Na próxima segunda-feira (4 de agosto), inicia-se na Fafich o Seminário Arqueologias Indígenas, evento pioneiro na promoção do protagonismo indígena na arqueologia brasileira. O Seminário tem como objetivo ampliar a visibilidade dos corpos, saberes e práticas indígenas como fundamentos para uma arqueologia antirracista e anticolonial, contribuindo para transformar a universidade em um espaço mais inclusivo e democrático.

Durante três dias (4 a 6 de agosto), indígenas e parceiras(os) irão apresentar experiências de pesquisa inovadoras que articulam saberes ancestrais com a ciência arqueológica. O evento contará com conferências do Dr. Carlos Augusto (Tijolo) da Silva, descendente do Povo Apurinã do Amazonas, e da Dra. Marcia Kambeba, de etnia Omágua/Kambeba do Pará. A programação, organizada em seis mesas temáticas e duas sessões de comunicação, conta com falas de indígenas e parceiras(os) de norte a sul do país, que irão discutir temas como ética na pesquisa, indigenização da universidade, lutas territoriais e ciências ancestrais.
Com apoio financeiro da CAPES e da FAPEMIG, através de editais de fomento a eventos científicos, e do Departamento de Antropologia e Arqueologia, o evento está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAN). O Seminário é aberto ao público, gratuito e emitirá certificados de participação em evento acadêmico.
Participe e confira outras informações através do perfil do evento no Instagram: @seminarioarqueoindigenas2025
