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Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social

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Grupos de Pesquisa

Grupo de Pesquisa em Imagem e Sociabilidade (GRIS)

O GRIS foi criado em 1994, com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. A temática central que unifica o grupo é a interrelação entre imagens e sociabilidade na configuração dos processos comunicativos. Os vários projetos desenvolvidos no âmbito do GRIS se caracterizam pelo tratamento analítico de seus respectivos objetos através dos conceitos de interação (interação e comunicação), experiência (experiência estética, experiência e mediação), cotidiano; sujeitos interlocutores, interfaces e dispositivos.

O GRIS compõe-se por sub-grupos de pesquisa, coordenados por professores doutores:

  • GRISPop - Grupo de Estudos sobre Interações Midiáticas e Práticas Culturais Contemporâneas, coordenado pela profa. Vera Regina Veiga França.
  • GRISom – Grupo de Estudos sobre Linguagens Sonoras, coordenado pela profa. Graziela Mello Vianna.
  • GRISPub – Grupo de Estudos em Publicidade, Mídia e Consumo, coordenado pela profa. Laura Guimarães Corrêa.

Grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública (EME)

O Grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública está em funcionamento desde 1998, com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. O grupo tem explorado o papel da mídia na promoção de debates públicos e na pré-estruturação do espaço público brasileiro. Investiga as interfaces que os meios de comunicação estabelecem com a formação da opinião pública, da vontade política e das identidades sociais, tratando particularmente a expressão, a atuação e argumentação pública de movimentos sociais e grupos cívicos. O EME é coordenado pela Profa. Rousiley Celi Moreira Maia.

Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência

Constituído em 2007, o Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência é coordenado pelo Prof. César Geraldo Guimarães, tendo como integrantes os professores André Guimarães Brasil e Cláudia Cardoso Mesquita. O grupo estuda as múltiplas manifestações do audiovisual contemporâneo – nos domínios da fotografia, do cinema e das artes performáticas – levando em conta os processos de criação, a organização dos elementos expressivos e as formas de fruição. As discussões privilegiam os diferentes modos como as imagens figuram, convocam e produzem a experiência dos sujeitos.

Núcleo de Estudos Tramas Comunicacionais: Narrativa e Experiência

O Núcleo de Estudos Tramas Comunicacionais: Narrativa e Experiência organiza-se em torno da investigação acerca dos fenômenos comunicacionais a partir da configuração narrativa dos textos que circulam nos diversos dispositivos sociais e midiáticos. A narrativa, em abordagem pragmática, é vista como constituinte de processos de mediação próprios que articulam dimensões textuais, temporais, estéticas e ideológicas que contribuem para a conformação das experiências dos indivíduos, demandando com isso o desenvolvimento de perspectiva teórico-analítica peculiar. O grupo abre-se ao estudo tanto de tessituras narrativas específicas – e de relações aí presentes – quanto busca contribuir para a compreensão de fenômenos midiáticos peculiares, como o jornalismo e a televisão. O Tramas Comunicacionais é coordenado pelos professores Bruno Souza Leal e Carlos Alberto de Carvalho.

Grupo de Pesquisa Comunicação e Cultura em Televisualidades (COMCULT)

Criado em 2008 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG, sob a coordenação da profa. Simone Maria Rocha, o Grupo de Pesquisa em Comunicação e Cultura em Televisualidades (COMCULT) dedica-se, fundamentalmente, ao estudo das relações entre televisão e cultura contemplando todos os aspectos e dimensões do meio televisivo. Os textos - programas ficcionais, informativos ou de entretenimento – são analisados desde uma perspectiva estética bem como a partir de interrogações histórico-culturais e políticas. Estas perspectivas analíticas não se opõem como enfoques antitéticos mas, sim, vinculam-se na medida em que ambas constituem os produtos televisivos: estilos, poéticas e modelos narrativos; matrizes históricas e político-culturais; a encenação do popular e a representação cultural e política das massas; os direitos de reconhecimento cultural-identitário; a memória e sua articulação com o presente; as matrizes estético-populares; as relações com a audiência. Trata-se de compreender como as decisões estilísticas feitas pelas equipes nos fazem ver as marcas históricas e culturais do contexto e do lugar no qual as produções foram realizadas.

Em termos metodológicos, o COMCULT dedica-se ao desenvolvimento de uma análise integral, tanto das produções ficcionais quanto das informativas e de opinião, o qual requer atenção aos aspectos estéticos e estilísticos ligados aos gêneros e seus formatos. Não basta a aproximação histórica, sociológica ou política que podem resultar profundamente empobrecida por não dispor desses outros elementos de valoração da ficção e da informação. O desenvolvimento tecnológico da televisão, nos últimos anos, potencializou o estilo televisivo e tornou possível narrativas audiovisuais cada vez mais sensórias, que conduzem o espectador para dentro do mundo-tela. E se o estilo ajuda a contar uma narrativa, e a fazer conexões entre a televisão e a cultura, é de se imaginar que matrizes culturais relevantes em uma dada realidade sejam uma fonte primordial para a televisão contar suas histórias. Sendo assim, importa-nos o estilístico e o formal de um lado, como dimensões da imaginação criadora, mas, também, como dispositivos para construir e seduzir audiências e gerar verossimilhança, entre outras razões.

No estudo de narrativas e matrizes político-culturais nos interessa o passado, a histórica e a memórica. Mas, também, o presente, a ação política e a agência na construção de novas cidadanias e de sociedades mais inclusivas nas dimensões política, cultural e social.

Ao adotar o termo televisualidades, o Grupo mostra-se atento a uma situação contemporânea, na qual se assiste e se produz TV em outras plataformas, e abre-se a um universo de pesquisa que envolva não só televisão convencional, mas, também,  TV digital, TV digital corporativa, webvídeo, webseries e on demand.

Mais informações na página do COMCULT no Facebook. 

Centro de Convergência em Novas Mídias (CCNM)

O Centro de Convergência em Novas Mídias foi criado em 2005, sob coordenação da profa. Regina Helena Alves Silva. O grupo dedica-se ao estudo das culturas urbanas, das tecnologias digitais de informação e comunicação e sua aplicação em contextos sociais. Diante do avanço das tecnologias digitais de informação e comunicação, o grupo alia a pesquisa de cunho tecnológico com a investigação de caráter social, buscando refletir sobre os processos implicados nessa interação, em especial aqueles de inclusão digital.

Desde 2012, o CCNM articula-se também em NucCon (Núcleo de Pesquisa em Conexões Intermidiáticas e NucleUrb (Núcleo de Pesquisa em Culturas Urbanas)

O NucCon pretende discutir conceitualmente e realizar pesquisas empíricas e/ou aplicadas sobre as múltiplas conexões intermidiáticas em curso na contemporaneidade. É formado pelos professores Camila Mantovani, Carlos d'Andréa, Fernanda Duarte, Geane Alzamora, Joana Ziller, Sônia Pessoa e Vanessa Brandão.

O NucleUrb nasce do exercício coletivo e interdisciplinar de pesquisadores e estudantes cujas investigações e reflexões tenham como objeto e/ou tema o espaço urbano. É coordenado pela profa. Regina Helena Alves Silva.

 

Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional

Criado em 2013, pelo professor Carlos Magno Camargos Mendonça, o Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional, toma a performance como método de pesquisa, investigando formas de comunicação que privilegiam a articulação entre o corpo, as imagens e as palavras. Este tipo de experiência comunicacional irrompe na relação autopoiética existente entre as estéticas do performático e a vida ordinária. Tais estéticas concebem o corpo como um produtor de afetos, como lugar da intuição sensível, e a performance (em suas dimensões social, artística ou linguística) como arquivo, dispositivo de memória e, simultaneamente, como oportunidade de crítica, de inventividade e de transformação.

Coletivo de Estudos, Pesquisas Etnográficas e Ações Comunicacionais em Contextos de Risco (CORISCO)

O coletivo de pesquisa liderado pela professora Luciana Oliveira, surgiu em 2016 e congrega pessoas interessadas em estudos diversos, pesquisas etnográficas e ação no campo comunicacional em contextos de risco. É daí que surgiu o nome e a sigla do grupo. A sigla é também uma referência ao companheiro de Lampião, o Corisco, anti-herói popular do cangaço - movimento estigmatizado como de ferozes bandidos - que representava um ideal de construção de justiça e reparação de danos através de ações diretas que muito inspira os trabalhos desenvolvidos pelo grupo. 

Grupo de Pesquisa em Comunicação, Mobilização Social e Opinião Pública (MOBILIZA)

O Mobiliza consolida uma linha de estudos e de investigação iniciada em 1999, com o propósito de compreender a comunicação em processos de mobilização social. Tendo constituído projetos de ensino e de extensão no âmbito da Graduação em Comunicação Social desde então, bem como gerado publicações e intensos intercâmbios em relação à temática, o Mobiliza assume, em 2014, a forma de um grupo de pesquisa registrado no DGP-CNPq, tendo os seguintes eixos de investigação: a formação e movimentação de públicos, as dinâmicas da opinião pública, os processos de comunicação para mobilização social e os processos de comunicação pública.

Grupo de Pesquisa em Comunicação, Acessibilidade e Vulnerabilidades (AFETOS)
O Afetos iniciou suas atividades em 2017 com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Tem como foco  reflexões teórico-conceituais que abarquem os múltiplos aspectos comunicacionais que interpelam os sujeitos em suas subjetividades, autonomia e nas relações com as tecnologias como formas socialmente construídas de fornecer condições de equidade no mundo. Seu desejo diz de uma convicção ética sobre pesquisas e projetos, que possam impressionar afetivamente a sociedade para uma ciência que acredita em mundos mais hospitaleiros e menos desiguais. Pessoas com deficiência são bem vindas como sujeitos pesquisadores e não apenas como sujeitos pesquisados. 

 

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