 6627, Campus Pampulha
31270-901. Belo Horizonte- MG

Telefone da Sala Helena Antipoff: (31) 499-4418
Telefone da Biblioteca Universitária: (31) 499-4634

INTRODUÇÃO

Em 1830 foi fundada, em Londres, a Saint John d'El Rey Mining Company, com o propósito de explorar os depósitos auríferos localizados no município de São João d'El Rei, Minas Gerais. Após quatro anos de insucessos naquelas propriedades, a Companhia adquiriu a Mina de Morro Velho, localizada no atual município de Nova Lima. A transferência foi extremamente bem sucedida pois, sob uma organização administrativa e tecnológica pautada na racionalidade capitalista inglesa, a Mina de Morro Velho e a Saint John prosperaram ao longo de quase cento e trinta anos. Em 1960, a Mina foi vendida para uma empresa norte-americana e, logo depois, revendida a uma empresa nacional, a Mineração Morro Velho S.A., que funciona ainda hoje.

Sendo, de longe, o mais bem sucedido dos vários empreendimentos mineratórios desenvolvidos por empresas estrangeiras no Brasil do século XIX, o complexo Saint John / Morro Velho chegou a constituir a maior unidade produtiva de cunho industrial no País. No auge de sua expansão na década de 1860, a Mina reuniu uma força de trabalho composta por mil e setecentos escravos e mais mil trabalhadores livres entre brasileiros e estrangeiros.

No século XX, a Companhia Morro Velho, como era conhecida, continuou como a maior empregadora privada de mão de obra no Estado de Minas Gerais até a década de 1950. Durante todo este período a Mina representou um raro foco de dinamismo econômico para Minas Gerais e chegou a estimular a produção e o comércio de uma variada gama de mercadorias. A Companhia também destacou-se como grande fonte de impostos para os cofres provinciais e, posteriormente, estaduais, assim se tornando um ator político de relevo na esfera regional e até nacional.

Por força desta história e de uma longevidade, ambas singulares no contexto empresarial brasileiro, o acervo documental, produzido e acumulado ao longo de cento e trinta anos de atividades na Mina de Morro Velho, é de uma riqueza inigualada no que diz respeito ao material arquivístico deixado pelo setor privado no País. Ao registrar múltiplos aspectos do funcionamento cotidiano da Mina, o referido acervo se constitue como fonte para subsidiar diversos campos de estudo da História.

Entre estes pode-se destacar os estudos do escravismo brasileiro, da história da técnica e da mineração no Brasil, da demografia histórica, da medicina, da chamada história do cotidiano, da história do clima e do meio ambiente e da história regional de Minas Gerais, além de muitos outros. Basta observar a meticulosidade das práticas de arquivamento corrente empregadas pelos administradores ingleses da Saint John para ter certeza que se está diante de um dos mais expressivos arquivos empresariais do país.

O Arquivo Permanente da Mina de Morro Velho é uma antiga aspiração da diretoria da Mineração Morro Velho S.A. e de vários estudiosos, que há anos sonham em poder pesquisar, de maneira sistemática, sua valiosa documentação. A aspiração começou a tornar-se realidade em 1996 quando o Centro de Estudos Mineiros, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, por intermédio do Professor Roberto Borges Martins, entrou em negociações com a presidência da Mineração Morro Velho S.A., na época ocupada pelo Dr. Juvenil Félix.

Optou-se por apresentar um projeto de organização arquivística do acervo, para inclusão no programa do MECENATO do Ministério da Cultura, assim permitindo que o financiamento dos trabalhos pela empresa se beneficiasse dos incentivos fiscais oferecidos pela União. O referido projeto foi aprovado no segundo semestre daquele ano e os trabalhos começaram no final de outubro, terminando em março de 1998.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DA ORGANIZAÇÃO DO ARQUIVO PERMANENTE

É importante frisar, desde o início, que o Arquivo Permanente da Mina de Morro Velho corresponde ao acervo produzido e acumulado pela Superintendência instalada no Brasil pela diretoria londrina da Saint John d'El Rey Mining Company. Isto significa que as dezenas de milhares de documentos que sobreviveram são marcados pela personalidade e estilo administrativo dos vários ocupantes da Superintendência ao longo de 130 anos. Não resta dúvida, por exemplo, quanto à influência decisiva de George Chalmers, superintendente de 1884 a 1924. Acredita-se, inclusive, que Chalmers, inspirado por Rui Barbosa, tenha sido o responsável pela destruição proposital de quase toda a documentação referente à força escrava, tão essencial ao funcionamento da Mina de Morro Velho até os meados da década de 1880. Ao mesmo tempo, os quarenta anos de produção e acúmulo de documentos na gestão de George Chalmers demonstram uma Superintendência altamente centralizada. Esta tendência centralizadora perdurou na gestão de todos os superintendentes ingleses, ou seja, até 1960.

A compreensão dos métodos gerenciais empregados pelos administradores ingleses ajuda a explicar a enorme diversidade da documentação que compõe o Arquivo Permanente da Mina de Morro Velho. Principalmente a partir da década de 1890, os documentos refletem virtualmente todas as atividades desempenhadas no funcionamento da empresa, vários aspectos do cotidiano da comunidade de funcionários e trabalhadores estrangeiros e brasileiros, além das amplas relações mantidas pela Superintendência com variadas instâncias políticas, sociais e empresariais a nível local, regional, nacional e internacional.

Diante desta realidade, a organização definida para o Arquivo Permanente da Mina de Morro Velho procurou obedecer um princípio fundamental da arquivística atual: o da procedência. Isto significa que o arranjo, aqui apresentado, reflete fielmente a organização imposta à documentação durante o seu uso corrente pela Superintendência, onde, habitualmente, foram arquivados juntos documentos produzidos em função de atividades bastante variadas.

Mesmo em se tratando de séries documentais diretamente produzidas por departamentos, ou instâncias que não a Superintendência (séries 3 a 6, descritas a seguir), encontra-se diante de um acúmulo e de um arranjo definidos originalmente pela Superintendência. Uma conseqüência da manutenção do arranjo original é a de que a ordem cronológica pode parecer truncada e/ou repetida, pois reflete os procedimentos da rotina de arquivamento da administração inglesa.

GUIA DO ARQUIVO PERMANENTE DA MINA DE MORRO VELHO

Lei Federal de Incentivo à Cultura
1998
Centro de Estudos Mineiros / Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Universidade Federal de Minas Gerais

Elaborado por
Prof. Douglas Cole Libby
Profa. Marta Eloisa Melgaço Neves
Alice Oliveira de Siqueira

Equipe

Coordenador Geral: Prof. Douglas Cole Libby
Supervisora dos Trabalhos de Organização: Profa. Marta E. Melgaço Neves
Técnicos: Prof. Paulo Henrique Ozório Coelho, Alice Oliveira de Siqueira, Cristina Pereira Nunes, Prof. Flávio Saliba Cunha, André Guerra Cotta
Consultor: Prof. Marshall Craig Eakin
Estagiários: Jane Patrícia Reis, Maximiliano Sales Secundino

Proponente do Projeto "Organização do Arquivo Permanente da Mina de Morro Velho"
Prof. Roberto Borges Martins

Presidente - Mineração Morro Velho S.A.
Dr. Roberto Carvalho Silva

Coordenador - Mineração Morro Velho S.A.
Dr. Victor Rodrigues

INTRODUCTION

The Saint John d'El Rey Mining Company was founded in London in 1830 for the purpose of exploring gold deposits located in the town of São João d'El Rei, Minas Gerais. After four years of failures at those properties the Company purchased the Morro Velho Mine, located in what is today the town of Nova Lima. The transfer turned out to be an extremely wise move because, endowed with an administrative and technological organization inspired by the capitalist rationality of the English, the Morro Velho Mine and the Saint John were to prosper during nearly one hundred and thirty years. In 1960 the Mine was sold to an American corporation and soon afterwards resold to a domestic firm, the Mineração Morro Velho S.A., which still operates today.

Being by far the most successful of the various mining enterprises developed by foreign firms in Brazil during the nineteenth century, the Saint John/Morro Velho complex was to become the largest productive unit of an industrial nature in the entire country. At the height of its expansion in the 1860s the Mine counted upon a labor force composed of one thousand and seven hundred slaves and more than a thousand free workers, both Brazilian and foreign. In the twentieth century the Companhia Morro Velho, as it was known locally, persisted as the largest private employer in the state of Minas Gerais until the 1950s. During all those years the Mine represented a rare nucleus of dynamic economic activity in Minas Gerais and stimulated the production and commercialization of a wide range of goods. The Company also stood out as an important source of tax revenues for the provincial and, later, state treasuries and thus became a relevant political force at the state and even national levels.

Given the importance of the history and longevity of the Saint John, both quite singular in the Brazilian entrepreneurial context, the collection of documents produced and accumulated during one hundred and thirty years of operations at the Morro Velho Mine is of immense value when matched against the rest of the country's private sector archives. In registering multiple aspects of daily operations at the Mine, this collection constitutes a source for many fields of historical studies.

They include: Brazilian slavery, the technological history of mining in Brazil, demographic history, medical history, the so-called histoire quotidienne, climatic and environmental history, as well as the regional history of Minas Gerais, amongst many others. One need merely observe the meticulous nature of the clerical practices employed by the English management staff to realize that this is surely one of the country's most expressive entrepreneurial archives.

The Archives of the Morro Velho Mine is a longstanding aspiration of the Mineração Morro Velho S. A. and of a number of scholars who for years have dreamed of being able to systematically research its valuable documents. It began to become a reality in 1996 when, at the behest of Professor Roberto Borges Martins, the Centro de Estudos Mineiros of the Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Federal de Minas Gerais - entered into negotiations with the then president of Mineração Morro Velho S. A., Dr. Juvenil Félix. The result was a decision to submit a project aimed at the archival organization of the collection for inclusion in the MECENATO program of the Ministry of Culture, thus permitting that the firm's funding of the project would revert into fiscal incentives at the federal level. The project was approved in the second semester of 1996 and work began in late October, terminating in March of 1998.

ABOUT THE ORGANIZATION OF THE ARCHIVES

It is initially very important to make clear that the Archives of the Morro Velho Mine corresponds to the collection produced and accumulated by the Superintendency installed in Brazil by the Board of Directors of the Saint John d'El Rey Mining Company headquartered in London. This means that the tens of thousands of documents which have survived are marked by the personality and management style of the men who occupied the Superintendency during one hundred and thirty years. There can be no doubt, for example, as to the decisive influence of George Chalmers, superintendent from 1884 to 1924. It seems very probable that Chalmers, following the inspiration of Rui Barbosa, was responsible for the purposeful destruction of nearly all documents relating to the slave force which was so essential to the functioning of the Morro Velho Mine until the mid-1880s. At the same time, the forty years of production and accumulation of documents under George Chalmers reveal a highly centralized Superintendency. This centralizing tendency persisted throughout the administration of all the English superintendents, i. e. right up to 1960.

An understanding of the management methods employed by the English administrators helps to explain the enormous diversity of the documents which make up the Archives of the Morro Velho Mine. Especially from the 1890s on, the documents reflect virtually every activity involved in the operations of the firm, aspects of the everyday life of the foreign and Brazilian staff and workers, as well as the ample relations which the Superintendency maintained with various political, social, and entrepreneurial groups and institutions at the local, regional, national, and international levels.

In light of this reality the organization given to the Archives of the Morro Velho Mine follows a fundamental principle of modern archival practices: the principle of provenance. That means that the arrangement presented below faithfully reflects the organization imposed upon the documents during their working use by the Superintendency which habitually compiled together documents produced in function of totally diverse activities. Even in the case of documental series directly produced by departments or administrative levels other than the Superintendency (series 3 through 6, described below), the present organization follows the accumulation and arrangement originally defined by the Superintendency. One consequence of maintaining the original arrangement is that the chronological order may appear irregular and/or repetitive since it reflects the routine clerical and filing procedures of the English management.

GUIDE TO THE ARCHIVES OF THE MORRO VELHO MINE

Lei Federal de Incentivo à Cultura
1998
Centro de Estudos Mineiros / Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Universidade Federal de Minas Gerais

Prepared by:
Prof. Douglas Cole Libby
Profa. Marta Eloisa Melgaço Neves
Alice Oliveira de Siqueira

Staff:
Coordenador Geral: Prof. Douglas Cole Libby
Supervisora dos Trabalhos de Organização: Profa. Marta E. Melgaço Neves
Técnicos: Prof. Paulo Henrique Ozório Coelho, Alice Oliveira de Siqueira, Cristina Pereira Nunes, Prof. Flávio Saliba Cunha, André Guerra Cotta
Consultor: Prof. Marshall Craig Eakin
Estagiários: Jane Patrícia Reis, Maximiliano Sales Secundino

Proponent of the Project "Organization of the Archives of the Morro Velho Mine"
Prof. Roberto Borges Martins

President - Mineração Morro Velho S.A.
Dr. Roberto Carvalho Silva

Coordinator - Mineração Morro Velho S.A.
Dr. Victor Rodrigues
HISTÓRIA DAS CIDADES
EntrevistadoPasta
JOÃO FRANZEN DE LIMAHC - 001
NÍSIA FELICÍSSIMO DE SOUZAHC - 002
INÊS BERLINI BULDRINIHC - 003
BRUNA BULDRINI BARBOSAHC - 004
AMADEU LUCIANO LORENZATOHC - 005
ALAÍDE LISBOA DE OLIVEIRAHC - 006
ISAURA MARIA DA MATAHC - 007
SALVADOR PRIMOHC - 008
ANTÔNIO DE PAULA RÊGOHC - 009
JOSÉ FEROLLAHC - 010
DULCE FURTADO FEROLLAHC - 011
BARÃO HERMANN VON TIESENHAUSENHC - 012
ANTONINA ZANDONAHC - 013
DIRCE LINS MACHADO COELHOHC - 014
LAIR SEBASTIANA DIAS MUNAIERHC - 015
HISTÓRIA DAS ELITES
EntrevistadoPasta
RENATO FALCIHC - 001
JUSTO PINHEIRO DA FONSECAHC - 002
PAULO MACEDO GONTIJOHC - 003
WASHINGTON ALBINOHC - 004
PAULO JOSÉ LIMA VIEIRAHC - 005
JOSÉ CABRALHC - 006
MIGUEL AUGUSTO GONÇALVES DE SOUZAHC - 007
PIO SOARES CANEDOHC - 008
DARCI BESSONEHC - 009
JOSÉ COSTAHC - 010
JAIME PECONICKHC - 011
GABRIEL JANOT PACHECOHC - 012
AMARO LANARI JÚNIORHC - 013
JOSÉ CARLOS LEMOSHC - 014
ANTÔNIO VIDIGALHC - 015
ADOLFO NEVES MARTINS DA COSTAHC - 016
HISTÓRIA DOS PARTIDOS POLÍTICOS E SINDICATOS
EntrevistadoPasta
RAFAEL MARTINELLI HPS - 001
HÉRCULES CORRÊA HPS - 002
EDGAR DE GODÓI DA MATA MACHADO (TEMÁTICA)HPS - 003
CLODSMIDT RIANI (TEMÁTICA)HPS - 004
LUÍS CARLOS PRESTESHPS - 005
SEGADAS VIANAHPS - 006
GERALDO MAGELA GUEDES HPS - 007
SINVAL BAMBIRRA HPS - 008
CHRISTOVAM MOURÃO HPS - 009
CLODSMIDT RIANI HPS - 010
ANÉLIO MARQUESHPS - 011
ANTÔNIO DE OLIVEIRA LINS HPS - 012
EDGAR DE GODÓI DA MATA MACHADO HPS - 013
EVARISTO GARCIA MATTOS HPS - 014
SALOMÃO MALINA HPS - 015
ANTÔNIO FARIA LOPESHPS - 016
GUIDO ROCHAHPS - 017
JOSÉ HENRIQUE DE OLIVEIRA (GATO PRETO) HPS - 018
ARTHUR DIANINIHPS - 019
EDGAR AMORIM HPS - 020
MOACIR LONGOHPS - 021
AIRTON SOARESHPS - 022
TARCÍSIO DELGADOHPS - 023
FRANCISCO JOSÉ PIZARRO NETO HPS - 024
DIMAS PERRIN HPS - 025
AUXILIADORA BAMBIRRAHPS - 026
FREI CLÁUDIO VAN BALEN HPS - 027
MARCOS ANTÔNIO NORONHA HPS - 028
PADRE SÉRGIO PALOMBO HPS - 029
PADRE TARCÍSIO MACHADO HPS - 030
PADRE CARLOS FRAGOSO HPS - 031
PADRE ALBERTO ANTONIAZZI HPS - 033
LUIZ VIEGAS DE CARVALHO HPS - 034
ÊNIO SEABRA HPS - 035
AARÃO STEINBRUCH HPS - 036
DIMAS PERRIN HPS - 037
HELENA GRECO HPS - 038
ENILDE VIEIRA DE FARIA HPS - 039
PAULO ELIZIÁRIO NUNESHPS - 040
DR. PAULO HPS - 041
JAIME GOIFMAN HPS - 042
PADRE AVELINO MARQUESHPS - 043
ENILSONHEIDERICK HPS - 044
ALBERTO CARLOS DIAS DUARTE HPS - 045
MARIAHELENA HPS - 046
WALTER TOSTA HPS - 047
JOAQUIM VALENTIM HPS - 048
FAMILIARES DE JOSÉ DAZINHO PIMENTAHPS - 049
ARMANDO ZILLER HPS - 050
JOSÉ DAZINHO GOMES PIMENTA HPS - 051
DIRETOR
Douglas Cole Libby

CONSELHEIROS
Júnia Furtado
Departamento de História

Paulo Henrique Ozório Coelho
Maria de Lourdes L. Pereira
Departamento de Sociologia e Antropologia

Angela Maria Carrato Diniz
Valdir de Castro Oliveira
Departamento de Comunicação Social

Vera Alice Cardoso Silva
Antônio Fernando Mitre Canahauti
Departamento de Ciência Política

Maria Theresa V. Calvet de Magalhães
Carlos Roberto Drawin
Departamento de Filosofia

Maria Emília Amarante Torres Lima
Ricardo Augusto Alves de Carvalho
Departamento de Psicologia
DOUGLAS COLE LIBBY

Bachelor of Arts in History, University of Maine, 1971
Mestre em Ciência Política, Universidade Federal de Minas Gerais, 1979
Doutor em História, Universidade de São Paulo, 1987
Pós-Doutorado, Stanford University, 1994
Professor Adjunto do Departamento de História, Universidade Federal de Minas Gerais

Secretaria Administrativa do CEM

Secretária
Maria do Carmo V. Sartori

Salas F 1023 e F 1027
Horário de atendimento: 09h às 17h

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
Centro de Estudos Mineiros
Av. Antônio Carlos, 6627 - Caixa Postal 253 - Campus Pampulha
31270-901 - Belo Horizonte - MG

e-mail: cem@fafich.ufmg.br
FONE: (31) 3499-5053
FAX: (31) 3499-5060

História Oral

Áreas temáticas

Lista de entrevistados:
. História das Cidades
. História das Elites
. História dos Partidos Políticos e Sindicatos

Equipe

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Morro Velho Mine

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